A ROE decomposição envolve a expressão do lucro líquido dividido pelo patrimônio líquido como produto dos índices componentes.
Desagregado de ROE em dois componentes
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2026-05-31), 10-K (Data do relatório: 2025-05-31), 10-K (Data do relatório: 2024-05-31), 10-K (Data do relatório: 2023-05-31), 10-K (Data do relatório: 2022-05-31), 10-K (Data do relatório: 2021-05-31).
O rácio de rendibilidade dos ativos apresentou instabilidade ao longo do período analisado, com uma redução significativa entre 2021 e 2022. Observou-se uma recuperação gradual até 2024, seguida por um novo declínio em 2026, o que indica flutuações na eficiência da geração de lucro a partir dos ativos totais.
- Alavancagem Financeira
- Houve um pico anômalo no índice de alavancagem no ano de 2023, seguido por uma trajetória de redução constante e acentuada nos anos subsequentes, atingindo o nível mais baixo em 2026.
- Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE)
- O indicador de retorno sobre o patrimônio líquido acompanhou a tendência da alavancagem, registrando um valor extremamente elevado em 2023. A partir desse ponto, verificou-se uma queda progressiva e linear, sugerindo que a redução do endividamento ou a recomposição do patrimônio líquido resultou em uma normalização da rentabilidade para o acionista.
Desagregado de ROE em três componentes
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2026-05-31), 10-K (Data do relatório: 2025-05-31), 10-K (Data do relatório: 2024-05-31), 10-K (Data do relatório: 2023-05-31), 10-K (Data do relatório: 2022-05-31), 10-K (Data do relatório: 2021-05-31).
Observa-se uma trajetória de recuperação na lucratividade após uma queda acentuada no início do período analisado. A eficiência na utilização dos ativos apresenta um declínio gradual nos anos mais recentes, enquanto a estrutura de capital demonstra um processo de redução significativa de endividamento.
- Margem de Lucro Líquido
- Houve uma redução expressiva entre 2021 e 2022, seguida por um crescimento constante e progressivo até 2026, indicando a retomada da capacidade de conversão de receita em lucro líquido.
- Giro de Ativos
- O indicador apresentou estabilidade relativa entre 2022 e 2024, mas registrou uma queda sucessiva nos períodos subsequentes, atingindo o menor nível do período em 2026, o que sugere menor eficiência na geração de receita a partir dos ativos.
- Alavancagem Financeira
- Verificou-se um aumento anômalo em 2023, seguido por uma redução drástica e contínua até 2026, evidenciando uma estratégia de desalavancagem e diminuição da exposição a capital de terceiros.
- Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE)
- O índice registrou valores excepcionalmente elevados, com um pico em 2023 concomitante ao aumento da alavancagem, evoluindo posteriormente para uma tendência de queda acentuada e estabilização em patamares inferiores.
Desagregado de ROE em cinco componentes
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2026-05-31), 10-K (Data do relatório: 2025-05-31), 10-K (Data do relatório: 2024-05-31), 10-K (Data do relatório: 2023-05-31), 10-K (Data do relatório: 2022-05-31), 10-K (Data do relatório: 2021-05-31).
Análise de Indicadores Financeiros
- Rentabilidade e Eficiência Operacional
- A margem EBIT registrou uma queda acentuada entre 2021 e 2022, passando de 38,28% para 24,51%. A partir desse ponto, observou-se uma tendência de recuperação gradual e constante, atingindo 35,86% em 2026. Em contrapartida, o índice de giro de ativos apresentou declínio nos anos finais do período, reduzindo a eficiência na utilização dos ativos para a geração de receita, com o valor final situando-se em 0,26.
- Estrutura de Capital e Retorno ao Acionista
- Houve uma oscilação extrema no índice de alavancagem financeira, que atingiu um pico de 125,24 em 2023 antes de iniciar uma redução drástica e contínua, encerrando em 6,16 em 2026. Esse comportamento correlaciona-se com o retorno sobre o patrimônio líquido (ROE), que apresentou um valor anômalo de 792,45% em 2023 e declinou progressivamente para 40,2% ao final do período analisado.
- Carga Tributária e Encargos Financeiros
- O índice de carga tributária demonstrou estabilidade após a redução ocorrida entre 2021 e 2022, mantendo-se em patamares próximos a 0,88. O rácio de encargos com juros manteve-se relativamente estável, com uma leve trajetória de crescimento a partir de 2023, finalizando o período em 0,81.
Desagregado de ROA em dois componentes
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2026-05-31), 10-K (Data do relatório: 2025-05-31), 10-K (Data do relatório: 2024-05-31), 10-K (Data do relatório: 2023-05-31), 10-K (Data do relatório: 2022-05-31), 10-K (Data do relatório: 2021-05-31).
Observa-se uma volatilidade significativa nos indicadores de rentabilidade e eficiência operacional ao longo do período analisado, com oscilações marcantes após o ano de 2021.
- Margem de Lucro Líquido
- Registrou-se uma queda abrupta entre 2021 e 2022, onde o índice reduziu de 33,96% para 15,83%. Subsequentemente, a margem entrou em um ciclo de recuperação constante e gradual, elevando-se anualmente até atingir 25,37% em 2026.
- Giro de Ativos
- O indicador apresentou um incremento inicial em 2022, mantendo-se relativamente estável entre 0,37 e 0,39 até 2024. A partir desse ponto, houve uma tendência de declínio, resultando no valor mais baixo da série em 2026, com 0,26.
- Retorno sobre Ativos (ROA)
- O ROA acompanhou a tendência de queda da margem de lucro em 2022, declinando de 10,48% para 6,15%. Embora tenha havido uma recuperação moderada com pico de 7,42% em 2024, o indicador apresentou nova retração no final do período, fechando em 6,53% em 2026.
A análise dos dados revela que a melhora na conversão de receita em lucro líquido não foi acompanhada por um aumento na eficiência do uso dos ativos. O declínio simultâneo do giro de ativos e do ROA nos anos finais sugere que a expansão da base de ativos ou a queda na geração de receitas por ativo impactou a rentabilidade global, apesar da recuperação das margens operacionais.
Desagregado do ROA em quatro componentes
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2026-05-31), 10-K (Data do relatório: 2025-05-31), 10-K (Data do relatório: 2024-05-31), 10-K (Data do relatório: 2023-05-31), 10-K (Data do relatório: 2022-05-31), 10-K (Data do relatório: 2021-05-31).
Observa-se uma recuperação gradual da eficiência operacional após um declínio significativo ocorrido no período de 2022. A análise dos indicadores aponta para a coexistência de melhorias nas margens de lucro com uma redução na eficiência da utilização dos ativos nos períodos mais recentes.
- Margem EBIT
- Houve uma contração expressiva de 38,28% em 2021 para 24,51% em 2022. Subsequentemente, registrou-se um crescimento constante e linear, culminando em 35,86% em 2026, o que indica a retomada da rentabilidade operacional.
- Giro de Ativos e ROA
- O giro de ativos apresentou oscilação, com redução acentuada para 0,26 em 2026, o menor valor do período. Paralelamente, o ROA, que caiu de 10,48% em 2021 para patamares entre 6% e 7%, encerrou o ciclo em queda, refletindo a menor eficiência na geração de retorno sobre a base de ativos instalada.
- Carga Tributária e Encargos Financeiros
- O índice de carga tributária declinou de 1,06 para 0,87, mantendo-se estabilizado abaixo de 0,93 a partir de 2022. O rácio de encargos com juros, após atingir o ponto mínimo de 0,72 em 2023, demonstrou tendência de elevação gradual até atingir 0,81 em 2026.
Desagregação do índice de margem de lucro líquido
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2026-05-31), 10-K (Data do relatório: 2025-05-31), 10-K (Data do relatório: 2024-05-31), 10-K (Data do relatório: 2023-05-31), 10-K (Data do relatório: 2022-05-31), 10-K (Data do relatório: 2021-05-31).
Observa-se uma recuperação gradual e consistente nas margens de lucratividade após uma retração significativa ocorrida entre 2021 e 2022. A tendência indica um fortalecimento da eficiência operacional e da rentabilidade final ao longo do período analisado.
- Índice de carga tributária
- Houve uma redução no índice após 2021, com a taxa declinando de 1,06 para 0,88 em 2022. Nos anos subsequentes, o indicador manteve-se estável, oscilando levemente entre 0,87 e 0,93, sugerindo a consolidação de uma carga tributária menor em comparação ao período inicial.
- Rácio de encargos com juros
- O indicador apresentou uma queda inicial, atingindo seu ponto mais baixo em 2023 (0,72). A partir desse ponto, verifica-se uma trajetória de ascensão gradual, retornando ao patamar de 0,81 em 2026, o que aponta para um aumento progressivo no impacto dos encargos financeiros sobre os resultados.
- Índice de margem EBIT
- Constata-se uma queda acentuada de 38,28% em 2021 para 24,51% em 2022. No entanto, a partir de 2022, a margem EBIT entrou em um ciclo de crescimento ininterrupto, atingindo 35,86% em 2026, aproximando-se dos níveis de rentabilidade operacional registrados no início do período.
- Índice de margem de lucro líquido
- A margem líquida acompanhou o comportamento da margem EBIT, com uma redução drástica entre 2021 (33,96%) e 2022 (15,83%). A recuperação foi constante nos anos seguintes, elevando-se para 25,37% em 2026, embora ainda permaneça abaixo do nível observado em 2021.
A análise conjunta dos indicadores revela que, apesar de um choque negativo na rentabilidade em 2022, a trajetória subsequente é de recuperação. O crescimento das margens EBIT e líquida, aliado à estabilidade da carga tributária, indica uma melhora no desempenho financeiro global.