Estrutura do balanço: activo
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- Valor presente do fluxo de caixa livre sobre o patrimônio líquido (FCFE)
- Índice de liquidez corrente desde 2005
- Índice de giro total dos ativos desde 2005
- Relação preço/resultado operacional (P/OP) desde 2005
- Análise do endividamento
Aceitamos:
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-31), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2021-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2021-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2021-03-31).
A estrutura de ativos apresenta uma distribuição relativamente estável entre as categorias circulante e não circulante ao longo do período analisado. O ativo circulante manteve-se, em média, entre 41% e 45% do total do ativo, enquanto o ativo não circulante oscilou entre 54% e 59%.
- Liquidez e Ativos Financeiros
- Observa-se uma redução progressiva e significativa na representatividade dos títulos e valores mobiliários, que declinaram de 9,31% em março de 2021 para 4,55% em março de 2026. O caixa e equivalentes de caixa demonstraram maior volatilidade, mantendo-se predominantemente na faixa entre 7% e 9%, com uma queda para 6,25% no encerramento do período.
- Operações de Crédito e Recebíveis
- Os recebíveis financeiros do braço de crédito apresentaram tendência de crescimento em ambas as classificações. No curto prazo, a participação subiu de 15,59% para 16,35%, atingindo picos superiores a 18% no final de 2024. No longo prazo, esses recebíveis mantiveram-se estáveis e representativos, oscilando entre 19% e 21% do total do ativo.
- Gestão de Inventários e Outros Recebíveis
- Os inventários exibiram flutuações moderadas, com variações entre 4,69% e 6,84%, sugerindo ajustes cíclicos no volume de estoques. Já os recebíveis comerciais e outros recebíveis apresentaram uma tendência de elevação gradual, partindo de 4,01% em março de 2021 e encerrando em 6,1% em março de 2026.
- Ativos Não Circulantes e Imobilizado
- A propriedade líquida manteve-se consistente, orbitando a faixa de 14% a 15% do total do ativo, com uma leve retração observada no final de 2025. O investimento líquido em arrendamentos operacionais registrou uma tendência de queda inicial, saindo de 10,66% para 7,7% em março de 2023, seguida por uma recuperação gradual até atingir 10,26% em março de 2026.
- Tributos e Participações
- Houve um aumento na proporção do imposto de renda diferido, que passou de 4,64% para 7,89% do total do ativo. As participações em coligadas, mensuradas por equivalência patrimonial, mostraram-se instáveis, com oscilações entre 0,95% e 2,8%.
A análise dos dados indica uma mudança na composição da liquidez, com a migração de recursos de títulos mobiliários para a ampliação de recebíveis financeiros e a manutenção de ativos operacionais. A estrutura geral do balanço permanece equilibrada, com a predominância de ativos não circulantes, especialmente vinculados a operações de crédito e imobilizado.