A ROE decomposição envolve a expressão do lucro líquido dividido pelo patrimônio líquido como produto dos índices componentes.
Desagregado de ROE em dois componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-31), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31).
A análise dos indicadores financeiros revela oscilações significativas na rentabilidade e na estrutura de capital ao longo do período observado.
- Rácio de rendibilidade dos activos (ROA)
- Observou-se uma tendência de declínio gradual a partir de junho de 2022, quando o indicador atingiu seu pico de 11,09%, chegando ao ponto mínimo de 3,44% em junho de 2024. A partir desse ponto, houve uma trajetória de recuperação consistente, com o índice retornando ao patamar de 8,43% em março de 2026.
- Índice de alavancagem financeira
- Houve uma redução drástica na alavancagem financeira entre março e setembro de 2022, com o índice caindo de 64,62 para 17,44. Nos trimestres subsequentes, o indicador manteve-se em níveis consideravelmente mais baixos e estáveis, oscilando entre 9,37 e 18,51, o que indica uma alteração na composição do passivo e do patrimônio líquido.
- Índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE)
- O ROE apresentou uma queda acentuada, partindo de um valor excepcional de 624,78% em março de 2022. Esse movimento descendente acompanhou a redução da alavancagem financeira e a diminuição do ROA, atingindo o valor mínimo de 52,83% em junho de 2024. No período final da série, observou-se uma recuperação, com o índice estabilizando-se na faixa de 84% em março de 2026.
Desagregado de ROE em três componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-31), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31).
A análise dos indicadores financeiros revela flutuações significativas na rentabilidade e na estrutura de capital ao longo do período observado.
- Margem de Lucro Líquido
- Observou-se um período de crescimento inicial com pico em março de 2023. Subsequentemente, ocorreu uma redução acentuada durante o primeiro semestre de 2024, atingindo o ponto mais baixo em junho de 2024. A partir desse momento, iniciou-se uma tendência de recuperação gradual, com a margem retornando a patamares próximos a 22% no início de 2026.
- Giro de Ativos
- O índice apresentou estabilidade relativa com uma leve contração no início de 2023. A partir do primeiro trimestre de 2024, houve um incremento progressivo na eficiência da utilização dos ativos, evoluindo de 0,30 para 0,39 em dezembro de 2025, finalizando o período em 0,38.
- Alavancagem Financeira
- Houve uma redução drástica e consistente no índice de alavancagem, que declinou de 64,62 em março de 2022 para níveis significativamente menores a partir de 2023. O indicador permaneceu em trajetória de baixa ou estabilidade, situando-se majoritariamente entre 9% e 18% no período posterior, evidenciando a redução da dependência de capital de terceiros.
- Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE)
- O ROE registrou uma tendência de queda acentuada, partindo de níveis excepcionalmente elevados no início de 2022. Essa redução correlaciona-se com a diminuição da alavancagem financeira. Após atingir o nível mínimo em junho de 2024, o indicador demonstrou recuperação, estabilizando-se acima de 80% nos trimestres finais.
Desagregado de ROE em cinco componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-31), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31).
Observa-se uma redução drástica e sustentada no índice de alavancagem financeira, que declinou de 64,62 em março de 2022 para patamares significativamente inferiores, estabilizando-se entre 9,37 e 18,51 nos períodos subsequentes. Esse movimento de desalavancagem correlaciona-se diretamente com a trajetória do retorno sobre o patrimônio líquido (ROE), que apresentou uma queda acentuada de 624,78% para valores que oscilaram entre 52,83% e 107,78% ao longo do intervalo analisado.
- Margem EBIT
- A rentabilidade operacional exibiu volatilidade cíclica. Houve uma expansão inicial atingindo o pico de 44,53% em junho de 2023, seguida por uma contração severa que levou o indicador ao nível de 22,81% em junho de 2024. A partir desse ponto, registrou-se uma recuperação gradual, convergindo para a faixa de 33% no encerramento do período.
- Giro de Ativos
- A eficiência na utilização dos ativos mostrou-se estável com leve tendência de recuperação. Após um declínio de 0,41 para 0,28 entre março de 2022 e março de 2023, o índice retomou a trajetória de crescimento, atingindo 0,38 em março de 2026.
- Encargos com Juros e Carga Tributária
- O rácio de encargos com juros apresentou tendência de queda até junho de 2024, quando atingiu o valor mínimo de 0,52, seguido por uma recuperação gradual até 0,77. Já o índice de carga tributária manteve-se resiliente e constante, oscilando em uma faixa estreita entre 0,85 e 0,90.
A análise conjunta dos indicadores sugere um período de reestruturação do balanço, caracterizado pela redução do endividamento e a normalização dos retornos sobre o capital próprio, acompanhados por uma recuperação da margem operacional após um declínio expressivo no primeiro semestre de 2024.
Desagregado de ROA em dois componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-31), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31).
Observa-se uma oscilação significativa nos indicadores de rentabilidade e eficiência operacional ao longo do período analisado, caracterizada por um ciclo de declínio acentuado seguido por uma recuperação gradual.
- Margem de Lucro Líquido
- O indicador apresentou tendência de crescimento até o primeiro trimestre de 2023, quando atingiu o ápice de 31,77%. Após esse período, houve uma queda severa, com a margem atingindo seu nível mínimo de 10,6% no segundo trimestre de 2024. A partir do início de 2025, registra-se uma recuperação consistente, encerrando o ciclo em 21,98%.
- Giro de Ativos
- Houve uma redução na eficiência de utilização dos ativos durante o ano de 2023, com o índice estabilizando em 0,28. No entanto, a partir do primeiro trimestre de 2024, observa-se uma tendência de alta contínua, indicando a melhoria na geração de receita por ativo, alcançando 0,39 no quarto trimestre de 2025.
- Retorno sobre Ativos (ROA)
- O ROA refletiu a volatilidade da lucratividade, mantendo-se acima de 10% durante grande parte de 2022, mas declinando progressivamente ao longo de 2023. O ponto de maior retração ocorreu no segundo trimestre de 2024, com 3,44%. Subsequentemente, o indicador iniciou uma trajetória de ascensão em 2025, retornando a níveis próximos a 8,4%.
Desagregado do ROA em quatro componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-31), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31).
Observa-se um ciclo de volatilidade nos indicadores de rentabilidade e eficiência operacional, caracterizado por um declínio acentuado durante o ano de 2024 e uma recuperação gradual subsequente.
- Índice de carga tributária
- O indicador manteve-se estável ao longo de todo o período analisado, com oscilações marginais entre 0,85 e 0,90, indicando consistência na pressão tributária.
- Rácio de encargos com juros
- Houve uma redução significativa neste rácio, atingindo o ponto mais baixo no segundo trimestre de 2024, com valor de 0,52. Após esse período, registrou-se uma tendência de ascensão constante até atingir 0,77 no primeiro trimestre de 2026.
- Índice de margem EBIT
- A margem apresentou crescimento expressivo em 2023, com pico de 44,53% no segundo trimestre. Seguiu-se uma contração severa em 2024, atingindo a mínima de 22,81% no segundo trimestre, iniciando posteriormente um processo de recuperação que culminou em 33,18% no início de 2026.
- Índice de giro de ativos
- Após uma queda observada durante 2023, quando o índice se estabilizou em 0,28, registrou-se um crescimento linear e consistente a partir do primeiro trimestre de 2024, retornando ao patamar de 0,38 em 2026.
- Rácio de rendibilidade dos activos (ROA)
- O ROA acompanhou a trajetória da margem EBIT, declinando de 11,09% em 2022 para 3,44% no segundo trimestre de 2024. A partir do final de 2024, observa-se uma retomada gradual da rentabilidade, atingindo 8,43% no primeiro trimestre de 2026.
A análise conjunta dos dados sugere a superação de um período de baixa eficiência operacional e rentabilidade ocorrido em 2024, com os indicadores de giro e ROA convergindo novamente para os níveis observados no início do período analisado.
Desagregação do índice de margem de lucro líquido
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-31), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31).
Observa-se uma volatilidade significativa nos indicadores de rentabilidade e nos encargos financeiros ao longo do período analisado, caracterizada por um ciclo de expansão, contração acentuada e posterior recuperação gradual.
- Margens de Lucratividade
- O índice de margem EBIT e a margem de lucro líquido apresentaram trajetórias paralelas. Houve um crescimento sustentado até junho de 2023, momento em que a margem EBIT atingiu seu ápice em 44,53% e a margem líquida registrou níveis elevados próximos a 31%. No entanto, ocorreu uma queda brusca durante o exercício de 2024, com a margem EBIT recuando para 22,81% e a margem líquida atingindo seu ponto mínimo de 10,6% em junho de 2024. A partir do terceiro trimestre de 2024, iniciou-se uma tendência de recuperação, encerrando o período em março de 2026 com a margem EBIT em 33,18% e a margem líquida em 21,98%.
- Encargos com Juros
- O rácio de encargos com juros acompanhou a tendência de oscilação das margens operacionais. Após a manutenção de patamares próximos a 0,85, o indicador declinou significativamente, atingindo o valor mínimo de 0,52 em junho de 2024. Subsequentemente, observa-se uma retomada progressiva, com o rácio retornando ao nível de 0,77 em março de 2026, sugerindo uma melhora na capacidade de cobertura ou redução proporcional do custo da dívida frente ao resultado operacional.
- Carga Tributária
- O índice de carga tributária manteve-se com baixa volatilidade durante todo o intervalo temporal, oscilando em uma faixa estreita entre 0,85 e 0,90. Essa estabilidade indica que as variações observadas na lucratividade líquida não foram resultantes de alterações na carga tributária, mas sim de fatores operacionais e financeiros.