Observa-se uma alteração estrutural na composição da liquidez imediata. Há uma tendência decrescente na representatividade do caixa e equivalentes de caixa, que reduziu de 32,36% para 11,55% ao longo do período analisado. Simultaneamente, os investimentos de curto prazo apresentaram crescimento expressivo, partindo de níveis insignificantes para atingir 19,58% do total do ativo, indicando uma migração de capital para instrumentos financeiros.
Gestão de Ativos Circulantes
O inventário apresentou volatilidade com tendência de alta até março de 2023, quando atingiu o pico de 16,55%, seguida de uma redução gradual para 10,04% em março de 2026. As contas a receber mantiveram-se estáveis, oscilando predominantemente entre 2,68% e 3,86% do total do ativo.
Ativos Não Circulantes
Registra-se um declínio contínuo na representatividade dos sistemas de geração e armazenamento de energia, que caíram de 11,2% para 3,18%. De forma análoga, a operação de locação de veículos reduziu sua participação de 6,41% para 3,15%.
Imobilizado e Ativos Específicos
O imobilizado líquido demonstrou estabilidade, mantendo-se na faixa de 28% a 30% do total do ativo. Os ativos digitais sofreram redução acentuada a partir de 2022, estabilizando-se em patamares baixos, enquanto os ativos de direito de uso de arrendamento operacional apresentaram leve crescimento.
A composição geral do ativo circulante permaneceu resiliente, oscilando entre 43% e 49%. O ativo não circulante acompanhou esse comportamento, variando entre 50% e 56%, evidenciando um equilíbrio constante na distribuição entre ativos de curto e longo prazo.