A ROE decomposição envolve a expressão do lucro líquido dividido pelo patrimônio líquido como produto dos índices componentes.
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Desagregado de ROE em dois componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-31), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31).
Observa-se uma volatilidade significativa nos indicadores de rentabilidade ao longo do período analisado, com uma queda acentuada durante o ano de 2023, seguida por uma recuperação expressiva em 2024 e 2025, e nova retração no primeiro trimestre de 2026.
- Rácio de Rendibilidade dos Activos (ROA)
- O indicador manteve-se estável entre 13,29% e 15,48% em 2022, porém sofreu uma redução drástica em 2023, atingindo o nível mínimo de 0,34% em dezembro daquele ano. A partir do primeiro trimestre de 2024, houve uma recuperação gradual, estabilizando-se na faixa de 13% a 15% durante a maior parte de 2024 e 2025, antes de declinar para 6,94% em março de 2026.
- Índice de Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE)
- A trajetória do ROE acompanhou a tendência do ROA, apresentando valores elevados em 2022, com pico de 38,34%. Em 2023, registrou-se um declínio severo, chegando a 0,97% no fechamento do ano. A recuperação ocorreu de forma abrupta em 2024, com retornos retornando ao patamar de 31% a 36% até o final de 2025, finalizando o período em março de 2026 com uma queda para 19,48%.
- Índice de Alavancagem Financeira
- Diferente dos indicadores de rentabilidade, a alavancagem financeira apresentou maior estabilidade, oscilando predominantemente entre 2,3 e 2,8. Houve uma leve tendência de alta no final de 2023 e no início de 2026, indicando que as oscilações bruscas no ROA e ROE não foram causadas por alterações estruturais profundas na composição do endividamento, mas possivelmente por variações nos resultados operacionais.
A correlação direta entre o ROA e o ROE evidencia que a performance financeira foi fortemente impactada por eventos específicos em 2023, cuja reversão ocorreu integralmente no exercício seguinte, mantendo a eficiência do capital até o início de 2026.
Desagregado de ROE em três componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-31), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31).
Observa-se uma volatilidade significativa nos indicadores de rentabilidade ao longo do período analisado. A margem de lucro líquido e o retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) exibiram trajetórias semelhantes, com uma retração severa durante o ano de 2023, atingindo os pontos mais baixos no quarto trimestre daquele ano. Esse declínio foi sucedido por uma recuperação expressiva a partir do segundo trimestre de 2024, com ambos os indicadores retornando a níveis elevados e estabilizando-se durante a maior parte de 2025, antes de registrarem nova queda no primeiro trimestre de 2026.
- Margem de Lucro Líquido
- Apresentou instabilidade marcante, variando de picos próximos a 30% a mínimas inferiores a 1%, com a recuperação ocorrendo de forma acelerada em 2024.
- Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE)
- Acompanhou a tendência da margem de lucro, com queda brusca em 2023 e retomada de patamares acima de 30% entre 2024 e 2025.
- Giro de Ativos
- Manteve-se relativamente constante, oscilando em uma faixa estreita entre 0,47 e 0,58, o que indica estabilidade na eficiência do uso dos ativos independentemente das flutuações de lucro.
- Alavancagem Financeira
- Demonstrou comportamento estável, com variações graduais entre 2,30 e 2,84, sugerindo que a estrutura de capital não sofreu alterações drásticas durante os períodos de volatilidade nos resultados.
A correlação positiva entre a margem de lucro e o ROE sugere que a rentabilidade do capital próprio foi fortemente impactada pelos resultados líquidos do período. A estabilidade do giro de ativos e da alavancagem financeira indica que as oscilações nos lucros não foram decorrentes de mudanças na escala operacional ou de alterações significativas no endividamento, mas sim de fatores que afetaram a lucratividade final.
Desagregado de ROA em dois componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-31), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31).
A análise dos indicadores financeiros revela períodos de instabilidade acentuada intercalados por fases de recuperação e estabilização.
- Margem de Lucro Líquido
- Observa-se uma oscilação significativa nos resultados. Após um período de estabilidade entre 24% e 29% em 2022, houve uma contração severa ao longo de 2023, com o índice atingindo o nível mínimo de 0,61% em dezembro daquele ano. No decorrer de 2024 e 2025, os valores recuperaram-se, retornando à faixa de 25% a 29%, antes de registrarem nova queda para 13,59% em março de 2026.
- Giro de Ativos
- O indicador manteve-se resiliente e constante, com variações marginais situadas entre 0,47 e 0,58. A ausência de flutuações bruscas sugere que a eficiência na utilização dos ativos para a geração de receita permaneceu estável durante todo o intervalo analisado.
- Retorno sobre Ativos (ROA)
- O ROA apresentou um comportamento estreitamente correlacionado à margem de lucro líquido. Verificou-se uma queda drástica em 2023, com o ponto mais baixo registrado em 0,34% em dezembro. A subsequente recuperação em 2024 e 2025 elevou o indicador novamente para a faixa de 13% a 15%, seguida por uma redução para 6,94% no encerramento do período em março de 2026.