Estrutura do balanço: passivo e patrimônio líquido
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Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-01-26), 10-K (Data do relatório: 2024-01-28), 10-K (Data do relatório: 2023-01-29), 10-K (Data do relatório: 2022-01-30), 10-K (Data do relatório: 2021-01-31), 10-K (Data do relatório: 2020-01-26).
Ao analisar os dados financeiros ao longo do período de cinco anos, observa-se uma variação significativa na composição do passivo e do patrimônio líquido. De modo geral, há uma tendência de aumento na porcentagem do passivo total e do patrimônio líquido de passivos de longo prazo, que sobe de 19,21% em 2020 para 29,96% em 2022, apresentando uma ligeira redução para 12,75% em 2025. Essa mudança sugere uma mudança na estratégia de financiamento, com maior ênfase na obtenção de recursos de longo prazo até 2022, seguida de uma redução ou troca por financiamentos de curto prazo ou outras fontes.
Durante o mesmo período, a participação do passivo circulante (curto prazo) demonstra variações, iniciando em 10,3% em 2020, atingindo até 16,17% em 2023 e permanecendo nesse nível em 2024 e 2025, indicando uma possível concentração de obrigações em vencimentos próximos ao período atual.
Outro aspecto relevante é a alteração na composição do patrimônio líquido. A porcentagem de capital adicional realizado apresenta uma tendência de diminuição, saindo de 40,69% em 2020 para 10,07% em 2025, indicando possível redução na captação de recursos adicionais através de emissão de ações ou outros instrumentos de capital. Paralelamente, há uma significativa redução na quantidade de ações em tesouraria de -56,68% em 2020 para valores próximos de zero em anos posteriores, o que pode sugerir uma estratégia de recompra de ações finalizada ou reduzida.
No que tange aos ativos, o principal componente da composição patrimonial no início do período é representado pelos lucros não distribuídos, que decaem de 86,46% em 2020 para 24,7% em 2023, antes de se recuperarem para 60,97% em 2025. Essa movimentação indica uma forte distribuição de lucros ou recuperação de lucros retidos ao longo do tempo.
Adicionalmente, os passivos de arrendamento de longo prazo apresentam uma redução de 3,24% em 2020 para 1,36% em 2025, refletindo possível amortização ou reestruturação dessas obrigações. Por sua vez, obrigações de curto prazo, como contas a pagar e passivos acumulados, exibem oscilações, com crescimento em alguns anos, como em 2023, quando representam 15,94% do passivo total, indicando uma maior pressão financeira de obrigações de curto prazo naquele período.
Por fim, a composição do patrimônio líquido como porcentagem do passivo e do patrimônio total evolui positivamente, de 70,48% em 2020 para 71,08% em 2025, reforçando uma tendência de fortalecimento do capital próprio frente ao aumento das obrigações de longo prazo e uma eficiente gestão de recursos e passivos ao longo dos anos analisados.