A ROE decomposição envolve a expressão do lucro líquido dividido pelo patrimônio líquido como produto dos índices componentes.
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- Demonstração dos fluxos de caixa
- Estrutura do balanço: activo
- Análise de índices de rentabilidade
- Modelo de precificação de ativos de capital (CAPM)
- Rácio de rendibilidade dos activos (ROA) desde 2005
- Índice de liquidez corrente desde 2005
- Índice de dívida sobre patrimônio líquido desde 2005
- Índice de giro total dos ativos desde 2005
- Relação preço/resultado operacional (P/OP) desde 2005
- Análise do endividamento
Aceitamos:
Desagregado de ROE em dois componentes
| ROE | = | ROA | × | Índice de alavancagem financeira | |
|---|---|---|---|---|---|
| 31 de dez. de 2025 | = | × | |||
| 31 de dez. de 2024 | = | × | |||
| 31 de dez. de 2023 | = | × | |||
| 31 de dez. de 2022 | = | × | |||
| 31 de dez. de 2021 | = | × |
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31).
A análise dos dados financeiros anuais revela tendências distintas em relação à rentabilidade e ao endividamento. O Rácio de Rendibilidade dos Ativos (ROA) apresentou um crescimento consistente entre 2021 e 2023, atingindo o pico de 18.36% em 2023. Contudo, observou-se uma diminuição significativa nos anos subsequentes, com valores de 11.76% em 2024 e 10.92% em 2025.
O Índice de Alavancagem Financeira demonstrou uma trajetória de aumento entre 2021 e 2024, passando de 1.6 para 1.92. Em 2025, o índice apresentou uma ligeira redução, situando-se em 1.85. Este padrão sugere um aumento inicial no grau de endividamento, seguido por uma estabilização.
O Índice de Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE) acompanhou uma tendência semelhante ao ROA, com um crescimento notável entre 2021 e 2022, atingindo 30.93% em 2022, seguido por uma ligeira diminuição em 2023. Os anos de 2024 e 2025 registraram quedas mais acentuadas, com valores de 22.58% e 20.26%, respectivamente. A correlação entre ROA e ROE sugere que a rentabilidade do patrimônio líquido está diretamente ligada à eficiência na utilização dos ativos.
- ROA (Rácio de Rendibilidade dos Ativos)
- Apresenta um ciclo de crescimento seguido de declínio, indicando potencial mudança na eficiência operacional ou na utilização dos ativos.
- Índice de Alavancagem Financeira
- Demonstra um aumento no endividamento, seguido de estabilização, o que pode indicar uma estratégia de financiamento mais agressiva inicialmente, com posterior controle.
- ROE (Índice de Retorno sobre o Patrimônio Líquido)
- Segue a tendência do ROA, refletindo a influência da rentabilidade dos ativos sobre o retorno do patrimônio líquido.
Desagregado de ROE em três componentes
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31).
A análise dos dados financeiros demonstra uma trajetória mista ao longo do período avaliado. Observa-se uma variação no índice de margem de lucro líquido, com um crescimento inicial em 2022 e 2023, seguido por uma diminuição em 2024 e 2025. O valor inicial de 23.29% em 2021 atingiu um pico de 25.46% em 2023, para então recuar para 20.94% em 2025.
O índice de giro de ativos apresentou um leve aumento entre 2021 e 2023, passando de 0.68 para 0.72. Contudo, houve uma queda significativa nos anos subsequentes, estabilizando-se em 0.52 em 2024 e 2025. Esta redução pode indicar uma menor eficiência na utilização dos ativos para gerar receita.
Em relação ao índice de alavancagem financeira, nota-se um aumento de 1.6 em 2021 para 1.87 em 2022, seguido por uma ligeira diminuição em 2023 (1.67) e um novo aumento em 2024 (1.92), estabilizando-se em 1.85 em 2025. A flutuação sugere variações na estrutura de capital e no uso de dívida para financiar as operações.
O índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) acompanhou uma tendência de crescimento até 2023, atingindo 30.93% em 2022 e 30.58% em 2023, partindo de 25.39% em 2021. No entanto, o ROE apresentou uma queda acentuada em 2024 (22.58%) e 2025 (20.26), indicando uma diminuição na rentabilidade do patrimônio líquido.
- Índice de Margem de Lucro Líquido
- Demonstra uma tendência inicial de crescimento, seguida de declínio.
- Índice de Giro de Ativos
- Apresenta um aumento modesto seguido de uma queda substancial e estabilização.
- Índice de Alavancagem Financeira
- Exibe flutuações, indicando mudanças na estrutura de capital.
- Índice de Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE)
- Cresceu até 2023, mas sofreu uma redução significativa nos anos seguintes.
Desagregado de ROE em cinco componentes
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31).
A análise dos dados financeiros demonstra uma trajetória de desempenho com variações significativas ao longo do período avaliado. Observa-se uma tendência de redução no índice de carga tributária, passando de 0.91 para 0.73, indicando uma potencial otimização da gestão fiscal ou alterações na legislação tributária. O rácio de encargos com juros apresentou uma ligeira diminuição, de 0.98 para 0.93, sugerindo uma redução no custo do endividamento ou uma reestruturação da dívida.
O índice de margem EBIT exibiu um crescimento inicial, atingindo o pico de 32.23% em 2023, seguido por uma moderação nos anos subsequentes, situando-se em 30.94% em 2025. Este padrão pode indicar um aumento inicial na eficiência operacional, seguido por pressões competitivas ou aumento de custos. O índice de giro de ativos apresentou um aumento modesto de 0.68 para 0.72, seguido por uma queda acentuada para 0.52, mantendo-se neste nível. Esta redução pode indicar uma menor eficiência na utilização dos ativos para gerar receita.
O índice de alavancagem financeira apresentou flutuações, com um aumento de 1.6 para 1.87 em 2022, seguido por uma redução para 1.67 em 2023 e um novo aumento para 1.92 em 2024, finalizando em 1.85 em 2025. Esta variação sugere uma gestão ativa do capital de terceiros, com períodos de maior e menor endividamento. O índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) acompanhou a tendência do índice de margem EBIT, com um crescimento inicial de 25.39% para 30.93%, seguido por uma diminuição para 20.26% em 2025. Esta redução no ROE pode ser atribuída à combinação da diminuição da margem EBIT e da menor eficiência na utilização dos ativos.
- Índice de carga tributária
- Demonstra uma tendência decrescente ao longo do período, indicando uma possível otimização fiscal.
- Rácio de encargos com juros
- Apresenta uma ligeira redução, sugerindo uma gestão eficiente do custo da dívida.
- Índice de margem EBIT
- Cresceu inicialmente, atingindo um pico em 2023, mas moderou nos anos seguintes.
- Índice de giro de ativos
- Apresentou um aumento inicial seguido por uma queda significativa, indicando menor eficiência na utilização dos ativos.
- Índice de alavancagem financeira
- Exibiu flutuações, refletindo uma gestão ativa do capital de terceiros.
- Índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE)
- Seguiu a tendência do índice de margem EBIT, com um declínio nos últimos anos.
Desagregado de ROA em dois componentes
| ROA | = | Índice de margem de lucro líquido | × | Giro de ativos | |
|---|---|---|---|---|---|
| 31 de dez. de 2025 | = | × | |||
| 31 de dez. de 2024 | = | × | |||
| 31 de dez. de 2023 | = | × | |||
| 31 de dez. de 2022 | = | × | |||
| 31 de dez. de 2021 | = | × |
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31).
A análise dos dados financeiros demonstra uma trajetória de desempenho com variações significativas ao longo do período avaliado. Observa-se inicialmente um aumento consistente em indicadores de rentabilidade, seguido por uma tendência de declínio nos anos mais recentes.
- Índice de Margem de Lucro Líquido
- O índice apresentou crescimento entre 2021 e 2023, atingindo o valor máximo de 25.46% em 2023. Contudo, a partir de 2023, registra-se uma queda progressiva, com o índice finalizando em 20.94% em 2025. Esta redução sugere uma possível diminuição na eficiência operacional ou um aumento nos custos.
- Índice de Giro de Ativos
- O índice de giro de ativos apresentou uma ligeira melhoria entre 2021 e 2023, passando de 0.68 para 0.72. No entanto, a partir de 2023, o índice demonstra uma queda acentuada, mantendo-se em 0.52 em 2024 e 2025. Esta diminuição indica uma menor eficiência na utilização dos ativos para gerar receita.
- Rácio de Rendibilidade dos Activos (ROA)
- O ROA acompanhou a tendência do índice de margem de lucro líquido, com um crescimento constante até 2023, alcançando 18.36%. A partir de 2023, o ROA também apresentou declínio, atingindo 10.92% em 2025. Este comportamento reforça a indicação de uma redução na capacidade de gerar lucro a partir dos ativos da empresa.
Em resumo, os dados indicam um período inicial de melhoria na rentabilidade e eficiência, seguido por um declínio em ambos os aspectos a partir de 2023. A queda simultânea nos três indicadores sugere que as causas da deterioração do desempenho podem ser sistêmicas e merecem investigação mais aprofundada.
Desagregado do ROA em quatro componentes
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31).
A análise dos dados financeiros demonstra uma trajetória de desempenho com variações significativas ao longo do período avaliado. Observa-se uma tendência de redução no índice de carga tributária, passando de 0.91 em 2021 para 0.73 em 2025, indicando uma potencial otimização da gestão fiscal ou alterações na legislação tributária.
O rácio de encargos com juros apresentou uma ligeira diminuição consistente, de 0.98 em 2021 para 0.93 em 2025, sugerindo uma redução gradual do endividamento ou uma melhoria nas condições de crédito.
O índice de margem EBIT exibiu um crescimento notável de 26.28% em 2021 para 32.23% em 2023, seguido por uma estabilização e leve declínio para 30.94% em 2025. Este padrão indica uma melhoria inicial na rentabilidade operacional, que posteriormente se estabilizou, possivelmente devido a fatores como aumento de custos ou intensificação da concorrência.
O índice de giro de ativos apresentou um aumento modesto de 0.68 em 2021 para 0.72 em 2023, seguido por uma queda acentuada para 0.52 em 2024 e 2025. Esta redução sugere uma diminuição na eficiência com que os ativos são utilizados para gerar receita, o que pode indicar problemas na gestão de estoque, contas a receber ou ativos fixos.
O rácio de rendibilidade dos ativos (ROA) acompanhou a tendência do índice de margem EBIT, com um crescimento de 15.87% em 2021 para 18.36% em 2023, seguido por um declínio para 10.92% em 2025. A correlação entre ROA e margem EBIT reforça a interpretação de que a rentabilidade geral da empresa está influenciada pela sua eficiência operacional e pela utilização dos seus ativos.
- Índice de carga tributária
- Demonstra uma tendência decrescente ao longo do período, indicando potencial otimização fiscal.
- Rácio de encargos com juros
- Apresenta uma ligeira redução consistente, sugerindo menor endividamento ou melhores condições de crédito.
- Índice de margem EBIT
- Cresceu significativamente até 2023, estabilizando e declinando ligeiramente em anos subsequentes.
- Índice de giro de ativos
- Apresentou um aumento inicial seguido de uma queda acentuada, indicando menor eficiência na utilização dos ativos.
- Rácio de rendibilidade dos ativos (ROA)
- Seguiu a tendência da margem EBIT, com crescimento inicial e declínio posterior.
Desagregação do índice de margem de lucro líquido
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31).
A análise dos dados financeiros demonstra uma trajetória de desempenho com variações significativas ao longo do período avaliado. Observa-se uma tendência de redução no índice de carga tributária, passando de 0.91 em 2021 para 0.73 em 2025, indicando uma potencial otimização da estrutura tributária ou alterações na legislação.
O rácio de encargos com juros apresentou uma ligeira diminuição consistente, de 0.98 em 2021 para 0.93 em 2025, sugerindo uma gestão eficaz da dívida ou uma redução no endividamento.
O índice de margem EBIT exibiu um crescimento notável de 26.28% em 2021 para 32.23% em 2023, demonstrando uma melhoria na rentabilidade operacional. Contudo, a partir de 2023, a margem EBIT apresentou uma leve retração, atingindo 30.94% em 2025, o que pode indicar um aumento nos custos operacionais ou uma menor eficiência na geração de lucro a partir das operações principais.
A margem de lucro líquido seguiu uma tendência semelhante à margem EBIT, com um aumento de 23.29% em 2021 para 25.46% em 2023. No entanto, a partir de 2023, houve uma diminuição constante, chegando a 20.94% em 2025. Essa redução pode ser atribuída a fatores como o aumento de despesas não operacionais, variações cambiais ou mudanças na estrutura de custos.
- Tendências Gerais
- A empresa demonstra uma capacidade inicial de aumentar a rentabilidade, evidenciada pelo crescimento das margens EBIT e de lucro líquido até 2023. Contudo, a partir desse ano, observa-se uma tendência de declínio nessas margens, o que requer uma análise mais aprofundada para identificar as causas e implementar medidas corretivas.
- Índice de Carga Tributária
- A redução consistente do índice de carga tributária pode indicar uma gestão tributária eficiente ou mudanças no ambiente regulatório.
- Rácio de Encargos com Juros
- A ligeira diminuição do rácio de encargos com juros sugere uma gestão prudente da dívida.
- Margem EBIT e Margem de Lucro Líquido
- O crescimento inicial seguido de declínio nas margens EBIT e de lucro líquido aponta para uma possível mudança no cenário competitivo ou no controle de custos.