A ROE decomposição envolve a expressão do lucro líquido dividido pelo patrimônio líquido como produto dos índices componentes.
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Desagregado de ROE em dois componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-29), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-28), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-29), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-30), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-29), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-10-01), 10-Q (Data do relatório: 2023-07-02), 10-Q (Data do relatório: 2023-04-02), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-10-02), 10-Q (Data do relatório: 2022-07-03), 10-Q (Data do relatório: 2022-04-03).
Observa-se uma volatilidade acentuada nos indicadores de rentabilidade ao longo do período analisado, caracterizada por um ciclo de declínio severo seguido de uma recuperação gradual.
- Rácio de Rendibilidade dos Activos (ROA)
- O indicador apresentou crescimento inicial, atingindo o pico de 15,91% em dezembro de 2022. A partir de abril de 2023, iniciou-se uma trajetória de queda abrupta, atingindo valores negativos em março e junho de 2024, com a mínima de -1,2%. Houve uma reversão dessa tendência a partir de setembro de 2024, com a rentabilidade dos ativos estabilizando em patamares baixos, oscilando entre 3,61% e 5,22% no período final.
- Índice de Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE)
- O comportamento do ROE acompanhou a tendência do ROA. Após atingir a máxima de 32,79% no final de 2022, o indicador sofreu uma redução drástica, culminando em um valor negativo de -2,96% em junho de 2024. A recuperação ocorreu no segundo semestre de 2024, atingindo o ápice da fase de recuperação em junho de 2025, com 12,12%, antes de convergir para 8,31% em março de 2026.
- Índice de Alavancagem Financeira
- Diferente dos indicadores de rentabilidade, a alavancagem financeira manteve-se relativamente estável. O índice oscilou em uma faixa estreita entre 1,94 e 2,54, sem apresentar tendências de crescimento ou redução lineares, sugerindo que a estrutura de capital permaneceu constante independentemente das variações nos retornos operacionais.
A correlação direta entre a queda do ROA e do ROE indica que a redução da lucratividade líquida impactou proporcionalmente a eficiência dos ativos e o retorno aos acionistas, enquanto a estabilidade da alavancagem sugere que a crise de rentabilidade não foi desencadeada por alterações abruptas no endividamento.
Desagregado de ROE em três componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-29), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-28), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-29), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-30), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-29), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-10-01), 10-Q (Data do relatório: 2023-07-02), 10-Q (Data do relatório: 2023-04-02), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-10-02), 10-Q (Data do relatório: 2022-07-03), 10-Q (Data do relatório: 2022-04-03).
A análise dos indicadores financeiros revela oscilações significativas na rentabilidade e na eficiência operacional ao longo do período observado.
- Rentabilidade e Retorno sobre o Patrimônio
- O índice de margem de lucro líquido apresentou um desempenho robusto até o final de 2022, atingindo 31,27%. A partir de 2023, observou-se uma queda acentuada, com o indicador entrando em território negativo entre março e junho de 2024, atingindo o ponto mínimo de -4,62%. Houve uma recuperação subsequente a partir de setembro de 2024, com a margem atingindo 16,84% em junho de 2025 e estabilizando-se em 11,83% ao final do período. O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) seguiu a mesma trajetória, declinando de 33,61% em julho de 2022 para -2,96% em junho de 2024, recuperando-se posteriormente para patamares entre 8% e 12%.
- Eficiência Operacional
- O índice de giro de ativos demonstrou uma tendência de redução consistente, partindo de 0,52 no meio de 2022 e caindo para 0,25 em março de 2024. Após esse período de declínio, o indicador estabilizou-se em 0,30, sugerindo uma diminuição na eficiência da geração de receita em relação à base de ativos.
- Alavancagem Financeira
- O índice de alavancagem financeira manteve-se com volatilidade reduzida, oscilando predominantemente entre 1,94 e 2,54. Foi registrado um aumento pontual na alavancagem para 2,54 em dezembro de 2023, coincidindo com o período de contração das margens de lucro, retornando a níveis próximos de 2,30 nos trimestres seguintes.
Desagregado de ROA em dois componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-29), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-28), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-29), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-30), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-29), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-10-01), 10-Q (Data do relatório: 2023-07-02), 10-Q (Data do relatório: 2023-04-02), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-10-02), 10-Q (Data do relatório: 2022-07-03), 10-Q (Data do relatório: 2022-04-03).
Observa-se um ciclo de volatilidade acentuada nos indicadores de rentabilidade e eficiência operacional no período analisado, caracterizado por um pico de desempenho em 2022, seguido de uma contração severa em 2023 e início de 2024, e uma recuperação gradual posterior.
- Margem de Lucro Líquido
- O indicador apresentou tendência de alta no decorrer de 2022, atingindo o ápice de 31,27% em dezembro daquele ano. A partir de 2023, houve uma queda drástica, com a margem declinando para 3,56% ao final do ano e atingindo níveis negativos no primeiro semestre de 2024, com a mínima de -4,62% em junho. Uma recuperação foi observada a partir de setembro de 2024, com a margem ascendendo até 16,84% em junho de 2025, seguida de uma leve retração para 11,83% em março de 2026.
- Giro de Ativos
- A eficiência na utilização dos ativos manteve-se estável em patamares superiores a 0,50 durante a maior parte de 2022. No entanto, registrou-se um declínio progressivo ao longo de 2023, reduzindo-se para 0,26 em dezembro. Entre 2024 e 2026, o índice demonstrou estabilização em um nível inferior ao inicial, oscilando em uma faixa estreita entre 0,25 e 0,31.
- Retorno sobre Ativos (ROA)
- O ROA acompanhou a tendência da margem de lucro, com desempenho robusto em 2022, alcançando 15,91% em dezembro. O indicador sofreu uma redução acentuada em 2023, tornando-se negativo no primeiro semestre de 2024, com a mínima de -1,2% em junho. A partir do terceiro trimestre de 2024, houve a retomada da rentabilidade, que atingiu 5,22% em junho de 2025 e estabilizou-se em 3,61% no encerramento do período analisado.
A análise conjunta dos indicadores revela que a queda na rentabilidade foi acompanhada por uma redução na eficiência do giro de ativos, sugerindo que a diminuição da lucratividade não foi apenas pontual, mas refletiu uma mudança na capacidade de geração de receita a partir dos ativos disponíveis.