A ROE decomposição envolve a expressão do lucro líquido dividido pelo patrimônio líquido como produto dos índices componentes.
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Desagregado de ROE em dois componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-31), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-10-01), 10-Q (Data do relatório: 2022-07-02), 10-Q (Data do relatório: 2022-04-02).
O desempenho financeiro analisado revela uma deterioração progressiva nos indicadores de rentabilidade a partir do segundo trimestre de 2024, acompanhada por um aumento na estrutura de endividamento.
- Rácio de rendibilidade dos activos (ROA)
- O indicador apresentou estabilidade e leve crescimento entre abril de 2022 e dezembro de 2023, alcançando o ápice em 18,36%. A partir de junho de 2024, observa-se uma tendência de queda acentuada, com o índice recuando para 9,68% em março de 2026, indicando uma menor eficiência na geração de lucros a partir dos ativos totais.
- Índice de alavancagem financeira
- Houve uma tendência de elevação gradual da alavancagem, que partiu de 1,59 em abril de 2022 para atingir o pico de 2,01 em setembro de 2024. Nos períodos subsequentes, o índice estabilizou-se em patamares superiores aos iniciais, encerrando em 1,84 em março de 2026, sugerindo um aumento na dependência de capital de terceiros.
- Índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE)
- A rentabilidade do patrimônio líquido manteve-se em níveis elevados, oscilando próximo a 30% até março de 2024. Subsequentemente, registrou-se um declínio contínuo, com o valor caindo para 17,85% em março de 2026. Esta redução reflete a queda na rentabilidade operacional, que não foi compensada pelo aumento da alavancagem financeira.
Desagregado de ROE em três componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-31), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-10-01), 10-Q (Data do relatório: 2022-07-02), 10-Q (Data do relatório: 2022-04-02).
Observa-se uma alteração no desempenho financeiro a partir do segundo trimestre de 2024, período que marca o início de uma trajetória de declínio em diversos indicadores de rentabilidade e eficiência.
- Margem de Lucro Líquido
- O indicador apresentou estabilidade e crescimento moderado entre abril de 2022 e março de 2024, atingindo seu ápice em 25,68%. A partir de junho de 2024, nota-se uma tendência de queda constante, encerrando o período analisado em 21,18%.
- Giro de Ativos
- A eficiência na utilização dos ativos manteve-se estável, oscilando entre 0,69 e 0,75 até março de 2024. Houve uma redução significativa a partir de junho de 2024, com o índice recuando para 0,46 em março de 2026, sugerindo uma menor capacidade de gerar receita a partir da base de ativos.
- Alavancagem Financeira
- O nível de endividamento apresentou flutuações, com uma tendência geral de elevação. O índice subiu de 1,59 em abril de 2022 para um pico de 2,01 em setembro de 2024, estabilizando-se posteriormente em torno de 1,84.
- Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE)
- O ROE manteve patamares elevados, próximos a 30%, até o primeiro trimestre de 2024. Subsequentemente, ocorreu uma queda acentuada e contínua, culminando em 17,85% em março de 2026. Este movimento reflete o impacto combinado da redução da margem de lucro e da diminuição do giro de ativos.
A análise conjunta dos dados indica que, apesar do aumento na alavancagem financeira, não houve ganho compensatório na rentabilidade final, resultando em uma deterioração do retorno sobre o capital próprio no último biênio do período reportado.
Desagregado de ROE em cinco componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-31), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-10-01), 10-Q (Data do relatório: 2022-07-02), 10-Q (Data do relatório: 2022-04-02).
A análise do desempenho financeiro revela uma divergência entre a estabilidade da eficiência operacional e a queda progressiva na rentabilidade do patrimônio líquido.
- Eficiência Operacional e Rentabilidade
- A margem EBIT demonstrou resiliência, mantendo-se predominantemente na faixa entre 28% e 32%. O pico foi registrado em dezembro de 2023, com 32,23%, seguido de uma estabilização em torno de 30% nos períodos subsequentes. Em contrapartida, o retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) apresentou uma trajetória descendente acentuada, partindo de níveis próximos a 30% em 2022 e 2023 para 17,85% em março de 2026.
- Gestão de Ativos
- Observa-se uma deterioração significativa no índice de giro de ativos. Após manter-se estável entre 0,69 e 0,75 até junho de 2023, o indicador iniciou um declínio consistente a partir de junho de 2024, atingindo 0,46 em dezembro de 2025. Esta tendência sugere uma menor eficiência na utilização dos ativos para a geração de receita.
- Estrutura Financeira e Endividamento
- O índice de alavancagem financeira apresentou flutuações moderadas, com um aumento notável em setembro de 2024, quando atingiu 2,01, estabilizando-se posteriormente em torno de 1,84. O rácio de encargos com juros manteve-se extremamente estável, com uma leve tendência de queda de 0,98 para 0,93 ao longo de todo o período analisado.
- Carga Tributária
- O índice de carga tributária apresentou uma tendência de redução gradual. Após oscilações iniciais entre 0,76 e 0,85, o indicador declinou para 0,73 nos trimestres finais, indicando uma redução proporcional da pressão fiscal sobre os resultados.
Conclui-se que a redução no ROE não decorre de uma queda na margem operacional, mas está fortemente correlacionada à diminuição do giro de ativos, indicando que a rentabilidade final foi impactada pela menor eficiência na gestão da base de ativos.
Desagregado de ROA em dois componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-31), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-10-01), 10-Q (Data do relatório: 2022-07-02), 10-Q (Data do relatório: 2022-04-02).
Observa-se uma trajetória de oscilação nos indicadores de rentabilidade e eficiência, com um pico de desempenho no início de 2024 seguido por uma tendência de declínio nos períodos subsequentes.
- Margem de Lucro Líquido
- O indicador manteve-se estável em torno de 23% durante o ano de 2022, apresentando crescimento gradual ao longo de 2023 até atingir o ápice de 25,68% em março de 2024. Após esse pico, houve uma trajetória descendente, com uma contração mais acentuada em 2025, chegando a 19,88% em junho daquele ano, seguida por uma recuperação moderada para 21,18% em março de 2026.
- Giro de Ativos
- A eficiência na utilização dos ativos permaneceu constante, variando entre 0,69 e 0,75 até março de 2024. A partir de junho de 2024, registrou-se uma queda expressiva, com o índice atingindo 0,47 em setembro de 2024. Nos períodos seguintes, o indicador estabilizou-se predominantemente entre 0,52 e 0,54 durante 2025, encerrando a série analisada em 0,46 em março de 2026.
- Retorno sobre Ativos (ROA)
- O retorno sobre os ativos acompanhou a tendência de ascensão até dezembro de 2023, quando alcançou 18,36%. A partir do segundo trimestre de 2024, ocorreu uma redução brusca para 14,61%, com a rentabilidade consolidando-se em patamares inferiores a 12% entre 2024 e 2026. O indicador finalizou o período em 9,68%, refletindo o impacto conjunto da redução das margens de lucro e da menor eficiência no giro de ativos.
Desagregado do ROA em quatro componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-31), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-10-01), 10-Q (Data do relatório: 2022-07-02), 10-Q (Data do relatório: 2022-04-02).
A análise dos indicadores financeiros revela uma estabilidade consistente na margem EBIT, que oscilou predominantemente entre 28,31% e 32,23%. O pico de rentabilidade operacional foi atingido entre dezembro de 2023 e março de 2024, com a margem estabilizando-se posteriormente em torno de 31% nos trimestres subsequentes.
- Eficiência Operacional e Retorno sobre Ativos
- Verifica-se um declínio acentuado na eficiência da utilização dos ativos a partir de junho de 2024. O índice de giro de ativos, que se mantinha em patamares entre 0,69 e 0,75, sofreu uma redução progressiva, atingindo 0,46 em março de 2026. Esta tendência correlaciona-se diretamente com a queda do ROA, que decresceu de 18,36% em dezembro de 2023 para 9,68% no encerramento do período analisado.
- Carga Tributária e Custos Financeiros
- O índice de carga tributária apresenta uma trajetória descendente gradual, iniciando em 0,85 em abril de 2022 e encerrando em 0,73 em março de 2026, sugerindo uma redução na pressão tributária sobre os resultados. Quanto aos encargos com juros, observa-se extrema estabilidade, com o rácio mantendo-se quase inalterado entre 0,98 e 0,93 ao longo de todo o intervalo.
Desagregação do índice de margem de lucro líquido
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-31), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-10-01), 10-Q (Data do relatório: 2022-07-02), 10-Q (Data do relatório: 2022-04-02).
A análise dos indicadores financeiros revela oscilações nas margens de rentabilidade e estabilidade nos custos financeiros ao longo do período compreendido entre abril de 2022 e março de 2026.
- Índice de carga tributária
- Observa-se uma tendência de declínio gradual, iniciando em 0,85 e atingindo a estabilidade em torno de 0,73 nos trimestres finais do período analisado.
- Rácio de encargos com juros
- O indicador apresenta alta estabilidade, com uma redução marginal e constante, transitando de 0,98 para 0,93.
- Índice de margem EBIT
- A margem operacional apresentou crescimento inicial, atingindo o pico de 32,23% em dezembro de 2023. Houve uma posterior contração em 2025, com recuperação para 30,99% em março de 2026.
- Índice de margem de lucro líquido
- A rentabilidade líquida alcançou seu ápice em março de 2024, com 25,68%. Registrou-se, contudo, uma queda acentuada a partir de dezembro de 2024, atingindo o nível mínimo de 19,88% em junho de 2025, seguida por uma recuperação gradual até 21,18%.
A divergência observada entre a margem EBIT e a margem de lucro líquido a partir de 2025 indica a ocorrência de pressões sobre o resultado final que não derivam da operação principal.