A ROE decomposição envolve a expressão do lucro líquido dividido pelo patrimônio líquido como produto dos índices componentes.
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Desagregado de ROE em dois componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-28), 10-K (Data do relatório: 2025-12-27), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-27), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-28), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-29), 10-K (Data do relatório: 2024-12-28), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-28), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-29), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-30), 10-K (Data do relatório: 2023-12-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-07-01), 10-Q (Data do relatório: 2023-04-01), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-10-01), 10-Q (Data do relatório: 2022-07-02), 10-Q (Data do relatório: 2022-04-02).
Observa-se uma trajetória de declínio acentuado nos indicadores de rentabilidade ao longo do período analisado, caracterizada por uma transição de retornos positivos para patamares negativos significativos.
- Rácio de rendibilidade dos activos (ROA)
- O indicador apresentou uma queda constante a partir de abril de 2022, quando registrava 13,96%, atingindo valores negativos a partir de abril de 2023. Nota-se uma deterioração severa entre setembro de 2024 e junho de 2025, com o índice atingindo o seu ponto mais baixo em -10,65%. Embora tenha ocorrido uma recuperação momentânea no segundo semestre de 2025, a tendência encerrou-se em território negativo.
- Índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE)
- A rentabilidade do patrimônio líquido acompanhou a tendência do ROA, iniciando em 23,87% e sofrendo erosões sucessivas. O período entre setembro de 2024 e junho de 2025 foi marcado por perdas acentuadas, culminando em um índice de -20,95%. A volatilidade observada sugere instabilidade na geração de valor para os acionistas, com retornos que permaneceram predominantemente negativos a partir de 2023, exceto por breves períodos de recuperação.
- Índice de alavancagem financeira
- Diferente dos indicadores de rentabilidade, a alavancagem financeira demonstrou maior estabilidade, oscilando entre 1,68 e 1,98. Houve um crescimento gradual e moderado na dependência de capital de terceiros, atingindo o pico em dezembro de 2024. O índice apresentou uma leve redução no encerramento do período, estabilizando-se em 1,84.
A análise conjunta dos dados indica que, enquanto a estrutura de capital permaneceu relativamente estável com um leve aumento na alavancagem, a eficiência operacional e a capacidade de gerar lucro sobre os ativos e o patrimônio líquido sofreram deteriorações profundas, especialmente entre o final de 2024 e o início de 2025.
Desagregado de ROE em três componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-28), 10-K (Data do relatório: 2025-12-27), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-27), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-28), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-29), 10-K (Data do relatório: 2024-12-28), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-28), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-29), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-30), 10-K (Data do relatório: 2023-12-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-07-01), 10-Q (Data do relatório: 2023-04-01), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-10-01), 10-Q (Data do relatório: 2022-07-02), 10-Q (Data do relatório: 2022-04-02).
Observa-se uma trajetória de declínio acentuado na rentabilidade e na eficiência operacional ao longo do período analisado, com evidências de instabilidade financeira significativa.
- Índice de margem de lucro líquido
- A margem apresentou uma queda constante a partir de abril de 2022, transitando de 31,68% para valores negativos no primeiro trimestre de 2023. Após breves períodos de recuperação, houve uma deterioração severa entre setembro de 2024 e junho de 2025, com o indicador atingindo o patamar crítico de -38,64%. No encerramento do período, nota-se uma tendência de estabilização próxima ao ponto de equilíbrio.
- Índice de giro de ativos
- Verifica-se uma redução gradual e persistente na capacidade de geração de receita a partir dos ativos, com o índice recuando de 0,44 em abril de 2022 para 0,26 em março de 2026. Esse padrão indica uma perda progressiva de eficiência produtiva e operacional.
- Índice de alavancagem financeira
- O indicador manteve-se em patamares relativamente estáveis, com uma tendência de leve ascensão. O índice variou entre 1,68 e 1,98, sugerindo um aumento moderado na dependência de capital de terceiros para financiar as atividades ao longo dos trimestres.
- Índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE)
- O retorno sobre o patrimônio líquido acompanhou a trajetória da margem de lucro, partindo de 23,87% em abril de 2022 e entrando em terreno negativo a partir de abril de 2023. A queda mais drástica ocorreu entre setembro de 2024 e junho de 2025, atingindo -20,95%, o que reflete a incapacidade de gerar valor para os acionistas durante esse intervalo.
Desagregado de ROA em dois componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-28), 10-K (Data do relatório: 2025-12-27), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-27), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-28), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-29), 10-K (Data do relatório: 2024-12-28), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-28), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-29), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-30), 10-K (Data do relatório: 2023-12-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-07-01), 10-Q (Data do relatório: 2023-04-01), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-10-01), 10-Q (Data do relatório: 2022-07-02), 10-Q (Data do relatório: 2022-04-02).
A rentabilidade e a eficiência operacional apresentam uma trajetória de declínio consistente ao longo do período analisado, com a observação de uma deterioração progressiva nos indicadores de lucratividade e na capacidade de geração de receita.
- Margem de Lucro Líquido
- O índice iniciou o período em patamares elevados, porém registrou quedas sucessivas durante todo o ano de 2022. O ano de 2023 foi caracterizado por instabilidade, alternando entre margens negativas e leves recuperações. Em 2024, houve uma deterioração acentuada, com a margem atingindo níveis críticos de negatividade, chegando a aproximadamente -38%. Embora tenha ocorrido uma recuperação pontual para valores próximos de zero no primeiro semestre de 2025, a tendência voltou a ser de queda no início de 2026.
- Giro de Ativos
- Observa-se uma redução gradual e constante na eficiência do uso dos ativos para a geração de vendas. O indicador recuou de 0,44 para 0,26 ao longo do intervalo analisado, evidenciando uma perda contínua de produtividade dos ativos da organização.
- Retorno sobre Ativos (ROA)
- O ROA acompanhou a trajetória da margem de lucro, partindo de 13,96% e declinando para território negativo. O período de maior fragilidade ocorreu no final de 2024, quando o indicador atingiu seu ponto mais baixo, inferior a -10%. Apesar de uma breve estabilização em 2025, o índice retornou a valores negativos no início de 2026, confirmando a dificuldade em converter ativos em lucro líquido.