A ROE decomposição envolve a expressão do lucro líquido dividido pelo patrimônio líquido como produto dos índices componentes.
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Aceitamos:
Desagregado de ROE em dois componentes
| ROE | = | ROA | × | Índice de alavancagem financeira | |
|---|---|---|---|---|---|
| 27 de dez. de 2025 | = | × | |||
| 28 de dez. de 2024 | = | × | |||
| 30 de dez. de 2023 | = | × | |||
| 31 de dez. de 2022 | = | × | |||
| 25 de dez. de 2021 | = | × |
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-27), 10-K (Data do relatório: 2024-12-28), 10-K (Data do relatório: 2023-12-30), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-25).
A análise dos dados financeiros revela tendências distintas em relação à rentabilidade e ao endividamento ao longo do período avaliado. Observa-se uma flutuação significativa no Rácio de Rendibilidade dos Activos (ROA), com um valor elevado em 2021, seguido de uma queda acentuada nos anos subsequentes, atingindo o ponto mais baixo em 2022. A partir de 2023, o ROA demonstra uma recuperação gradual, com um aumento notável em 2025.
O Índice de Alavancagem Financeira apresenta uma estabilidade considerável. Após um valor de 1.66 em 2021, o índice diminui ligeiramente em 2022 e se mantém relativamente constante nos anos seguintes, oscilando entre 1.20 e 1.23. Esta estabilidade sugere uma gestão consistente do endividamento.
O Índice de Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE) acompanha a tendência do ROA, exibindo um declínio substancial de 2021 para 2022. Similarmente ao ROA, o ROE demonstra sinais de recuperação a partir de 2023, culminando em um aumento expressivo em 2025. A correlação entre ROA e ROE indica que as mudanças na rentabilidade dos ativos impactam diretamente o retorno gerado para os acionistas.
- ROA (Rácio de Rendibilidade dos Activos)
- Apresenta uma trajetória de declínio inicial seguida de recuperação, indicando variações na eficiência na utilização dos ativos para gerar lucro.
- Índice de Alavancagem Financeira
- Mantém-se relativamente estável, sugerindo uma política de endividamento consistente.
- ROE (Índice de Retorno sobre o Patrimônio Líquido)
- Reflete a performance do ROA, com uma queda inicial e posterior recuperação, demonstrando o impacto da rentabilidade dos ativos no retorno para os acionistas.
Em resumo, os dados indicam um período de ajuste na rentabilidade, seguido de uma recuperação gradual. A estabilidade do índice de alavancagem financeira sugere uma gestão prudente do endividamento durante todo o período analisado.
Desagregado de ROE em três componentes
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-27), 10-K (Data do relatório: 2024-12-28), 10-K (Data do relatório: 2023-12-30), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-25).
A análise dos dados financeiros anuais revela tendências distintas em diversos indicadores ao longo do período avaliado. Observa-se uma flutuação significativa no índice de margem de lucro líquido, com uma redução acentuada de 2021 para 2022 e 2023, seguida de uma recuperação gradual em 2024 e um aumento mais expressivo em 2025.
O índice de giro de ativos demonstra uma queda substancial de 2021 para 2022, mantendo-se em patamares baixos nos anos subsequentes, com uma leve melhora em 2025. Este padrão sugere uma diminuição na eficiência com que os ativos são utilizados para gerar receita.
O índice de alavancagem financeira apresenta uma trajetória de declínio inicial de 2021 para 2023, estabilizando-se e mostrando um ligeiro aumento em 2024 e 2025. A empresa manteve um nível de endividamento relativamente constante nos últimos anos.
O índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) acompanha a tendência do índice de margem de lucro líquido, com uma queda drástica de 2021 para 2023 e uma recuperação progressiva em 2024 e 2025. A rentabilidade do patrimônio líquido apresentou melhorias nos anos mais recentes, embora ainda não tenha retornado aos níveis observados em 2021.
- Índice de margem de lucro líquido
- Apresenta uma volatilidade considerável, indicando mudanças na rentabilidade da empresa ao longo do tempo.
- Índice de giro de ativos
- Demonstra uma eficiência decrescente na utilização dos ativos para gerar vendas, com uma leve recuperação no último período.
- Índice de alavancagem financeira
- Indica um nível de endividamento relativamente estável, com uma pequena variação ao longo dos anos.
- Índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE)
- Reflete a rentabilidade do investimento dos acionistas, com uma recuperação notável nos anos mais recentes após um período de declínio.
Desagregado de ROE em cinco componentes
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-27), 10-K (Data do relatório: 2024-12-28), 10-K (Data do relatório: 2023-12-30), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-25).
A análise dos dados financeiros revela tendências distintas ao longo do período avaliado. Observa-se uma flutuação no índice de carga tributária, com um aumento significativo de 2022 para 2023, seguido por uma redução em 2024 e um novo aumento em 2025. O rácio de encargos com juros demonstra estabilidade, mantendo-se próximo da unidade ao longo dos anos, com ligeiras variações.
O índice de margem EBIT apresentou uma queda acentuada de 2021 para 2023, atingindo o seu ponto mais baixo neste último ano. Em 2024 e 2025, houve uma recuperação, embora não tenha retornado aos níveis de 2021. O índice de giro de ativos indica uma baixa eficiência na utilização dos ativos, com valores consistentemente abaixo de 0.5 ao longo do período, apresentando uma ligeira tendência de aumento em 2025.
O índice de alavancagem financeira manteve-se relativamente estável, com valores em torno de 1.2, sugerindo um nível consistente de endividamento. O índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) apresentou uma queda drástica de 2021 para 2023, refletindo a diminuição da rentabilidade em relação ao patrimônio líquido. Contudo, o ROE demonstra uma recuperação notável em 2025, indicando uma melhoria na capacidade de gerar lucro a partir do capital próprio.
- Índice de carga tributária
- Apresenta volatilidade, com picos e quedas ao longo do período, indicando mudanças na estrutura tributária ou na capacidade de otimização fiscal.
- Rácio de encargos com juros
- Mantém-se estável, sugerindo uma gestão consistente da dívida e dos custos financeiros.
- Índice de margem EBIT
- Demonstra uma trajetória de declínio seguida de recuperação, refletindo variações na rentabilidade operacional.
- Índice de giro de ativos
- Indica baixa eficiência na utilização dos ativos, com uma ligeira melhora no último ano analisado.
- Índice de alavancagem financeira
- Mantém-se relativamente constante, sugerindo um nível de endividamento estável.
- Índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE)
- Apresenta uma queda significativa seguida de recuperação, indicando flutuações na rentabilidade do capital próprio.
Desagregado de ROA em dois componentes
| ROA | = | Índice de margem de lucro líquido | × | Giro de ativos | |
|---|---|---|---|---|---|
| 27 de dez. de 2025 | = | × | |||
| 28 de dez. de 2024 | = | × | |||
| 30 de dez. de 2023 | = | × | |||
| 31 de dez. de 2022 | = | × | |||
| 25 de dez. de 2021 | = | × |
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-27), 10-K (Data do relatório: 2024-12-28), 10-K (Data do relatório: 2023-12-30), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-25).
A análise dos dados financeiros anuais revela tendências distintas em diversos indicadores de desempenho. Observa-se uma flutuação significativa no índice de margem de lucro líquido ao longo do período analisado. Houve uma redução substancial de 2021 para 2022, seguida de uma diminuição adicional em 2023. Em 2024, o índice apresentou uma recuperação modesta, culminando em um aumento mais expressivo em 2025.
O índice de giro de ativos demonstra uma trajetória de baixa consistência. Após um valor de 1.32 em 2021, o índice registrou quedas sucessivas em 2022 e 2023, estabilizando-se em torno de 0.35-0.37 nos anos subsequentes, com uma ligeira melhora em 2025.
O rácio de rendibilidade dos ativos (ROA) acompanha um padrão semelhante ao do índice de margem de lucro líquido. Houve uma queda acentuada de 2021 para 2022 e 2023, indicando uma diminuição na eficiência na utilização dos ativos para gerar lucro. A partir de 2024, o ROA demonstra sinais de recuperação, com um aumento notável em 2025.
- Índice de Margem de Lucro Líquido
- Apresenta alta volatilidade, com uma tendência geral de recuperação nos últimos períodos.
- Índice de Giro de Ativos
- Indica uma eficiência decrescente na utilização dos ativos, com estabilização e leve melhora recente.
- Rácio de Rendibilidade dos Ativos (ROA)
- Reflete a capacidade de gerar lucro a partir dos ativos, com recuperação observada nos anos mais recentes.
Em resumo, os dados sugerem um período inicial de declínio na rentabilidade e eficiência, seguido por uma fase de recuperação gradual. A melhora observada em 2024 e 2025, tanto no índice de margem de lucro líquido quanto no ROA, pode indicar a implementação de estratégias eficazes ou mudanças favoráveis no ambiente de negócios.
Desagregado do ROA em quatro componentes
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-27), 10-K (Data do relatório: 2024-12-28), 10-K (Data do relatório: 2023-12-30), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-25).
A análise dos dados financeiros revela tendências distintas ao longo do período avaliado. Observa-se uma flutuação no índice de carga tributária, com um aumento significativo em 2022 e 2023, seguido por uma redução em 2024 e um novo aumento em 2025. O rácio de encargos com juros demonstra relativa estabilidade, com ligeiras variações ao longo dos anos, mantendo-se próximo da unidade.
O índice de margem EBIT apresenta uma queda acentuada de 2021 para 2023, indicando uma diminuição na rentabilidade operacional. Contudo, há uma recuperação parcial em 2024 e 2025, embora os níveis ainda não atinjam os valores observados em 2021. O índice de giro de ativos demonstra um declínio substancial de 2021 para 2023, sugerindo uma menor eficiência na utilização dos ativos para gerar receita. Há uma ligeira melhora em 2024 e 2025, mas permanece em patamares baixos.
O rácio de rendibilidade dos ativos (ROA) acompanha a tendência do índice de margem EBIT, com uma queda expressiva de 2021 para 2023. Similarmente, observa-se uma recuperação em 2024 e 2025, com o ROA atingindo o maior valor no período em 2025. A correlação entre o índice de margem EBIT e o ROA sugere que a rentabilidade dos ativos está diretamente ligada à rentabilidade operacional.
- Índice de carga tributária
- Apresenta volatilidade, com picos em 2023 e 2025, indicando maior proporção de lucro destinada ao pagamento de impostos nesses anos.
- Rácio de encargos com juros
- Mantém-se relativamente estável, sugerindo consistência na gestão da dívida e nos custos financeiros.
- Índice de margem EBIT
- Demonstra uma trajetória de declínio seguida de recuperação, refletindo mudanças na eficiência operacional e na rentabilidade do negócio.
- Índice de giro de ativos
- Indica uma redução na eficiência da utilização dos ativos, com uma leve melhora nos anos mais recentes, mas ainda abaixo dos níveis iniciais.
- Rácio de rendibilidade dos ativos (ROA)
- Segue a tendência do índice de margem EBIT, com uma queda inicial e posterior recuperação, evidenciando a relação entre rentabilidade operacional e a capacidade de gerar lucro a partir dos ativos.
Desagregação do índice de margem de lucro líquido
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-27), 10-K (Data do relatório: 2024-12-28), 10-K (Data do relatório: 2023-12-30), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-25).
A análise dos dados financeiros demonstra flutuações significativas em diversos indicadores ao longo do período avaliado. Observa-se uma tendência de aumento no índice de carga tributária entre 2021 e 2023, com um pico em 2023, seguido por uma redução em 2024 e um novo aumento em 2025, embora não atinja o valor de 2023. O rácio de encargos com juros apresenta relativa estabilidade, com ligeiras variações ao longo dos anos, mantendo-se próximo de 1.
O índice de margem EBIT demonstra uma queda acentuada entre 2021 e 2023, atingindo o seu ponto mais baixo em 2023. A partir de 2024, observa-se uma recuperação gradual, com um aumento consistente até 2025, embora ainda não retorne aos níveis de 2021. De forma similar, o índice de margem de lucro líquido segue uma trajetória semelhante, com uma diminuição expressiva entre 2021 e 2023, e uma recuperação subsequente a partir de 2024, culminando em um valor próximo ao de 2021 em 2025.
- Índice de carga tributária
- Apresenta volatilidade, com um aumento notável em 2023, seguido de uma correção em 2024 e um novo aumento em 2025.
- Rácio de encargos com juros
- Mantém-se relativamente estável, indicando uma consistência na gestão das obrigações financeiras.
- Índice de margem EBIT
- Exibe uma queda significativa seguida de recuperação, sugerindo desafios operacionais iniciais e subsequentes melhorias na eficiência.
- Índice de margem de lucro líquido
- Reflete o desempenho geral da rentabilidade, acompanhando a tendência do índice de margem EBIT, com uma recuperação notável nos anos mais recentes.
Em resumo, os dados indicam um período de desafios entre 2022 e 2023, seguido por uma recuperação gradual em 2024 e 2025. A estabilidade do rácio de encargos com juros contrasta com a volatilidade dos índices de margem, sugerindo que a rentabilidade foi o principal fator afetado durante o período analisado.