A ROE decomposição envolve a expressão do lucro líquido dividido pelo patrimônio líquido como produto dos índices componentes.
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Aceitamos:
Desagregado de ROE em dois componentes
| ROE | = | ROA | × | Índice de alavancagem financeira | |
|---|---|---|---|---|---|
| 2 de nov. de 2025 | = | × | |||
| 3 de nov. de 2024 | = | × | |||
| 29 de out. de 2023 | = | × | |||
| 30 de out. de 2022 | = | × | |||
| 31 de out. de 2021 | = | × | |||
| 1 de nov. de 2020 | = | × |
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-11-02), 10-K (Data do relatório: 2024-11-03), 10-K (Data do relatório: 2023-10-29), 10-K (Data do relatório: 2022-10-30), 10-K (Data do relatório: 2021-10-31), 10-K (Data do relatório: 2020-11-01).
A análise dos dados financeiros revela tendências distintas em relação à rentabilidade e ao endividamento ao longo do período avaliado. Observa-se uma evolução significativa no Rácio de Rendibilidade dos Activos (ROA), com um aumento notável de 3,9% em 2020 para 19,33% em 2023, seguido por uma diminuição para 3,56% em 2024 e um novo aumento para 13,52% em 2025. Esta flutuação sugere uma variação na eficiência com que os ativos são utilizados para gerar lucro.
O Índice de Alavancagem Financeira demonstra uma relativa estabilidade entre 2020 e 2023, com valores entre 3,03 e 3,23. Contudo, verifica-se uma redução consistente a partir de 2024, atingindo 2,45 e posteriormente 2,1 em 2025. Esta diminuição indica uma redução do endividamento em relação ao capital próprio, o que pode ser interpretado como uma melhoria na estrutura de capital.
O Índice de Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE) apresenta um padrão de crescimento expressivo entre 2020 e 2023, passando de 12,4% para 58,7%. Em 2024, o ROE sofre uma queda acentuada para 8,71%, mas recupera significativamente em 2025, atingindo 28,45%. Esta volatilidade sugere uma forte influência de fatores como a rentabilidade e a alavancagem financeira na geração de retorno para os acionistas.
- ROA (Rácio de Rendibilidade dos Activos)
- Apresenta uma trajetória ascendente até 2023, seguida de uma queda e posterior recuperação, indicando variações na eficiência operacional.
- Índice de Alavancagem Financeira
- Demonstra uma tendência de diminuição a partir de 2024, sugerindo uma redução do risco financeiro associado ao endividamento.
- ROE (Índice de Retorno sobre o Patrimônio Líquido)
- Exibe um crescimento substancial até 2023, seguido de uma queda expressiva e uma recuperação parcial, refletindo a sensibilidade aos resultados operacionais e à estrutura de capital.
Desagregado de ROE em três componentes
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-11-02), 10-K (Data do relatório: 2024-11-03), 10-K (Data do relatório: 2023-10-29), 10-K (Data do relatório: 2022-10-30), 10-K (Data do relatório: 2021-10-31), 10-K (Data do relatório: 2020-11-01).
A análise dos dados financeiros revela tendências distintas ao longo do período avaliado. Observa-se uma flutuação significativa no índice de margem de lucro líquido, com um aumento expressivo de 2020 para 2022, atingindo o pico em 2022, seguido por uma queda acentuada em 2024 e uma recuperação parcial em 2025.
O índice de giro de ativos demonstra uma trajetória ascendente de 2020 a 2023, indicando uma crescente eficiência na utilização dos ativos para gerar receita. Contudo, registra um declínio em 2024, seguido de uma leve recuperação em 2025, sugerindo uma possível estagnação ou desafios na otimização do uso dos ativos.
O índice de alavancagem financeira apresenta uma relativa estabilidade entre 2020 e 2023, com valores consistentemente acima de 3. A partir de 2024, observa-se uma redução progressiva, indicando uma diminuição do endividamento em relação ao patrimônio líquido. Essa tendência pode refletir uma estratégia de gestão financeira mais conservadora.
O índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) acompanha a tendência do índice de margem de lucro líquido, com um crescimento notável de 2020 a 2023, atingindo o valor mais alto no período. A queda em 2024 é substancial, mas há uma recuperação considerável em 2025, embora ainda abaixo do nível de 2023. Essa variação sugere uma forte correlação entre a rentabilidade e a eficiência operacional.
- Índice de margem de lucro líquido
- Apresenta alta volatilidade, com crescimento inicial, pico em 2022 e declínio em 2024, seguido de recuperação em 2025.
- Índice de giro de ativos
- Mostra melhora na eficiência de utilização dos ativos até 2023, com posterior estagnação e leve recuperação.
- Índice de alavancagem financeira
- Mantém-se relativamente estável até 2023, com redução subsequente, indicando menor endividamento.
- Índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE)
- Segue a tendência do índice de margem de lucro líquido, com forte crescimento inicial, queda em 2024 e recuperação em 2025.
Desagregado de ROE em cinco componentes
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-11-02), 10-K (Data do relatório: 2024-11-03), 10-K (Data do relatório: 2023-10-29), 10-K (Data do relatório: 2022-10-30), 10-K (Data do relatório: 2021-10-31), 10-K (Data do relatório: 2020-11-01).
A análise dos dados financeiros revela tendências distintas ao longo do período avaliado. Observa-se uma flutuação no índice de carga tributária, com uma redução notável em 2024, seguida de um aumento em 2025, retornando a um patamar próximo ao inicial.
O rácio de encargos com juros apresentou uma trajetória ascendente entre 2020 e 2023, indicando um aumento nos custos financeiros. Em 2024, houve uma diminuição, mas o rácio se manteve em um nível elevado em 2025.
O índice de margem EBIT demonstrou um crescimento expressivo de 2020 a 2023, atingindo o pico em 2023. Contudo, em 2024, houve uma queda acentuada, com uma recuperação parcial em 2025, embora ainda abaixo do nível de 2023.
O índice de giro de ativos apresentou um aumento gradual até 2023, sugerindo uma melhoria na eficiência na utilização dos ativos para gerar receita. Em 2024, houve uma retração para o nível inicial, com uma leve recuperação em 2025.
O índice de alavancagem financeira exibiu uma estabilidade relativa entre 2020 e 2023, com uma ligeira tendência de queda em 2024 e 2025, indicando uma redução do endividamento em relação ao patrimônio líquido.
O índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) seguiu uma trajetória ascendente significativa de 2020 a 2023, demonstrando um aumento na rentabilidade do capital próprio investido. Em 2024, o ROE sofreu uma queda drástica, com uma recuperação substancial em 2025, embora ainda abaixo do pico de 2023.
- Índice de carga tributária
- Apresenta volatilidade, com redução em 2024 e recuperação em 2025.
- Rácio de encargos com juros
- Mostra tendência de alta até 2023, com leve declínio em 2024 e estabilização em 2025.
- Índice de margem EBIT
- Crescimento expressivo até 2023, seguido de queda em 2024 e recuperação parcial em 2025.
- Índice de giro de ativos
- Aumento gradual até 2023, com retração em 2024 e leve recuperação em 2025.
- Índice de alavancagem financeira
- Estabilidade relativa com leve declínio em 2024 e 2025.
- Índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE)
- Crescimento significativo até 2023, queda acentuada em 2024 e recuperação substancial em 2025.
Desagregado de ROA em dois componentes
| ROA | = | Índice de margem de lucro líquido | × | Giro de ativos | |
|---|---|---|---|---|---|
| 2 de nov. de 2025 | = | × | |||
| 3 de nov. de 2024 | = | × | |||
| 29 de out. de 2023 | = | × | |||
| 30 de out. de 2022 | = | × | |||
| 31 de out. de 2021 | = | × | |||
| 1 de nov. de 2020 | = | × |
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-11-02), 10-K (Data do relatório: 2024-11-03), 10-K (Data do relatório: 2023-10-29), 10-K (Data do relatório: 2022-10-30), 10-K (Data do relatório: 2021-10-31), 10-K (Data do relatório: 2020-11-01).
A análise dos dados financeiros revela tendências distintas ao longo do período avaliado. Observa-se uma evolução significativa no índice de margem de lucro líquido, com um aumento notável de 2020 para 2022, atingindo o pico de 39.31% em 2023, seguido por uma queda acentuada em 2024 e uma recuperação parcial em 2025.
O índice de giro de ativos demonstra uma trajetória ascendente de 2020 a 2023, indicando uma crescente eficiência na utilização dos ativos para gerar receita. Contudo, em 2024, o índice retorna ao nível observado em 2020, sugerindo uma possível diminuição na eficiência. Em 2025, há um ligeiro aumento, mas permanece abaixo do valor de 2023.
O rácio de rendibilidade dos ativos (ROA) acompanha a tendência do índice de margem de lucro líquido, apresentando um crescimento expressivo entre 2020 e 2023. A queda observada em 2024 reflete a diminuição da rentabilidade em relação aos ativos, com uma recuperação substancial em 2025, embora ainda inferior ao desempenho de 2023.
- Índice de margem de lucro líquido
- Apresenta alta volatilidade, com crescimento substancial seguido de declínio e recuperação parcial. A variação sugere sensibilidade a fatores como custos, preços e volume de vendas.
- Índice de giro de ativos
- Indica uma eficiência na utilização de ativos que, embora crescente inicialmente, demonstra sinais de estagnação e possível declínio. A flutuação pode estar relacionada a mudanças nos níveis de estoque, contas a receber ou ativos fixos.
- Rácio de rendibilidade dos ativos (ROA)
- Reflete a capacidade de gerar lucro a partir dos ativos investidos. A correlação com o índice de margem de lucro líquido sugere que a rentabilidade está diretamente ligada à eficiência operacional e à gestão de custos.
Desagregado do ROA em quatro componentes
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-11-02), 10-K (Data do relatório: 2024-11-03), 10-K (Data do relatório: 2023-10-29), 10-K (Data do relatório: 2022-10-30), 10-K (Data do relatório: 2021-10-31), 10-K (Data do relatório: 2020-11-01).
A análise dos dados financeiros revela tendências distintas ao longo do período avaliado. Observa-se uma flutuação no índice de carga tributária, com uma redução notável em 2023, seguida de um aumento em 2024 e 2025, retornando a um patamar próximo ao inicial.
O rácio de encargos com juros apresentou um crescimento consistente entre 2020 e 2022, estabilizando-se em 2023 e 2024, com um ligeiro aumento em 2025. Este padrão sugere uma gestão da dívida relativamente estável após um período de aumento.
O índice de margem EBIT demonstrou uma trajetória ascendente significativa de 2020 a 2022, atingindo o seu pico em 2022. Em 2023, houve uma queda substancial, seguida de uma recuperação parcial em 2024 e um novo aumento em 2025, indicando uma volatilidade na rentabilidade operacional.
O índice de giro de ativos apresentou um aumento gradual de 2020 a 2022, seguido por uma diminuição em 2023, com uma leve recuperação em 2024 e 2025. Esta variação pode indicar mudanças na eficiência com que os ativos são utilizados para gerar receita.
O rácio de rendibilidade dos ativos (ROA) acompanhou uma tendência de crescimento similar à da margem EBIT, com um aumento expressivo entre 2020 e 2022. A queda observada em 2023 foi seguida por uma recuperação em 2024 e 2025, refletindo a capacidade da entidade em gerar lucro a partir de seus ativos.
- Índice de carga tributária
- Apresenta volatilidade, com redução em 2023 e recuperação nos anos subsequentes.
- Rácio de encargos com juros
- Demonstra crescimento inicial seguido de estabilização e leve aumento.
- Índice de margem EBIT
- Exibe forte crescimento até 2022, queda em 2023 e recuperação parcial.
- Índice de giro de ativos
- Apresenta aumento gradual seguido de diminuição e leve recuperação.
- Rácio de rendibilidade dos ativos (ROA)
- Segue tendência similar à margem EBIT, com crescimento e posterior recuperação.
Desagregação do índice de margem de lucro líquido
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-11-02), 10-K (Data do relatório: 2024-11-03), 10-K (Data do relatório: 2023-10-29), 10-K (Data do relatório: 2022-10-30), 10-K (Data do relatório: 2021-10-31), 10-K (Data do relatório: 2020-11-01).
A análise dos dados financeiros revela tendências distintas ao longo do período avaliado. Observa-se uma flutuação no índice de carga tributária, com uma redução inicial seguida de um ligeiro aumento e, posteriormente, uma queda mais acentuada, antes de se estabilizar e apresentar um novo aumento no último período.
O rácio de encargos com juros demonstra uma trajetória ascendente entre 2020 e 2023, indicando um aumento nos custos financeiros da dívida. Contudo, o período de 2023 para 2024 apresenta uma diminuição, seguida de um novo aumento no último ano analisado, sugerindo variações na estrutura de capital ou nas taxas de juros.
O índice de margem EBIT apresentou um crescimento expressivo entre 2020 e 2023, refletindo uma melhoria na rentabilidade operacional. No entanto, o ano de 2024 registrou uma queda significativa, seguida de uma recuperação substancial no período mais recente, indicando possíveis mudanças na eficiência operacional ou no ambiente competitivo.
De forma similar, o índice de margem de lucro líquido acompanhou a tendência do índice de margem EBIT, com um aumento consistente até 2023 e uma queda notável em 2024. A recuperação observada no último período sugere uma capacidade de adaptação e retorno à lucratividade.
- Índice de carga tributária
- Apresenta volatilidade, com uma tendência geral de flutuação ao longo dos anos.
- Rácio de encargos com juros
- Demonstra um aumento inicial seguido de variações, indicando mudanças nos custos de financiamento.
- Índice de margem EBIT
- Exibe um crescimento significativo seguido de uma queda e posterior recuperação, refletindo a performance operacional.
- Índice de margem de lucro líquido
- Segue a tendência do índice de margem EBIT, com um padrão similar de crescimento, queda e recuperação.