A ROE decomposição envolve a expressão do lucro líquido dividido pelo patrimônio líquido como produto dos índices componentes.
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Desagregado de ROE em dois componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-05-02), 10-Q (Data do relatório: 2026-01-31), 10-K (Data do relatório: 2025-11-01), 10-Q (Data do relatório: 2025-08-02), 10-Q (Data do relatório: 2025-05-03), 10-Q (Data do relatório: 2025-02-01), 10-K (Data do relatório: 2024-11-02), 10-Q (Data do relatório: 2024-08-03), 10-Q (Data do relatório: 2024-05-04), 10-Q (Data do relatório: 2024-02-03), 10-K (Data do relatório: 2023-10-28), 10-Q (Data do relatório: 2023-07-29), 10-Q (Data do relatório: 2023-04-29), 10-Q (Data do relatório: 2023-01-28), 10-K (Data do relatório: 2022-10-29), 10-Q (Data do relatório: 2022-07-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-04-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-01-29), 10-K (Data do relatório: 2021-10-30), 10-Q (Data do relatório: 2021-07-31), 10-Q (Data do relatório: 2021-05-01), 10-Q (Data do relatório: 2021-01-30).
Observa-se a coexistência de ciclos de retração e recuperação nos indicadores de rentabilidade, enquanto a estrutura de capital apresenta estabilidade após um ajuste inicial.
- Rácio de Rendibilidade dos Activos (ROA)
- O indicador apresentou volatilidade cíclica, com um pico inicial de 7,86% em julho de 2021, seguido de uma queda abrupta para 2,5% em janeiro de 2022. Houve uma recuperação gradual até julho de 2023, quando atingiu 7,6%, seguida por um novo período de declínio que culminou em 3,26% em novembro de 2024. A tendência mais recente aponta para a retomada do crescimento, alcançando 6,91% em maio de 2026.
- Índice de Alavancagem Financeira
- Identifica-se uma redução expressiva na alavancagem entre julho e outubro de 2021, transitando de 1,76 para 1,38. Após esse movimento, o índice manteve-se estável, com oscilações mínimas entre 1,35 e 1,42 até maio de 2026, indicando a manutenção de uma estrutura de capital constante.
- Índice de Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE)
- O comportamento do ROE correlacionou-se diretamente com o ROA, porém com valores proporcionalmente superiores. O índice atingiu 13,87% em julho de 2021, sofreu queda para 3,43% em janeiro de 2022 e recuperou-se até 10,45% em julho de 2023. Após nova retração para 4,46% em novembro de 2024, o indicador entrou em tendência de alta, encerrando o período analisado em 9,82%.
A análise conjunta indica que a rentabilidade do capital próprio e dos ativos foi impactada por fatores cíclicos, enquanto a alavancagem financeira, reduzida no final de 2021, deixou de ser a variável determinante para as oscilações de rentabilidade observadas nos anos subsequentes.
Desagregado de ROE em três componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-05-02), 10-Q (Data do relatório: 2026-01-31), 10-K (Data do relatório: 2025-11-01), 10-Q (Data do relatório: 2025-08-02), 10-Q (Data do relatório: 2025-05-03), 10-Q (Data do relatório: 2025-02-01), 10-K (Data do relatório: 2024-11-02), 10-Q (Data do relatório: 2024-08-03), 10-Q (Data do relatório: 2024-05-04), 10-Q (Data do relatório: 2024-02-03), 10-K (Data do relatório: 2023-10-28), 10-Q (Data do relatório: 2023-07-29), 10-Q (Data do relatório: 2023-04-29), 10-Q (Data do relatório: 2023-01-28), 10-K (Data do relatório: 2022-10-29), 10-Q (Data do relatório: 2022-07-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-04-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-01-29), 10-K (Data do relatório: 2021-10-30), 10-Q (Data do relatório: 2021-07-31), 10-Q (Data do relatório: 2021-05-01), 10-Q (Data do relatório: 2021-01-30).
Verifica-se uma volatilidade cíclica nos indicadores de rentabilidade, caracterizada por períodos de contração seguidos de recuperações graduais.
- Margem de Lucro Líquido
- O índice apresentou oscilações expressivas, com uma queda para 15,18% em janeiro de 2022 e a subsequente ascensão até o pico de 29,23% em abril de 2023. Após um novo declínio que atingiu 17,07% em maio de 2024, a tendência voltou a ser de crescimento, encerrando em 26,01% em maio de 2026.
- Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE)
- O desempenho do ROE correlacionou-se estreitamente com a margem de lucro, registrando reduções acentuadas para 3,43% em janeiro de 2022 e 4,46% em fevereiro de 2025. Recuperações foram observadas em julho de 2023, com 10,45%, e no fechamento do período, com 9,82%.
- Giro de Ativos
- A eficiência na utilização dos ativos demonstrou estabilidade relativa, operando majoritariamente entre 0,19 e 0,27. Houve uma redução pontual para 0,14 em outubro de 2021, seguida de uma recuperação consistente até retomar o nível de 0,27 em maio de 2026.
- Alavancagem Financeira
- Observou-se uma redução estrutural no índice de alavancagem entre janeiro e outubro de 2021, declinando de 1,77 para 1,38. Após esse ajuste, o indicador manteve-se estável, com variações marginais entre 1,35 e 1,42 durante todo o restante do período analisado.
Conclui-se que as variações no retorno sobre o patrimônio líquido foram impulsionadas predominantemente pela oscilação das margens de lucro, enquanto o giro de ativos e a alavancagem financeira mantiveram padrões de comportamento lineares e estáveis.
Desagregado de ROE em cinco componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-05-02), 10-Q (Data do relatório: 2026-01-31), 10-K (Data do relatório: 2025-11-01), 10-Q (Data do relatório: 2025-08-02), 10-Q (Data do relatório: 2025-05-03), 10-Q (Data do relatório: 2025-02-01), 10-K (Data do relatório: 2024-11-02), 10-Q (Data do relatório: 2024-08-03), 10-Q (Data do relatório: 2024-05-04), 10-Q (Data do relatório: 2024-02-03), 10-K (Data do relatório: 2023-10-28), 10-Q (Data do relatório: 2023-07-29), 10-Q (Data do relatório: 2023-04-29), 10-Q (Data do relatório: 2023-01-28), 10-K (Data do relatório: 2022-10-29), 10-Q (Data do relatório: 2022-07-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-04-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-01-29), 10-K (Data do relatório: 2021-10-30), 10-Q (Data do relatório: 2021-07-31), 10-Q (Data do relatório: 2021-05-01), 10-Q (Data do relatório: 2021-01-30).
Observa-se uma volatilidade cíclica nos indicadores de rentabilidade e eficiência operacional ao longo do período analisado. A margem EBIT e o retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) apresentaram quedas acentuadas em dois momentos distintos, seguidas por fases de recuperação.
- Margem EBIT e Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE)
- Ambos os indicadores exibiram correlação positiva. Houve uma contração significativa entre o final de 2021 e o início de 2022, com a margem EBIT atingindo 16,7% e o ROE 3,43%. Após uma recuperação em 2023, ocorreu um novo recuo em 2024, seguido por uma tendência de alta consistente até maio de 2026, quando a margem EBIT alcançou 33,46% e o ROE atingiu 9,82%.
- Giro de Ativos
- O índice de giro de ativos acompanhou a tendência de rentabilidade, com reduções coincidindo com as quedas da margem EBIT. O valor mínimo de 0,14 foi registrado em outubro de 2021, retornando ao patamar de 0,27 no final do período analisado.
- Alavancagem Financeira
- A alavancagem financeira apresentou uma redução inicial de 1,77 para aproximadamente 1,37. Esse patamar manteve-se estável durante a maior parte do intervalo, com um leve incremento para 1,42 nos trimestres mais recentes.
- Carga Tributária e Encargos com Juros
- Os índices de carga tributária e de encargos com juros mantiveram-se relativamente constantes, sem oscilações bruscas, sugerindo que fatores externos de custo financeiro e impostos não foram os principais condutores da volatilidade nos resultados.
A análise indica que a variação do retorno ao acionista foi impulsionada primordialmente pela eficiência operacional e pela capacidade de geração de receita em relação aos ativos, e não por alterações substanciais na estrutura de capital ou nos custos de endividamento.
Desagregado de ROA em dois componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-05-02), 10-Q (Data do relatório: 2026-01-31), 10-K (Data do relatório: 2025-11-01), 10-Q (Data do relatório: 2025-08-02), 10-Q (Data do relatório: 2025-05-03), 10-Q (Data do relatório: 2025-02-01), 10-K (Data do relatório: 2024-11-02), 10-Q (Data do relatório: 2024-08-03), 10-Q (Data do relatório: 2024-05-04), 10-Q (Data do relatório: 2024-02-03), 10-K (Data do relatório: 2023-10-28), 10-Q (Data do relatório: 2023-07-29), 10-Q (Data do relatório: 2023-04-29), 10-Q (Data do relatório: 2023-01-28), 10-K (Data do relatório: 2022-10-29), 10-Q (Data do relatório: 2022-07-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-04-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-01-29), 10-K (Data do relatório: 2021-10-30), 10-Q (Data do relatório: 2021-07-31), 10-Q (Data do relatório: 2021-05-01), 10-Q (Data do relatório: 2021-01-30).
Os indicadores financeiros apresentam um comportamento cíclico, caracterizado por períodos de contração seguidos de recuperações graduais em todas as métricas analisadas.
- Índice de margem de lucro líquido
- A margem iniciou o período em 23,99%, apresentando instabilidade com uma queda acentuada até atingir 15,18% em janeiro de 2022. Houve uma tendência de alta subsequente, atingindo o ápice de 29,23% em julho de 2023. Um novo ciclo de declínio ocorreu ao longo de 2024, com o ponto mais baixo registrado em novembro de 2024 (16,75%), seguido por uma trajetória de recuperação consistente que culminou em 26,01% em maio de 2026.
- Índice de giro de ativos
- O giro de ativos demonstrou flutuações correlacionadas à rentabilidade. Após um início próximo a 0,30, houve uma redução significativa para 0,14 em outubro de 2021. A eficiência no uso dos ativos recuperou-se até julho de 2023, estabilizando-se em 0,26. Observou-se nova retração em 2024, com a mínima de 0,19 em novembro, seguida de crescimento gradual até retornar ao patamar de 0,27 em maio de 2026.
- Rácio de rendibilidade dos activos (ROA)
- O ROA refletiu a combinação da margem de lucro e do giro de ativos. O indicador partiu de 6,56% em janeiro de 2021, sofrendo quedas bruscas para a faixa de 2,5% no início de 2022. A recuperação levou o índice a 7,6% em julho de 2023. Novamente, houve um declínio em 2024, atingindo 3,26% em novembro, para então iniciar uma ascensão que resultou em 6,91% ao final do período analisado em maio de 2026.
Conclui-se que o desempenho financeiro foi marcado por dois ciclos distintos de retração e expansão, com a recuperação final em 2025 e 2026 devolvendo os indicadores aos níveis observados no início de 2021.
Desagregado do ROA em quatro componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-05-02), 10-Q (Data do relatório: 2026-01-31), 10-K (Data do relatório: 2025-11-01), 10-Q (Data do relatório: 2025-08-02), 10-Q (Data do relatório: 2025-05-03), 10-Q (Data do relatório: 2025-02-01), 10-K (Data do relatório: 2024-11-02), 10-Q (Data do relatório: 2024-08-03), 10-Q (Data do relatório: 2024-05-04), 10-Q (Data do relatório: 2024-02-03), 10-K (Data do relatório: 2023-10-28), 10-Q (Data do relatório: 2023-07-29), 10-Q (Data do relatório: 2023-04-29), 10-Q (Data do relatório: 2023-01-28), 10-K (Data do relatório: 2022-10-29), 10-Q (Data do relatório: 2022-07-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-04-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-01-29), 10-K (Data do relatório: 2021-10-30), 10-Q (Data do relatório: 2021-07-31), 10-Q (Data do relatório: 2021-05-01), 10-Q (Data do relatório: 2021-01-30).
A análise dos indicadores financeiros revela a existência de ciclos distintos de rentabilidade e eficiência operacional ao longo do período observado.
- Rentabilidade Operacional e de Ativos
- A margem EBIT e o Retorno sobre Ativos (ROA) apresentam uma correlação direta e flutuações cíclicas marcantes. Houve uma contração significativa entre o final de 2021 e o início de 2022, com a margem EBIT atingindo o ponto mínimo de 16,7% e o ROA recuando para 2,5%. Esse padrão foi seguido por uma recuperação expressiva em 2023, onde a margem EBIT atingiu 33,69% e o ROA chegou a 7,6%. Após nova retração em 2024, os dados mais recentes indicam uma tendência de ascensão, com a margem EBIT encerrando em 33,46% e o ROA em 6,91% em maio de 2026.
- Eficiência na Utilização de Ativos
- O índice de giro de ativos manteve-se em patamares baixos, oscilando entre 0,14 e 0,3. A movimentação deste indicador acompanhou a tendência de rentabilidade, registrando quedas em outubro de 2021 e ao longo de 2024, sugerindo que a capacidade de gerar receita a partir da base de ativos é sensível aos mesmos fatores que impactam as margens operacionais.
- Encargos Financeiros e Carga Tributária
- O rácio de encargos com juros demonstrou estabilidade, operando em uma faixa estreita entre 0,84 e 0,95, o que indica ausência de volatilidade significativa no custo da dívida. O índice de carga tributária permaneceu relativamente constante na maior parte do período, com a exceção de uma redução gradual observada a partir de outubro de 2025, estabilizando-se no patamar de 0,84 nos trimestres subsequentes.
Desagregação do índice de margem de lucro líquido
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-05-02), 10-Q (Data do relatório: 2026-01-31), 10-K (Data do relatório: 2025-11-01), 10-Q (Data do relatório: 2025-08-02), 10-Q (Data do relatório: 2025-05-03), 10-Q (Data do relatório: 2025-02-01), 10-K (Data do relatório: 2024-11-02), 10-Q (Data do relatório: 2024-08-03), 10-Q (Data do relatório: 2024-05-04), 10-Q (Data do relatório: 2024-02-03), 10-K (Data do relatório: 2023-10-28), 10-Q (Data do relatório: 2023-07-29), 10-Q (Data do relatório: 2023-04-29), 10-Q (Data do relatório: 2023-01-28), 10-K (Data do relatório: 2022-10-29), 10-Q (Data do relatório: 2022-07-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-04-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-01-29), 10-K (Data do relatório: 2021-10-30), 10-Q (Data do relatório: 2021-07-31), 10-Q (Data do relatório: 2021-05-01), 10-Q (Data do relatório: 2021-01-30).
A análise dos indicadores financeiros revela oscilações significativas nas margens de rentabilidade, contrastando com a relativa estabilidade dos custos financeiros e tributários ao longo do período.
- Margens de Lucratividade
- Observa-se um comportamento cíclico tanto na margem EBIT quanto na margem de lucro líquido. Ambas registraram retrações acentuadas no início de 2022, com a margem EBIT atingindo 16,7% e a de lucro líquido 15,18%. Houve uma recuperação subsequente com picos em julho de 2023, alcançando 33,69% e 29,23%, respectivamente. Após um novo declínio entre 2023 e o início de 2024, os indicadores iniciaram uma trajetória de crescimento constante, atingindo, em maio de 2026, a margem EBIT de 33,46% e a margem de lucro líquido de 26,01%.
- Carga Tributária
- O índice de carga tributária manteve-se predominantemente estável, oscilando entre 0,89 e 1,05 na maior parte do intervalo analisado. Identifica-se uma redução para o patamar de 0,84 a partir de novembro de 2025, mantendo-se nesse nível até maio de 2026, o que indica uma menor incidência tributária nos períodos mais recentes.
- Encargos com Juros
- O rácio de encargos com juros apresentou a menor volatilidade entre os indicadores analisados, com variações compreendidas entre 0,84 e 0,95. A trajetória demonstra estabilidade, sem tendências de alta ou baixa acentuadas, sugerindo a manutenção do custo do endividamento em níveis constantes.