A ROE decomposição envolve a expressão do lucro líquido dividido pelo patrimônio líquido como produto dos índices componentes.
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Desagregado de ROE em dois componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-05-03), 10-Q (Data do relatório: 2026-02-01), 10-K (Data do relatório: 2025-11-02), 10-Q (Data do relatório: 2025-08-03), 10-Q (Data do relatório: 2025-05-04), 10-Q (Data do relatório: 2025-02-02), 10-K (Data do relatório: 2024-11-03), 10-Q (Data do relatório: 2024-08-04), 10-Q (Data do relatório: 2024-05-05), 10-Q (Data do relatório: 2024-02-04), 10-K (Data do relatório: 2023-10-29), 10-Q (Data do relatório: 2023-07-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-04-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-01-29), 10-K (Data do relatório: 2022-10-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-07-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-05-01), 10-Q (Data do relatório: 2022-01-30), 10-K (Data do relatório: 2021-10-31), 10-Q (Data do relatório: 2021-08-01), 10-Q (Data do relatório: 2021-05-02), 10-Q (Data do relatório: 2021-01-31).
Observa-se uma trajetória de crescimento acentuado nos indicadores de rentabilidade entre janeiro de 2021 e julho de 2023, seguida por uma retração brusca no início de 2024 e posterior recuperação gradual até maio de 2026.
- Rácio de rendibilidade dos activos (ROA)
- O indicador apresentou ascensão constante, partindo de 5,14% em janeiro de 2021 até atingir o pico de 19,44% em julho de 2023. Houve uma queda abrupta em fevereiro de 2024, com o valor recuando para 6,54%, atingindo o ponto mínimo de 3,03% em agosto de 2024. A partir de novembro de 2024, iniciou-se uma tendência de recuperação consistente, encerrando em 16,36% em maio de 2026.
- Índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE)
- O ROE acompanhou a tendência do ROA, registrando expansão significativa de 16,49% em janeiro de 2021 para 62,2% em abril de 2023. Uma contração severa ocorreu no primeiro semestre de 2024, com a mínima de 7,76% registrada em agosto de 2024. O índice retomou a trajetória ascendente a partir de novembro de 2024, alcançando 33,43% em maio de 2026.
- Índice de alavancagem financeira
- Entre 2021 e 2023, a alavancagem manteve-se estável, oscilando predominantemente entre 3,03 e 3,42. A partir de fevereiro de 2024, observou-se uma redução consistente e linear do índice, que declinou de 2,53 para 2,04 em maio de 2026, indicando uma diminuição na dependência de capital de terceiros em relação ao patrimônio líquido.
A correlação entre a queda brusca nos índices de rentabilidade no início de 2024 e a redução concomitante da alavancagem sugere uma alteração na estrutura de ativos e passivos, com a rentabilidade recuperando-se à medida que a estrutura de capital se tornou menos alavancada.
Desagregado de ROE em três componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-05-03), 10-Q (Data do relatório: 2026-02-01), 10-K (Data do relatório: 2025-11-02), 10-Q (Data do relatório: 2025-08-03), 10-Q (Data do relatório: 2025-05-04), 10-Q (Data do relatório: 2025-02-02), 10-K (Data do relatório: 2024-11-03), 10-Q (Data do relatório: 2024-08-04), 10-Q (Data do relatório: 2024-05-05), 10-Q (Data do relatório: 2024-02-04), 10-K (Data do relatório: 2023-10-29), 10-Q (Data do relatório: 2023-07-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-04-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-01-29), 10-K (Data do relatório: 2022-10-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-07-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-05-01), 10-Q (Data do relatório: 2022-01-30), 10-K (Data do relatório: 2021-10-31), 10-Q (Data do relatório: 2021-08-01), 10-Q (Data do relatório: 2021-05-02), 10-Q (Data do relatório: 2021-01-31).
Observa-se um crescimento consistente nos indicadores de rentabilidade e eficiência entre janeiro de 2021 e outubro de 2023. A margem de lucro líquido e o retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) atingiram seus picos nesse intervalo, sugerindo um aumento expressivo na lucratividade e na eficiência da remuneração do capital próprio.
A partir de fevereiro de 2024, ocorreu uma redução abrupta em múltiplos indicadores. A margem de lucro líquido recuou para 10,88% em agosto de 2024, e o ROE atingiu seu ponto mais baixo em 7,76% no mesmo período. Simultaneamente, o giro de ativos apresentou uma contração, indicando uma queda na eficiência da geração de receita a partir da base de ativos.
Desde o segundo semestre de 2024, nota-se um processo de recuperação gradual. A margem de lucro líquido e o ROE retomaram a trajetória ascendente, com a margem atingindo 38,85% em maio de 2026. O giro de ativos também demonstrou recuperação, evoluindo de 0,22 para 0,42 no período final analisado.
- Alavancagem Financeira
- Identifica-se uma tendência de redução sustentada no índice de alavancagem, que migrou de patamares acima de 3,0 entre 2021 e 2023 para 2,04 em maio de 2026, sinalizando uma menor dependência de capital de terceiros ao longo do tempo.
Desagregado de ROE em cinco componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-05-03), 10-Q (Data do relatório: 2026-02-01), 10-K (Data do relatório: 2025-11-02), 10-Q (Data do relatório: 2025-08-03), 10-Q (Data do relatório: 2025-05-04), 10-Q (Data do relatório: 2025-02-02), 10-K (Data do relatório: 2024-11-03), 10-Q (Data do relatório: 2024-08-04), 10-Q (Data do relatório: 2024-05-05), 10-Q (Data do relatório: 2024-02-04), 10-K (Data do relatório: 2023-10-29), 10-Q (Data do relatório: 2023-07-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-04-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-01-29), 10-K (Data do relatório: 2022-10-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-07-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-05-01), 10-Q (Data do relatório: 2022-01-30), 10-K (Data do relatório: 2021-10-31), 10-Q (Data do relatório: 2021-08-01), 10-Q (Data do relatório: 2021-05-02), 10-Q (Data do relatório: 2021-01-31).
Observa-se um ciclo financeiro caracterizado por uma expansão consistente de indicadores de rentabilidade e eficiência entre janeiro de 2021 e outubro de 2023, seguido por uma contração abrupta no início de 2024 e uma subsequente fase de recuperação gradual até maio de 2026.
- Rentabilidade e Margens
- A margem EBIT apresentou crescimento sustentado, partindo de 22,11% em janeiro de 2021 até atingir o pico de 46,68% em outubro de 2023. Houve uma queda expressiva no primeiro semestre de 2024, com o índice recuando para 26,36% em novembro daquele ano, antes de iniciar uma trajetória de recuperação que culminou em 44,56% em maio de 2026.
- O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) acompanhou a tendência da margem EBIT, registrando forte ascensão de 16,49% para 63,03% em abril de 2023. O indicador sofreu a retração mais severa de todo o conjunto de dados, atingindo a mínima de 7,76% em agosto de 2024, recuperando-se posteriormente para 33,43% ao final do período analisado.
- Eficiência Operacional e Ativos
- O índice de giro de ativos manteve tendência de alta gradual, elevando-se de 0,32 para 0,50 entre janeiro de 2021 e abril de 2023. Em fevereiro de 2024, ocorreu uma redução brusca para 0,22, indicando uma queda temporária na eficiência de geração de receita por ativo, seguida por uma retomada gradual até o nível de 0,42 em maio de 2026.
- Estrutura de Capital e Solvência
- O índice de alavancagem financeira permaneceu em patamares elevados, oscilando entre 3,03 e 3,42 até outubro de 2023. A partir de fevereiro de 2024, nota-se uma tendência de desalavancagem contínua, com o índice declinando para 2,04 em maio de 2026, sugerindo uma redução na dependência de capital de terceiros.
- O rácio de encargos com juros demonstrou tendência de alta a longo prazo, partindo de 0,64 em janeiro de 2021 e atingindo 0,91 em maio de 2026, com breves oscilações negativas durante o período de contração de 2024.
- Carga Tributária
- O índice de carga tributária apresentou estabilidade relativa entre 1,12 e 0,92 até 2023, seguida por uma queda acentuada para 0,52 em maio de 2024. Após esse ponto, o índice retomou a tendência de alta, retornando ao patamar de 0,96 em maio de 2026.
Conclui-se que o período entre fevereiro de 2024 e novembro de 2024 representou um ponto de inflexão negativa em quase todos os indicadores de performance e eficiência, embora a recuperação subsequente tenha sido robusta, especialmente na margem EBIT, enquanto a alavancagem financeira estabeleceu um novo patamar mais baixo.
Desagregado de ROA em dois componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-05-03), 10-Q (Data do relatório: 2026-02-01), 10-K (Data do relatório: 2025-11-02), 10-Q (Data do relatório: 2025-08-03), 10-Q (Data do relatório: 2025-05-04), 10-Q (Data do relatório: 2025-02-02), 10-K (Data do relatório: 2024-11-03), 10-Q (Data do relatório: 2024-08-04), 10-Q (Data do relatório: 2024-05-05), 10-Q (Data do relatório: 2024-02-04), 10-K (Data do relatório: 2023-10-29), 10-Q (Data do relatório: 2023-07-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-04-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-01-29), 10-K (Data do relatório: 2022-10-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-07-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-05-01), 10-Q (Data do relatório: 2022-01-30), 10-K (Data do relatório: 2021-10-31), 10-Q (Data do relatório: 2021-08-01), 10-Q (Data do relatório: 2021-05-02), 10-Q (Data do relatório: 2021-01-31).
Observa-se um ciclo de expansão, retração acentuada e posterior recuperação nos indicadores de rentabilidade e eficiência operacional entre janeiro de 2021 e maio de 2026.
- Margem de Lucro Líquido
- O índice demonstrou crescimento constante, partindo de 16,01% em janeiro de 2021 e atingindo o ápice de 39,31% em outubro de 2023. No período subsequente, houve uma queda brusca, com o valor recuando para 10,88% em agosto de 2024, seguida de uma trajetória de recuperação que culminou em 38,85% em maio de 2026.
- Giro de Ativos
- Houve um aumento progressivo na eficiência do uso dos ativos, elevando-se de 0,32 em janeiro de 2021 para 0,50 em julho de 2023. Uma redução severa ocorreu no início de 2024, atingindo a marca de 0,22 em fevereiro, com posterior tendência de alta até alcançar 0,42 em maio de 2026.
- Retorno sobre Ativos (ROA)
- A rentabilidade dos ativos seguiu o padrão dos demais indicadores, subindo de 5,14% para o pico de 19,44% em abril de 2023. O indicador sofreu retração significativa entre outubro de 2023 e agosto de 2024, quando atingiu 3,03%, recuperando-se gradualmente até chegar a 16,36% em maio de 2026.
A sincronia na queda e recuperação dos indicadores sugere que a instabilidade ocorrida entre o final de 2023 e meados de 2024 afetou a rentabilidade e a eficiência operacional de forma simultânea, com a subsequente normalização dos resultados nos trimestres seguintes.
Desagregado do ROA em quatro componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-05-03), 10-Q (Data do relatório: 2026-02-01), 10-K (Data do relatório: 2025-11-02), 10-Q (Data do relatório: 2025-08-03), 10-Q (Data do relatório: 2025-05-04), 10-Q (Data do relatório: 2025-02-02), 10-K (Data do relatório: 2024-11-03), 10-Q (Data do relatório: 2024-08-04), 10-Q (Data do relatório: 2024-05-05), 10-Q (Data do relatório: 2024-02-04), 10-K (Data do relatório: 2023-10-29), 10-Q (Data do relatório: 2023-07-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-04-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-01-29), 10-K (Data do relatório: 2022-10-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-07-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-05-01), 10-Q (Data do relatório: 2022-01-30), 10-K (Data do relatório: 2021-10-31), 10-Q (Data do relatório: 2021-08-01), 10-Q (Data do relatório: 2021-05-02), 10-Q (Data do relatório: 2021-01-31).
A análise dos indicadores financeiros revela um ciclo de crescimento sustentado, seguido por uma contração acentuada durante grande parte de 2024 e uma posterior fase de recuperação.
- Rentabilidade e Margens
- A margem EBIT e o retorno sobre os ativos (ROA) apresentaram trajetórias ascendentes entre janeiro de 2021 e outubro de 2023, atingindo picos de 46,68% e 19,44%, respectivamente. Observou-se uma queda abrupta a partir de fevereiro de 2024, com a margem EBIT recuando para 26,36% em novembro de 2024 e o ROA atingindo a mínima de 3,03% em agosto de 2024. Após esse período, ambos os indicadores iniciaram uma recuperação consistente, com a margem EBIT retornando ao patamar de 44,56% em maio de 2026.
- Eficiência Operacional
- O índice de giro de ativos acompanhou a tendência de rentabilidade, crescendo de 0,32 para 0,50 até abril de 2023. Houve uma redução drástica em fevereiro de 2024, quando o valor caiu para 0,22, seguida de uma retomada gradual que levou o indicador ao nível de 0,42 em maio de 2026.
- Carga Tributária e Encargos Financeiros
- O índice de carga tributária manteve-se estável entre 1,12 e 0,92 até outubro de 2023, sofrendo uma redução expressiva para 0,52 em maio de 2024, antes de retornar a patamares próximos a 0,96. Simultaneamente, o rácio de encargos com juros demonstrou uma tendência de alta gradual a longo prazo, partindo de 0,64 em 2021 e alcançando 0,91 em maio de 2026, apesar de oscilações pontuais para baixo durante o período de contração de 2024.
Desagregação do índice de margem de lucro líquido
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-05-03), 10-Q (Data do relatório: 2026-02-01), 10-K (Data do relatório: 2025-11-02), 10-Q (Data do relatório: 2025-08-03), 10-Q (Data do relatório: 2025-05-04), 10-Q (Data do relatório: 2025-02-02), 10-K (Data do relatório: 2024-11-03), 10-Q (Data do relatório: 2024-08-04), 10-Q (Data do relatório: 2024-05-05), 10-Q (Data do relatório: 2024-02-04), 10-K (Data do relatório: 2023-10-29), 10-Q (Data do relatório: 2023-07-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-04-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-01-29), 10-K (Data do relatório: 2022-10-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-07-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-05-01), 10-Q (Data do relatório: 2022-01-30), 10-K (Data do relatório: 2021-10-31), 10-Q (Data do relatório: 2021-08-01), 10-Q (Data do relatório: 2021-05-02), 10-Q (Data do relatório: 2021-01-31).
Observa-se um ciclo financeiro caracterizado por uma fase de expansão e otimização de margens até o final de 2023, seguida por uma retração significativa ao longo de 2024 e uma subsequente recuperação nos períodos de 2025 e 2026.
- Índice de carga tributária
- O indicador apresentou uma tendência de declínio gradual, partindo de 1,12 em janeiro de 2021 para a estabilização em torno de 0,92 entre 2022 e 2023. Identifica-se uma queda abrupta em maio de 2024, atingindo o nível mínimo de 0,52, seguida por uma recuperação progressiva que reconduziu o índice ao patamar de 0,96 em maio de 2026.
- Rácio de encargos com juros
- Houve um crescimento consistente e linear deste rácio, que evoluiu de 0,64 em janeiro de 2021 para 0,90 em julho de 2023. Após uma breve redução em 2024, onde atingiu 0,74 em agosto, a trajetória retomou a ascensão, encerrando o período analisado em 0,91 em maio de 2026.
- Índice de margem EBIT
- A rentabilidade operacional demonstrou forte expansão inicial, elevando-se de 22,11% para um pico de 46,68% em outubro de 2023. No decorrer de 2024, ocorreu uma compressão acentuada da margem, com a mínima de 26,36% registrada em novembro de 2024. A partir de fevereiro de 2025, iniciou-se uma recuperação robusta, culminando em 44,56% em maio de 2026.
- Índice de margem de lucro líquido
- A margem líquida acompanhou a trajetória da margem EBIT, crescendo de 16,01% em janeiro de 2021 até 39,31% em outubro de 2023. O período de 2024 foi marcado por uma volatilidade severa, com queda para 10,88% em agosto de 2024, a menor taxa do intervalo analisado. A recuperação subsequente foi gradual e expressiva, atingindo 38,85% em maio de 2026.
A análise conjunta dos indicadores sugere que o ano de 2024 representou um ponto de inflexão negativa, impactando severamente tanto a rentabilidade operacional quanto a líquida e reduzindo a carga tributária. No entanto, a capacidade de recuperação observada em 2025 e 2026 indica o retorno aos níveis de eficiência e rentabilidade registrados anteriormente ao declínio.