A ROE decomposição envolve a expressão do lucro líquido dividido pelo patrimônio líquido como produto dos índices componentes.
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Desagregado de ROE em dois componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-28), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-27), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-28), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-29), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-28), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-29), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-30), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-07-01), 10-Q (Data do relatório: 2023-04-01), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-10-01), 10-Q (Data do relatório: 2022-07-02), 10-Q (Data do relatório: 2022-04-02).
Observa-se uma tendência de declínio nos indicadores de rentabilidade durante a maior parte do período analisado, seguida por uma fase de estabilização.
- Rácio de rendibilidade dos activos (ROA)
- O indicador apresentou uma trajetória descendente, partindo de 8,2% em abril de 2022 e atingindo a faixa de 6% a partir de 2023. Registrou-se uma recuperação moderada ao longo de 2024, com pico de 6,58% em dezembro, retornando a 6,05% em março de 2026.
- Índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE)
- Houve uma redução expressiva na rentabilidade do patrimônio líquido, que recuou de 18,56% no início de 2022 para níveis situados entre 12,5% e 13,2% a partir de 2023. A métrica demonstrou estabilidade relativa nos trimestres finais, encerrando o período em 13,19%.
- Índice de alavancagem financeira
- A alavancagem financeira manteve-se em tendência de queda entre abril de 2022 (2,26) e dezembro de 2024 (1,96). Após atingir esse ponto mínimo, observou-se um incremento gradual no índice, que atingiu 2,18 em março de 2026.
A redução simultânea do ROA e do índice de alavancagem financeira entre 2022 e 2023 explica a compressão do ROE no mesmo intervalo. A estabilização posterior desses indicadores sugere a consolidação de novos patamares de eficiência operacional e estrutura de capital.
Desagregado de ROE em três componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-28), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-27), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-28), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-29), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-28), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-29), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-30), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-07-01), 10-Q (Data do relatório: 2023-04-01), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-10-01), 10-Q (Data do relatório: 2022-07-02), 10-Q (Data do relatório: 2022-04-02).
Observa-se uma trajetória de retração inicial seguida de estabilização nos indicadores de rentabilidade, enquanto os índices de eficiência e estrutura de capital mantiveram-se com variações moderadas ao longo do período analisado.
- Margem de Lucro Líquido
- Houve um declínio acentuado a partir de abril de 2022, quando a margem era de 18,49%, atingindo seu ponto mais baixo em julho de 2023, com 13,14%. A partir desse período, registrou-se uma recuperação gradual e consistente, estabilizando-se na faixa de 15% entre o final de 2024 e março de 2026.
- Giro de Ativos
- O índice apresentou estabilidade relativa, com uma leve oscilação positiva em outubro de 2022 (0,49) e uma tendência de queda marginal e lenta nos períodos subsequentes, encerrando o ciclo em 0,40 em março de 2026.
- Alavancagem Financeira
- O nível de endividamento demonstrou flutuações moderadas, iniciando em 2,26 e atingindo o patamar mínimo de 1,96 em dezembro de 2024. No último ano do período, houve um incremento gradual, retornando ao nível de 2,18 em março de 2026.
- Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE)
- O ROE acompanhou a tendência da margem de lucro líquido, apresentando uma queda significativa de 18,56% em abril de 2022 para patamares próximos a 13% a partir de 2024. A rentabilidade do patrimônio permaneceu lateralizada entre 12,5% e 13,2% na metade final do intervalo observado.
Desagregado de ROE em cinco componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-28), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-27), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-28), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-29), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-28), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-29), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-30), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-07-01), 10-Q (Data do relatório: 2023-04-01), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-10-01), 10-Q (Data do relatório: 2022-07-02), 10-Q (Data do relatório: 2022-04-02).
A análise dos indicadores financeiros revela variações significativas na rentabilidade e na eficiência operacional ao longo do período observado.
- Rentabilidade Operacional e Patrimonial
- A margem EBIT apresentou uma trajetória de declínio acentuado no início do período, caindo de 22,24% em abril de 2022 para 16,29% em julho de 2023. Posteriormente, houve uma recuperação gradual e estabilização, mantendo-se na faixa de 19,4% a 19,6% entre 2024 e 2026. Paralelamente, o Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE) demonstrou uma tendência de queda prolongada, reduzindo-se de 18,56% para níveis próximos a 13%, com a menor marca registrada em setembro de 2024.
- Eficiência e Alavancagem
- O índice de giro de ativos manteve-se em patamares estáveis, com leves oscilações entre 0,49 e 0,40, evidenciando uma tendência de redução marginal na eficiência de utilização dos ativos ao final do período. A alavancagem financeira oscilou entre 2,26 e 1,96, atingindo seu ponto mais baixo em dezembro de 2024, seguida de um aumento para 2,18 em março de 2026.
- Encargos Financeiros e Tributários
- O rácio de encargos com juros exibiu uma redução gradual, partindo de 0,94 em 2022 e estabilizando-se em torno de 0,83 a 0,84 a partir de 2024. O índice de carga tributária permaneceu com baixa volatilidade, oscilando predominantemente entre 0,88 e 0,95 durante todo o intervalo analisado.
Desagregado de ROA em dois componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-28), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-27), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-28), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-29), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-28), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-29), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-30), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-07-01), 10-Q (Data do relatório: 2023-04-01), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-10-01), 10-Q (Data do relatório: 2022-07-02), 10-Q (Data do relatório: 2022-04-02).
Observa-se uma trajetória de declínio na margem de lucro líquido durante o período compreendido entre abril de 2022 e julho de 2023, com o indicador recuando de 18,49% para 13,14%. A partir desse ponto, inicia-se uma fase de recuperação gradual e estabilização, encerrando o ciclo analisado em março de 2026 com um índice de 15,15%.
- Índice de margem de lucro líquido
- Apresentou uma redução acentuada no primeiro biênio, seguida por uma tendência de recuperação resiliente, mantendo-se acima dos 14% a partir de março de 2024.
- Índice de giro de ativos
- Manteve-se em patamares de estabilidade relativa, com oscilações discretas. O pico de eficiência ocorreu em outubro de 2022 (0,49), seguido de uma tendência de leve declínio até atingir 0,40 em março de 2026.
- Rácio de rendibilidade dos ativos (ROA)
- Espelhou o comportamento da margem líquida, com queda de 8,2% em abril de 2022 para 6,08% em julho de 2023. Houve uma recuperação moderada até março de 2025, atingindo 6,58%, antes de retornar ao nível de 6,05% no final do período.
A análise conjunta dos indicadores sugere que a rentabilidade sobre os ativos e a margem líquida sofreram pressões significativas até meados de 2023, encontrando posteriormente um novo patamar de equilíbrio. A estabilidade do giro de ativos indica que a variação na rentabilidade não foi impulsionada por mudanças drásticas na eficiência do uso dos ativos, mas sim por fatores que impactaram a conversão de receitas em lucro líquido.
Desagregado do ROA em quatro componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-28), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-27), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-28), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-29), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-28), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-29), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-30), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-07-01), 10-Q (Data do relatório: 2023-04-01), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-10-01), 10-Q (Data do relatório: 2022-07-02), 10-Q (Data do relatório: 2022-04-02).
A análise dos indicadores financeiros revela um ciclo de contração na rentabilidade e na eficiência operacional, seguido por uma fase de estabilização nos níveis de margem e encargos.
- Margem EBIT
- Verifica-se uma redução expressiva na margem EBIT entre o primeiro trimestre de 2022 e o segundo trimestre de 2023, com o índice declinando de 22,24% para 16,29%. A partir desse ponto, observa-se uma recuperação gradual, com a margem retomando a trajetória de crescimento e estabilizando-se na faixa de 19,4% a 19,6% entre 2024 e 2026.
- Retorno sobre Ativos (ROA)
- O ROA apresentou uma tendência descendente generalizada, partindo de 8,2% em abril de 2022 e atingindo patamares próximos a 6,0% a partir de 2023. Apesar de oscilações pontuais de recuperação no decorrer de 2024 e início de 2025, o indicador manteve-se em níveis inferiores aos iniciais, encerrando o período em 6,05%.
- Giro de Ativos
- O índice de giro de ativos demonstrou uma leve tendência de declínio ao longo do período analisado. Após atingir o pico de 0,49 no terceiro trimestre de 2022, o rácio apresentou quedas graduais, finalizando em 0,40, o que sugere uma redução na eficiência da utilização dos ativos para a geração de receita.
- Encargos com Juros e Carga Tributária
- O rácio de encargos com juros registrou uma queda consistente de 0,94 para 0,82 entre 2022 e 2023, mantendo-se estável em torno de 0,83 a 0,84 nos períodos subsequentes. Paralelamente, o índice de carga tributária manteve-se com baixa volatilidade, oscilando entre 0,88 e 0,95 e consolidando-se em 0,93 ao final do intervalo observado.
Desagregação do índice de margem de lucro líquido
Thermo Fisher Scientific Inc., decomposição do índice de margem de lucro líquido (dados trimestrais)
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-28), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-27), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-28), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-29), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-28), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-29), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-30), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-07-01), 10-Q (Data do relatório: 2023-04-01), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-10-01), 10-Q (Data do relatório: 2022-07-02), 10-Q (Data do relatório: 2022-04-02).
A rentabilidade operacional e líquida apresentou um declínio acentuado entre abril de 2022 e julho de 2023. A margem EBIT reduziu de 22,24% para 16,29%, enquanto a margem de lucro líquido recuou de 18,49% para 13,14%. A partir do segundo semestre de 2023, iniciou-se uma recuperação gradual que culminou em um período de estabilidade entre 2024 e 2026, com a margem EBIT situando-se em torno de 19,5% e a margem líquida oscilando entre 14,5% e 15,2%.
- Índice de carga tributária
- Houve uma tendência de elevação inicial, partindo de 0,88 em abril de 2022 e atingindo o pico de 0,95 entre julho e dezembro de 2023. Nos períodos subsequentes, o indicador estabilizou-se em um patamar superior ao inicial, variando entre 0,91 e 0,94.
- Rácio de encargos com juros
- O indicador registrou uma trajetória descendente constante, reduzindo de 0,94 para 0,82 em março de 2024. Após esse ponto, o rácio permaneceu estável, com variações mínimas entre 0,82 e 0,84 até março de 2026.
Os padrões observados indicam que a compressão das margens ocorrida no biênio 2022-2023 foi revertida, estabelecendo-se um novo patamar de lucratividade. Esse movimento de recuperação ocorreu simultaneamente à estabilização do custo de juros e à manutenção de uma carga tributária mais elevada do que a registrada no início da série temporal.