A ROE decomposição envolve a expressão do lucro líquido dividido pelo patrimônio líquido como produto dos índices componentes.
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Desagregado de ROE em dois componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-31), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31).
Observa-se uma trajetória de declínio nos indicadores de rentabilidade ao longo do período compreendido entre março de 2022 e março de 2026. A redução mais acentuada ocorre durante o ano de 2022, seguida por uma fase de estabilização em patamares inferiores.
- Rácio de rendibilidade dos activos (ROA)
- O indicador apresenta uma queda consistente, partindo de 30,11% no primeiro trimestre de 2022 e encerrando em 10,82% no primeiro trimestre de 2026. Este movimento indica uma diminuição na eficiência da utilização dos ativos para a geração de lucro líquido.
- Índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE)
- Acompanhando a tendência do ROA, o ROE declinou de 39,84% para 14,08% no mesmo intervalo. A magnitude da queda reflete a menor rentabilidade do capital próprio investido.
- Índice de alavancagem financeira
- O índice manteve-se estável, oscilando em uma faixa estreita entre 1,27 e 1,32. A ausência de variações significativas sugere a manutenção de uma estrutura de capital constante durante todo o período analisado.
A correlação entre a estabilidade da alavancagem financeira e a queda simultânea do ROA e do ROE evidencia que a redução na rentabilidade não decorre de alterações na estrutura de endividamento, mas sim de fatores operacionais que impactaram a capacidade de geração de resultados em relação à base de ativos.
Desagregado de ROE em três componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-31), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31).
Observa-se uma tendência de retração nos indicadores de rentabilidade e eficiência operacional ao longo do período analisado, com a estabilização de métricas em patamares inferiores aos iniciais.
- Margem de Lucro Líquido
- Houve um declínio acentuado na margem de lucro líquido, que iniciou em 48,06% em março de 2022 e apresentou quedas sucessivas até atingir a faixa entre 29% e 33% a partir de 2023. O indicador manteve-se nesse intervalo de estabilidade até março de 2026.
- Giro de Ativos
- A eficiência na utilização dos ativos apresentou redução gradual, com o índice recuando de 0,63 para valores situados entre 0,35 e 0,38. A queda foi mais pronunciada entre 2022 e 2023, seguida de uma fase de estabilização.
- Alavancagem Financeira
- O índice de alavancagem financeira demonstrou alta estabilidade durante todo o período, com oscilações marginais entre 1,27 e 1,32, indicando a manutenção da estrutura de capital.
- Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE)
- O ROE apresentou a queda mais significativa em termos percentuais, reduzindo de 39,84% em março de 2022 para patamares próximos a 14% a 15% a partir de 2023. Esse comportamento reflete a combinação da redução na margem de lucro e a menor eficiência no giro de ativos.
A análise conjunta dos dados indica que a diminuição da rentabilidade final foi impulsionada por perdas de margem e eficiência operacional, enquanto a estratégia de endividamento permaneceu constante.
Desagregado de ROE em cinco componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-31), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31).
Observa-se uma tendência de declínio nos indicadores de rentabilidade e eficiência operacional ao longo do período analisado, seguida por uma fase de estabilização.
- Rentabilidade Operacional e do Patrimônio
- A margem EBIT apresentou uma redução expressiva, partindo de 55,67% em março de 2022 e atingindo seu ponto mais baixo de 31,4% em março de 2024, com posterior estabilização na faixa entre 34% e 36%. De forma análoga, o Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE) sofreu uma queda acentuada, declinando de 39,84% para patamares próximos a 14% a 15% a partir de 2024.
- Eficiência de Ativos
- O índice de giro de ativos demonstrou uma trajetória descendente contínua, reduzindo-se de 0,63 no início do período para 0,37 em março de 2026, indicando uma diminuição na eficiência da geração de receita em relação aos ativos totais.
- Estrutura de Capital e Encargos
- O índice de alavancagem financeira e o rácio de encargos com juros mantiveram-se estáveis, com oscilações mínimas. A alavancagem permaneceu predominantemente entre 1,27 e 1,32, enquanto o rácio de encargos com juros manteve-se praticamente constante em 0,99.
- Carga Tributária
- O índice de carga tributária apresentou flutuações leves, registrando um pico de 0,95 em março de 2024 e retornando ao nível de 0,86 ao final do período observado.
Desagregado de ROA em dois componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-31), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31).
Observa-se uma tendência generalizada de declínio nos indicadores de rentabilidade e eficiência operacional no período compreendido entre março de 2022 e março de 2026, seguida por uma fase de estabilização em patamares inferiores.
- Margem de Lucro Líquido
- Houve uma redução expressiva na margem de lucro líquido, que iniciou em 48,06% em março de 2022 e declinou consistentemente até atingir a faixa dos 30% em março de 2024. Entre junho de 2024 e dezembro de 2025, o indicador demonstrou estabilidade, oscilando entre 31% e 33%, com uma leve retração para 29,65% no encerramento do período analisado.
- Giro de Ativos
- O índice de giro de ativos apresentou uma trajetória de queda, partindo de 0,63 em março de 2022 e reduzindo-se para 0,42 até dezembro de 2022. A partir de março de 2023, a métrica estabilizou-se em um intervalo estreito entre 0,35 e 0,41, sugerindo uma diminuição na eficiência da geração de receita a partir da base de ativos instalada.
- Retorno sobre os Ativos (ROA)
- O ROA refletiu a combinação da compressão das margens e da queda no giro de ativos, registrando uma contração acentuada de 30,11% em março de 2022 para 11,22% em março de 2024. Nos trimestres subsequentes, o indicador manteve-se estável, flutuando próximo a 11% e 12%, finalizando em 10,82% em março de 2026.
Desagregado do ROA em quatro componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-31), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31).
Observa-se uma retração significativa na margem EBIT durante a primeira metade do período analisado, com o índice declinando de 55,67% em março de 2022 para 32,57% em dezembro de 2023. Após esse intervalo de queda, o indicador entrou em uma fase de estabilização, oscilando entre 31,4% e 36,77% até março de 2026.
O retorno sobre os ativos (ROA) acompanhou a tendência de queda da margem operacional. Houve uma redução expressiva de 30,11% no primeiro trimestre de 2022 para 11,22% em março de 2024. Nos trimestres subsequentes, o rendimento manteve-se em um patamar inferior e constante, encerrando o período em 10,82%.
- Eficiência de Ativos
- O índice de giro de ativos apresentou uma tendência decrescente e consistente, partindo de 0,63 e convergindo para a faixa entre 0,35 e 0,38. Esse movimento indica uma diminuição na capacidade de geração de receita para cada unidade de ativo detida.
- Carga Tributária e Encargos Financeiros
- O índice de carga tributária demonstrou estabilidade relativa, com oscilações leves entre 0,86 e 0,95. Simultaneamente, o rácio de encargos com juros permaneceu praticamente invariável, mantendo-se em torno de 0,99 durante todo o intervalo observado.
Desagregação do índice de margem de lucro líquido
Regeneron Pharmaceuticals Inc., decomposição do índice de margem de lucro líquido (dados trimestrais)
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-31), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31).
A rentabilidade operacional e líquida apresentou uma contração expressiva nos primeiros dois anos do período analisado, seguida por uma fase de estabilização.
- Índice de margem EBIT
- Houve uma redução significativa da margem, que passou de 55,67% em março de 2022 para 31,4% em março de 2024. A partir desse ponto, o indicador demonstrou recuperação e estabilidade, oscilando entre 34% e 36,77% até o final do período analisado.
- Índice de margem de lucro líquido
- O indicador acompanhou a tendência da margem EBIT, registrando uma queda de 48,06% em março de 2022 para o patamar mínimo de 29,45% em março de 2024. Subsequentemente, a margem estabilizou-se em um intervalo entre 29,65% e 33,61%.
- Índice de carga tributária
- Observou-se um crescimento gradual no índice, partindo de 0,87 em março de 2022 e atingindo o pico de 0,95 em março de 2024. Nos períodos seguintes, houve uma tendência de declínio, retornando ao nível de 0,86 em março de 2026.
- Rácio de encargos com juros
- O indicador manteve-se praticamente constante durante todo o intervalo analisado, com variações irrelevantes entre 0,98 e 0,99, evidenciando estabilidade nos custos financeiros.