A ROE decomposição envolve a expressão do lucro líquido dividido pelo patrimônio líquido como produto dos índices componentes.
Desagregado de ROE em dois componentes
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-28), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-29), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-30), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-29), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-10-01), 10-Q (Data do relatório: 2023-07-02), 10-Q (Data do relatório: 2023-04-02), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-10-02), 10-Q (Data do relatório: 2022-07-03), 10-Q (Data do relatório: 2022-04-03).
A análise dos dados revela tendências distintas nos indicadores financeiros ao longo do período avaliado. O Rácio de Rendibilidade dos Ativos (ROA) demonstra um crescimento constante até o final de 2022, atingindo o valor mais alto no último trimestre daquele ano. Contudo, observa-se uma queda acentuada a partir do início de 2023, com valores negativos no final do ano e uma recuperação modesta nos trimestres subsequentes, embora ainda em níveis inferiores aos de 2022.
O Índice de Alavancagem Financeira apresenta uma relativa estabilidade, com flutuações dentro de uma faixa estreita entre 2.06 e 2.54. Há uma ligeira tendência de aumento a partir do segundo trimestre de 2023, mantendo-se em patamares similares até o final do período analisado.
O Índice de Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE) acompanha a trajetória do ROA, exibindo um crescimento até o final de 2022 e uma subsequente diminuição significativa a partir de 2023. O ROE atinge valores negativos no final de 2023 e início de 2024, indicando uma redução na rentabilidade do patrimônio líquido. A recuperação observada nos trimestres seguintes é menos expressiva do que a do ROA, permanecendo em níveis inferiores aos registrados em 2022.
- ROA (Rácio de Rendibilidade dos Ativos)
- Apresenta um pico em dezembro de 2022 e declínio subsequente, com recuperação lenta e incompleta.
- Índice de Alavancagem Financeira
- Mantém-se relativamente estável, com ligeira tendência de aumento a partir de 2023.
- ROE (Índice de Retorno sobre o Patrimônio Líquido)
- Segue a tendência do ROA, com queda acentuada após 2022 e valores negativos em alguns trimestres.
Em resumo, os dados indicam um período de crescimento até o final de 2022, seguido por um declínio na rentabilidade dos ativos e do patrimônio líquido a partir de 2023. A alavancagem financeira permanece relativamente constante ao longo do período.
Desagregado de ROE em três componentes
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-28), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-29), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-30), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-29), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-10-01), 10-Q (Data do relatório: 2023-07-02), 10-Q (Data do relatório: 2023-04-02), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-10-02), 10-Q (Data do relatório: 2022-07-03), 10-Q (Data do relatório: 2022-04-03).
A análise dos dados revela tendências distintas em diversos indicadores financeiros ao longo do período avaliado. Observa-se uma flutuação significativa no índice de margem de lucro líquido, iniciando em 27,01% e atingindo um pico de 31,27% antes de declinar para -4,62% e, posteriormente, apresentar recuperação parcial, fechando em 12,42%. Essa volatilidade sugere sensibilidade a fatores externos ou mudanças internas na estrutura de custos e precificação.
O índice de giro de ativos demonstra uma tendência de declínio constante. Iniciando em 0,5, o indicador diminui gradualmente ao longo dos trimestres, estabilizando-se em torno de 0,3. Essa redução pode indicar uma menor eficiência na utilização dos ativos para gerar receita, ou um aumento nos ativos que não contribuem diretamente para as vendas.
O índice de alavancagem financeira apresenta um padrão de variação menos pronunciado, mantendo-se geralmente na faixa de 2,0 a 2,5. Há um aumento notável no final do período, indicando um possível aumento no endividamento em relação ao patrimônio líquido. A estabilidade geral, entretanto, sugere que a empresa mantém um nível de endividamento gerenciável.
O índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) acompanha a tendência do índice de margem de lucro líquido, exibindo um declínio acentuado a partir de 30,29%, atingindo valores negativos. A recuperação observada nos últimos trimestres é menos expressiva do que a queda inicial, indicando desafios na geração de retorno sobre o investimento dos acionistas.
- Índice de margem de lucro líquido
- Apresenta alta volatilidade, com um declínio significativo seguido de recuperação parcial.
- Índice de giro de ativos
- Demonstra uma tendência consistente de declínio ao longo do período.
- Índice de alavancagem financeira
- Mantém-se relativamente estável, com um leve aumento no final do período.
- Índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE)
- Segue a tendência do índice de margem de lucro líquido, com um declínio acentuado e recuperação limitada.
Desagregado de ROA em dois componentes
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-28), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-29), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-30), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-29), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-10-01), 10-Q (Data do relatório: 2023-07-02), 10-Q (Data do relatório: 2023-04-02), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-10-02), 10-Q (Data do relatório: 2022-07-03), 10-Q (Data do relatório: 2022-04-03).
A análise dos dados revela tendências distintas em diversos indicadores financeiros ao longo do período avaliado. Observa-se uma flutuação significativa no índice de margem de lucro líquido, iniciando em 27,01% e atingindo um pico de 31,27% antes de declinar para -4,62%. Nos períodos mais recentes, o índice demonstra uma recuperação, alcançando 16,84% e estabilizando em 12,42%.
O índice de giro de ativos apresenta uma tendência geral de declínio. Começando em 0,5, o índice diminui consistentemente, atingindo 0,26 e mantendo-se relativamente estável entre 0,28 e 0,3 ao longo dos trimestres subsequentes. Essa redução sugere uma menor eficiência na utilização dos ativos para gerar receita.
O rácio de rendibilidade dos ativos (ROA) acompanha uma trajetória semelhante à do índice de margem de lucro líquido, com um crescimento inicial seguido de uma queda acentuada. O ROA aumenta de 13,58% para 15,91%, mas subsequentemente diminui para -1,2%. A partir desse ponto, o ROA demonstra sinais de recuperação, atingindo 5,22% e estabilizando em 3,73%.
- Índice de Margem de Lucro Líquido
- Apresenta alta volatilidade, com um declínio notável seguido de recuperação parcial.
- Índice de Giro de Ativos
- Demonstra uma tendência de queda constante, indicando menor eficiência na utilização dos ativos.
- Rácio de Rendibilidade dos Ativos (ROA)
- Segue um padrão similar ao índice de margem de lucro líquido, com um declínio acentuado e subsequente recuperação.
Em resumo, os dados indicam um período inicial de bom desempenho, seguido por um período de desafios e, posteriormente, sinais de recuperação. A diminuição do índice de giro de ativos merece atenção, pois pode indicar a necessidade de otimização na gestão de ativos. A recuperação observada no índice de margem de lucro líquido e no ROA nos trimestres mais recentes sugere uma melhora na rentabilidade, embora seja importante monitorar a sustentabilidade dessa tendência.