A ROE decomposição envolve a expressão do lucro líquido dividido pelo patrimônio líquido como produto dos índices componentes.
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Desagregado de ROE em dois componentes
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31).
A análise dos dados revela tendências distintas nos indicadores financeiros ao longo do período avaliado. O Rácio de Rendibilidade dos Ativos (ROA) apresentou uma trajetória ascendente de março de 2022 a dezembro de 2022, atingindo o pico de 15.25%. Posteriormente, observou-se uma flutuação com uma tendência geral de declínio, culminando em 2.75% em dezembro de 2025.
O Índice de Alavancagem Financeira demonstrou uma redução consistente ao longo do período, iniciando em 1.94 em março de 2022 e atingindo 1.68 em dezembro de 2025. Essa diminuição sugere uma menor dependência de financiamento externo em relação aos ativos totais. A variação entre os trimestres é relativamente pequena, indicando uma estabilidade na estrutura de capital.
O Índice de Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE) seguiu uma dinâmica semelhante ao ROA, com um crescimento inicial até dezembro de 2022, alcançando 28.09%. A partir desse ponto, o ROE apresentou uma queda progressiva e acentuada, terminando em 4.62% em dezembro de 2025. Essa redução é mais expressiva do que a observada no ROA, indicando uma diminuição na eficiência na utilização do patrimônio líquido para gerar lucro.
- ROA (Rácio de Rendibilidade dos Ativos)
- Apresenta um declínio significativo ao longo do tempo, indicando uma menor capacidade de gerar lucro a partir dos ativos.
- Índice de Alavancagem Financeira
- Demonstra uma redução constante, sugerindo uma menor dependência de dívida.
- ROE (Índice de Retorno sobre o Patrimônio Líquido)
- Exibe uma queda acentuada, refletindo uma diminuição na rentabilidade do patrimônio líquido.
Em resumo, os dados indicam uma deterioração gradual da rentabilidade, medida pelo ROA e ROE, acompanhada por uma redução no nível de alavancagem financeira. A queda no ROE é mais pronunciada, sugerindo que a empresa está se tornando menos eficiente na geração de lucro a partir do capital próprio.
Desagregado de ROE em três componentes
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31).
A análise dos dados financeiros revela tendências distintas ao longo do período avaliado. O índice de margem de lucro líquido apresentou uma trajetória ascendente de março de 2022 a dezembro de 2022, atingindo o pico de 15,41%. Posteriormente, observou-se uma flutuação, com um novo aumento em dezembro de 2023 (15,5%), seguido por uma queda significativa e contínua até dezembro de 2025, onde atingiu 4%.
O índice de giro de ativos demonstrou relativa estabilidade entre março de 2022 e junho de 2023, mantendo-se próximo de 1. A partir de setembro de 2023, iniciou-se uma tendência de declínio constante, atingindo 0,69 em dezembro de 2025. Essa redução indica uma menor eficiência na utilização dos ativos para gerar receita.
O índice de alavancagem financeira apresentou uma diminuição gradual e consistente ao longo de todo o período analisado, passando de 1,94 em março de 2022 para 1,68 em dezembro de 2025. Essa redução sugere uma menor dependência de financiamento por dívida.
O índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) seguiu uma trajetória semelhante à do índice de margem de lucro líquido, com um crescimento inicial até dezembro de 2022, atingindo 28,09%. Após esse ponto, o ROE apresentou flutuações, com uma queda acentuada a partir de março de 2024, culminando em 4,62% em dezembro de 2025. Essa diminuição indica uma redução na capacidade de gerar lucro a partir do capital próprio.
- Índice de margem de lucro líquido
- Demonstra uma forte queda no final do período, indicando potencial pressão sobre a rentabilidade.
- Índice de giro de ativos
- A diminuição contínua sugere uma menor eficiência operacional.
- Índice de alavancagem financeira
- A redução constante indica uma estrutura de capital mais conservadora.
- Índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE)
- A queda acentuada no final do período reflete uma diminuição na rentabilidade do capital próprio.
Desagregado de ROE em cinco componentes
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31).
A análise dos dados financeiros revela tendências distintas ao longo do período avaliado. O índice de carga tributária apresentou uma trajetória ascendente até o final de 2022, atingindo um pico de 1.6 no primeiro trimestre de 2024, seguido por uma queda significativa, estabilizando-se em torno de 0.73 a 0.8 no final do período.
O rácio de encargos com juros demonstrou uma estabilidade notável, com pequenas flutuações ao longo dos trimestres. Observa-se uma ligeira tendência de declínio, mas dentro de uma faixa estreita, indicando um controle consistente dos custos financeiros.
O índice de margem EBIT apresentou um crescimento constante até o final de 2022, atingindo o valor máximo de 17.04%. A partir do primeiro trimestre de 2023, iniciou-se uma tendência de declínio, com uma queda mais acentuada no final do período, atingindo 5.86% no último trimestre avaliado. Essa redução sugere uma diminuição na rentabilidade operacional.
O índice de giro de ativos apresentou uma variação moderada, com um pico de 1.04 no segundo trimestre de 2023. No entanto, a partir desse ponto, observou-se uma tendência de declínio contínuo, indicando uma menor eficiência na utilização dos ativos para gerar receita.
O índice de alavancagem financeira manteve-se relativamente estável ao longo do período, com uma ligeira tendência de redução. As flutuações foram mínimas, sugerindo uma gestão consistente do endividamento.
O índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) acompanhou uma trajetória semelhante à da margem EBIT, com um crescimento inicial até o final de 2022, seguido por um declínio progressivo. A queda mais expressiva ocorreu no final do período, com o ROE atingindo 4.62%, indicando uma redução na capacidade de gerar lucro a partir do capital próprio.
- Tendências Gerais
- Observa-se uma mudança de cenário a partir do início de 2023, com a maioria dos indicadores apresentando uma tendência de declínio. Isso sugere uma possível mudança nas condições de mercado ou na estratégia da organização.
- Margem EBIT e ROE
- A correlação entre a queda da margem EBIT e do ROE indica que a diminuição da rentabilidade operacional está impactando diretamente o retorno sobre o patrimônio líquido.
- Giro de Ativos
- A redução no índice de giro de ativos pode indicar a necessidade de otimizar a gestão dos ativos para melhorar a eficiência operacional.
Desagregado de ROA em dois componentes
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31).
A análise dos dados financeiros revela tendências distintas em relação à lucratividade e eficiência operacional ao longo do período avaliado. O índice de margem de lucro líquido apresentou uma trajetória ascendente de março de 2022 a dezembro de 2022, atingindo o pico de 15,41%. Posteriormente, observou-se uma flutuação, com um novo aumento em dezembro de 2023 (15,5%), seguido por uma queda notável e contínua até dezembro de 2025, onde atingiu 4%.
O índice de giro de ativos demonstrou relativa estabilidade entre março de 2022 e junho de 2023, mantendo-se próximo de 1. A partir de setembro de 2023, iniciou-se uma tendência de declínio constante, atingindo 0,69 em dezembro de 2025. Essa redução indica uma menor eficiência na utilização dos ativos para gerar receita.
O rácio de rendibilidade dos ativos (ROA) acompanhou um padrão semelhante ao índice de margem de lucro líquido, com um crescimento inicial até dezembro de 2022 (15,25%). Após esse ponto, o ROA apresentou variações, com um novo pico em dezembro de 2023 (14,07%), mas também exibiu uma queda progressiva e acentuada, culminando em 2,75% em dezembro de 2025. Essa diminuição sugere uma redução na capacidade de gerar lucro a partir dos ativos da empresa.
- Tendências Gerais
- Observa-se uma correlação entre os três indicadores, com um período inicial de crescimento seguido por um declínio consistente a partir de setembro de 2023. A queda mais expressiva ocorreu no período entre março de 2024 e dezembro de 2025.
- Implicações
- A diminuição da margem de lucro líquido, do giro de ativos e do ROA pode indicar desafios na manutenção da rentabilidade e eficiência operacional. A redução no giro de ativos sugere que a empresa pode estar investindo em ativos que não estão gerando um retorno proporcional.
- Considerações Adicionais
- É importante analisar os fatores que contribuíram para essas tendências, como mudanças no ambiente competitivo, custos de produção, estratégias de precificação e investimentos em novos projetos. Uma análise mais aprofundada das demonstrações financeiras completas é recomendada para identificar as causas subjacentes e avaliar o impacto a longo prazo.
Desagregado do ROA em quatro componentes
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31).
A análise dos dados revela tendências distintas em diversos indicadores financeiros ao longo do período avaliado. Observa-se uma flutuação no índice de carga tributária, com valores relativamente estáveis entre o primeiro trimestre de 2022 e o último trimestre de 2023, em torno de 0.9 a 1.6. Contudo, há uma redução significativa a partir do primeiro trimestre de 2024, atingindo 0.73 no último trimestre de 2025.
O rácio de encargos com juros demonstra uma estabilidade notável, mantendo-se próximo de 1.0 durante a maior parte do período. Uma ligeira diminuição é observada no final do período, com valores em torno de 0.94 a 0.96.
O índice de margem EBIT apresenta uma trajetória descendente. Inicialmente, registra valores elevados, superando 15% no primeiro trimestre de 2022, mas diminui progressivamente ao longo dos trimestres, atingindo 5.86% no último trimestre de 2025. Essa redução indica uma menor rentabilidade operacional.
O índice de giro de ativos demonstra uma tendência de declínio ao longo do tempo. Observa-se uma ligeira alta no início do período, mas a partir do último trimestre de 2022, o índice apresenta uma queda consistente, passando de 1.01 para 0.69 no último trimestre de 2025. Isso sugere uma menor eficiência na utilização dos ativos para gerar receita.
O rácio de rendibilidade dos ativos (ROA) acompanha a tendência do índice de margem EBIT, exibindo uma diminuição gradual. Os valores, que inicialmente ultrapassam 15%, reduzem-se para 2.75% no último trimestre de 2025, indicando uma menor capacidade de gerar lucro a partir dos ativos.
- Índice de carga tributária
- Apresenta uma redução significativa a partir do primeiro trimestre de 2024, indicando uma possível alteração na estrutura tributária ou na capacidade de otimização fiscal.
- Rácio de encargos com juros
- Mantém-se relativamente estável, sugerindo um controle consistente sobre os custos financeiros.
- Índice de margem EBIT
- A diminuição contínua pode indicar aumento de custos, pressão sobre os preços de venda ou perda de eficiência operacional.
- Índice de giro de ativos
- A queda consistente sugere uma possível acumulação de estoque, dificuldades na conversão de ativos em vendas ou investimentos em ativos de menor rotatividade.
- Rácio de rendibilidade dos ativos (ROA)
- A redução acompanha a do índice de margem EBIT, reforçando a indicação de menor rentabilidade e eficiência na utilização dos ativos.
Desagregação do índice de margem de lucro líquido
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31).
A análise dos dados financeiros revela tendências distintas em diversos indicadores ao longo do período avaliado. Observa-se uma flutuação no índice de carga tributária, com valores relativamente estáveis em torno de 0.9 até o final de 2022. A partir do último trimestre de 2022, o índice apresenta um aumento significativo, atingindo 1.6 no primeiro trimestre de 2024, seguido por uma redução gradual para 0.73 no último trimestre de 2025.
O rácio de encargos com juros demonstra uma estabilidade notável, mantendo-se próximo de 1.0 durante a maior parte do período. Uma ligeira tendência de queda é observada a partir do primeiro trimestre de 2024, com valores diminuindo de 0.98 para 0.94 no último trimestre de 2025.
O índice de margem EBIT apresenta uma trajetória de crescimento até o quarto trimestre de 2022, atingindo um pico de 17.04%. Posteriormente, observa-se uma diminuição consistente, com valores caindo para 7.23 no quarto trimestre de 2025. Essa redução indica uma menor rentabilidade operacional ao longo do tempo.
A margem de lucro líquido acompanha a tendência do índice de margem EBIT, com um crescimento inicial até o quarto trimestre de 2022 (15.41%), seguido por um declínio progressivo. A queda é mais acentuada no período final, com a margem de lucro líquido atingindo 4% no último trimestre de 2025. Este resultado sugere uma diminuição na capacidade de gerar lucro a partir das vendas.
- Índice de carga tributária
- Apresenta alta volatilidade, com um aumento expressivo seguido de uma queda, indicando possíveis mudanças na estrutura tributária ou estratégias de planejamento fiscal.
- Rácio de encargos com juros
- Mantém-se relativamente estável, sugerindo uma gestão consistente da dívida e dos custos financeiros.
- Índice de margem EBIT
- Demonstra uma clara tendência de declínio, o que pode ser atribuído a fatores como aumento dos custos de produção, pressão sobre os preços de venda ou diminuição da eficiência operacional.
- Índice de margem de lucro líquido
- Segue a tendência de queda do índice de margem EBIT, refletindo o impacto da menor rentabilidade operacional no resultado final.