A ROE decomposição envolve a expressão do lucro líquido dividido pelo patrimônio líquido como produto dos índices componentes.
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Desagregado de ROE em dois componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-02-01), 10-K (Data do relatório: 2025-11-02), 10-Q (Data do relatório: 2025-08-03), 10-Q (Data do relatório: 2025-05-04), 10-Q (Data do relatório: 2025-02-02), 10-K (Data do relatório: 2024-11-03), 10-Q (Data do relatório: 2024-08-04), 10-Q (Data do relatório: 2024-05-05), 10-Q (Data do relatório: 2024-02-04), 10-K (Data do relatório: 2023-10-29), 10-Q (Data do relatório: 2023-07-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-04-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-01-29), 10-K (Data do relatório: 2022-10-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-07-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-05-01), 10-Q (Data do relatório: 2022-01-30), 10-K (Data do relatório: 2021-10-31), 10-Q (Data do relatório: 2021-08-01), 10-Q (Data do relatório: 2021-05-02), 10-Q (Data do relatório: 2021-01-31).
A análise dos dados revela tendências distintas em três indicadores financeiros ao longo do período avaliado. O Rácio de Rendibilidade dos Ativos (ROA) demonstra uma trajetória ascendente consistente do primeiro ao quarto trimestre de 2022, atingindo o pico de 15.69%. Posteriormente, observa-se uma queda acentuada a partir do primeiro trimestre de 2023, com uma recuperação parcial nos trimestres subsequentes, embora não retorne aos níveis anteriores. O último valor registrado indica uma nova tendência de alta.
O Índice de Alavancagem Financeira apresenta uma flutuação menos pronunciada. Inicialmente, o índice permanece relativamente estável entre 3.03 e 3.42, com uma ligeira tendência de aumento. A partir do primeiro trimestre de 2023, inicia-se um declínio gradual e contínuo, atingindo o valor mais baixo no último período analisado.
O Índice de Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE) exibe o crescimento mais expressivo. A partir de um valor inicial de 16.49%, o ROE aumenta de forma consistente até o quarto trimestre de 2022, alcançando 62.2%. Similarmente ao ROA, o ROE sofre uma queda significativa a partir do primeiro trimestre de 2023, com uma recuperação subsequente, porém menos robusta. O último valor registrado indica um crescimento.
- ROA (Rácio de Rendibilidade dos Ativos)
- Apresenta uma forte tendência de crescimento até o quarto trimestre de 2022, seguida por uma queda acentuada e posterior recuperação parcial.
- Índice de Alavancagem Financeira
- Mantém-se relativamente estável no início do período, com um declínio gradual a partir do primeiro trimestre de 2023.
- ROE (Índice de Retorno sobre o Patrimônio Líquido)
- Demonstra um crescimento substancial até o quarto trimestre de 2022, seguido por uma queda significativa e recuperação moderada.
A correlação entre a queda do ROA e do ROE a partir de 2023 sugere que fatores macroeconômicos ou específicos da entidade podem ter impactado a rentabilidade em relação aos ativos e ao patrimônio líquido. A diminuição do Índice de Alavancagem Financeira indica uma redução do endividamento, o que pode ser interpretado como uma estratégia de gestão de risco ou uma resposta à diminuição da rentabilidade.
Desagregado de ROE em três componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-02-01), 10-K (Data do relatório: 2025-11-02), 10-Q (Data do relatório: 2025-08-03), 10-Q (Data do relatório: 2025-05-04), 10-Q (Data do relatório: 2025-02-02), 10-K (Data do relatório: 2024-11-03), 10-Q (Data do relatório: 2024-08-04), 10-Q (Data do relatório: 2024-05-05), 10-Q (Data do relatório: 2024-02-04), 10-K (Data do relatório: 2023-10-29), 10-Q (Data do relatório: 2023-07-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-04-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-01-29), 10-K (Data do relatório: 2022-10-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-07-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-05-01), 10-Q (Data do relatório: 2022-01-30), 10-K (Data do relatório: 2021-10-31), 10-Q (Data do relatório: 2021-08-01), 10-Q (Data do relatório: 2021-05-02), 10-Q (Data do relatório: 2021-01-31).
A análise dos dados revela tendências distintas em diversos indicadores financeiros ao longo do período avaliado. Observa-se um aumento consistente no índice de margem de lucro líquido nos primeiros trimestres, atingindo um pico e, posteriormente, apresentando uma redução significativa, com uma recuperação parcial nos períodos mais recentes.
O índice de giro de ativos demonstra uma trajetória ascendente até um determinado ponto, indicando uma crescente eficiência na utilização dos ativos para gerar receita. Contudo, há uma queda acentuada em alguns trimestres, seguida de uma estabilização em níveis inferiores aos iniciais.
O índice de alavancagem financeira apresenta uma flutuação moderada, com uma tendência geral de declínio ao longo do tempo. Essa redução sugere uma diminuição do endividamento em relação ao patrimônio líquido.
O índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) exibe um crescimento expressivo nos primeiros trimestres, atingindo valores elevados. Após esse período, observa-se uma queda substancial, com uma recuperação gradual nos trimestres subsequentes, embora não retorne aos níveis iniciais.
- Índice de Margem de Lucro Líquido
- Apresenta crescimento inicial, seguido de declínio e recuperação parcial.
- Índice de Giro de Ativos
- Mostra aumento seguido de queda e estabilização em níveis mais baixos.
- Índice de Alavancagem Financeira
- Indica flutuação moderada com tendência geral de declínio.
- Índice de Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE)
- Demonstra crescimento significativo, queda acentuada e recuperação gradual.
Em resumo, os dados indicam um período inicial de forte desempenho e eficiência, seguido por um período de ajuste e, posteriormente, uma recuperação parcial. A análise conjunta dos indicadores sugere uma dinâmica complexa, com fatores que influenciam tanto a lucratividade quanto a eficiência operacional e a estrutura de capital.
Desagregado de ROE em cinco componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-02-01), 10-K (Data do relatório: 2025-11-02), 10-Q (Data do relatório: 2025-08-03), 10-Q (Data do relatório: 2025-05-04), 10-Q (Data do relatório: 2025-02-02), 10-K (Data do relatório: 2024-11-03), 10-Q (Data do relatório: 2024-08-04), 10-Q (Data do relatório: 2024-05-05), 10-Q (Data do relatório: 2024-02-04), 10-K (Data do relatório: 2023-10-29), 10-Q (Data do relatório: 2023-07-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-04-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-01-29), 10-K (Data do relatório: 2022-10-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-07-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-05-01), 10-Q (Data do relatório: 2022-01-30), 10-K (Data do relatório: 2021-10-31), 10-Q (Data do relatório: 2021-08-01), 10-Q (Data do relatório: 2021-05-02), 10-Q (Data do relatório: 2021-01-31).
A análise dos dados financeiros revela tendências distintas ao longo do período avaliado. Observa-se uma redução consistente no índice de carga tributária a partir de 2021, atingindo o ponto mais baixo no primeiro trimestre de 2024, seguido de uma recuperação gradual nos trimestres subsequentes.
O rácio de encargos com juros demonstra uma trajetória ascendente contínua de 2021 a 2023, estabilizando-se e apresentando uma ligeira queda nos períodos mais recentes. Este padrão sugere um aumento gradual nos custos financeiros da dívida, seguido de uma possível otimização ou renegociação de condições de financiamento.
O índice de margem EBIT apresentou um crescimento expressivo e constante de 2021 a 2023, atingindo o seu pico no segundo trimestre de 2023. Contudo, a partir desse ponto, observa-se uma inversão de tendência, com uma diminuição significativa da margem, indicando possíveis pressões sobre a rentabilidade operacional.
O índice de giro de ativos exibiu um aumento gradual de 2021 a 2023, demonstrando uma crescente eficiência na utilização dos ativos para gerar receita. No entanto, a partir do quarto trimestre de 2023, o índice apresentou uma queda acentuada, seguida de uma lenta recuperação, sugerindo uma possível diminuição na eficiência operacional ou um acúmulo de ativos.
O índice de alavancagem financeira apresentou uma flutuação modesta entre 2021 e 2023, com uma ligeira tendência de aumento. A partir de 2024, observa-se uma redução consistente, indicando uma diminuição do endividamento em relação ao patrimônio líquido.
O índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) apresentou um crescimento notável de 2021 a 2023, atingindo o seu valor máximo no quarto trimestre de 2023. Posteriormente, o ROE sofreu uma queda substancial, refletindo o impacto da diminuição da margem EBIT e do giro de ativos na rentabilidade do patrimônio líquido. A partir do terceiro trimestre de 2024, o ROE demonstra sinais de recuperação, embora ainda abaixo dos níveis observados em 2023.
- Índice de carga tributária
- Diminuição inicial seguida de recuperação gradual.
- Rácio de encargos com juros
- Aumento constante seguido de estabilização e leve queda.
- Índice de margem EBIT
- Crescimento expressivo seguido de queda significativa.
- Índice de giro de ativos
- Aumento gradual seguido de queda acentuada e lenta recuperação.
- Índice de alavancagem financeira
- Flutuação modesta com redução consistente a partir de 2024.
- Índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE)
- Crescimento notável seguido de queda substancial e sinais de recuperação.
Desagregado de ROA em dois componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-02-01), 10-K (Data do relatório: 2025-11-02), 10-Q (Data do relatório: 2025-08-03), 10-Q (Data do relatório: 2025-05-04), 10-Q (Data do relatório: 2025-02-02), 10-K (Data do relatório: 2024-11-03), 10-Q (Data do relatório: 2024-08-04), 10-Q (Data do relatório: 2024-05-05), 10-Q (Data do relatório: 2024-02-04), 10-K (Data do relatório: 2023-10-29), 10-Q (Data do relatório: 2023-07-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-04-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-01-29), 10-K (Data do relatório: 2022-10-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-07-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-05-01), 10-Q (Data do relatório: 2022-01-30), 10-K (Data do relatório: 2021-10-31), 10-Q (Data do relatório: 2021-08-01), 10-Q (Data do relatório: 2021-05-02), 10-Q (Data do relatório: 2021-01-31).
A análise dos dados revela tendências distintas em três indicadores financeiros ao longo do período avaliado. Observa-se um padrão geral de crescimento seguido de flutuações e, em alguns casos, declínio.
- Índice de Margem de Lucro Líquido
- Este índice demonstra uma trajetória ascendente consistente do primeiro ao quarto trimestre de 2022, atingindo o pico de 36,2% no segundo trimestre de 2025. Contudo, a partir do quarto trimestre de 2023, verifica-se uma redução significativa, com uma queda acentuada para 24,1% no primeiro trimestre de 2024 e atingindo 10,88% no primeiro trimestre de 2025. Há uma recuperação subsequente, embora não retorne aos níveis anteriores.
- Índice de Giro de Ativos
- O índice de giro de ativos apresenta um aumento gradual e constante de 0,32 no primeiro trimestre de 2021 para 0,45 no quarto trimestre de 2022. Após esse período, observa-se uma queda expressiva para 0,22 no primeiro trimestre de 2024. A partir daí, o índice demonstra uma recuperação progressiva, alcançando 0,4 no último período analisado, superando o valor inicial.
- Rácio de Rendibilidade dos Ativos (ROA)
- O ROA acompanha uma tendência de crescimento similar à margem de lucro líquido e ao giro de ativos até o quarto trimestre de 2022, atingindo 15,69%. A partir do primeiro trimestre de 2024, o ROA sofre uma queda substancial, chegando a 3,03% no primeiro trimestre de 2025. Posteriormente, o índice se recupera, atingindo 14,7% no último período avaliado, embora não atinja o patamar máximo anterior.
Em resumo, os dados indicam um período de expansão e rentabilidade crescente até o final de 2022, seguido por um período de retração no início de 2024. A partir do segundo trimestre de 2024, observa-se uma recuperação gradual em todos os indicadores, sugerindo uma possível estabilização ou retomada do crescimento.
Desagregado do ROA em quatro componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-02-01), 10-K (Data do relatório: 2025-11-02), 10-Q (Data do relatório: 2025-08-03), 10-Q (Data do relatório: 2025-05-04), 10-Q (Data do relatório: 2025-02-02), 10-K (Data do relatório: 2024-11-03), 10-Q (Data do relatório: 2024-08-04), 10-Q (Data do relatório: 2024-05-05), 10-Q (Data do relatório: 2024-02-04), 10-K (Data do relatório: 2023-10-29), 10-Q (Data do relatório: 2023-07-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-04-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-01-29), 10-K (Data do relatório: 2022-10-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-07-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-05-01), 10-Q (Data do relatório: 2022-01-30), 10-K (Data do relatório: 2021-10-31), 10-Q (Data do relatório: 2021-08-01), 10-Q (Data do relatório: 2021-05-02), 10-Q (Data do relatório: 2021-01-31).
A análise dos dados revela tendências distintas em diversos indicadores financeiros ao longo do período avaliado. Observa-se uma redução consistente no índice de carga tributária a partir do quarto trimestre de 2021, com uma queda notável no primeiro trimestre de 2024, seguida de uma recuperação parcial nos trimestres subsequentes, mas sem atingir os níveis iniciais.
O rácio de encargos com juros demonstra uma trajetória ascendente contínua, embora gradual, desde o primeiro trimestre de 2021 até o quarto trimestre de 2022. A partir desse ponto, a tendência inverte-se, com uma diminuição nos trimestres seguintes, estabilizando-se em valores ligeiramente inferiores aos observados no início do período.
O índice de margem EBIT apresenta um crescimento expressivo e constante até o quarto trimestre de 2022, atingindo o seu pico nesse período. Posteriormente, verifica-se uma diminuição acentuada, com uma recuperação parcial nos trimestres mais recentes, mas permanecendo em níveis inferiores aos máximos anteriores.
O índice de giro de ativos exibe uma tendência de alta gradual de 2021 a 2022, indicando uma maior eficiência na utilização dos ativos para gerar receita. No entanto, a partir do primeiro trimestre de 2023, observa-se uma queda significativa, seguida de uma lenta recuperação, mas sem alcançar os níveis anteriores.
O rácio de rendibilidade dos ativos (ROA) acompanha a tendência do índice de margem EBIT, com um crescimento constante e significativo até o quarto trimestre de 2022. A partir desse ponto, o ROA diminui drasticamente, refletindo a redução na rentabilidade dos ativos, com uma recuperação gradual nos trimestres subsequentes, mas ainda abaixo dos valores de pico.
- Índice de carga tributária
- Demonstra uma tendência geral de declínio, com uma queda acentuada em 2024, seguida de uma recuperação incompleta.
- Rácio de encargos com juros
- Apresenta um aumento constante até o final de 2022, seguido por uma diminuição.
- Índice de margem EBIT
- Cresceu significativamente até o final de 2022, mas diminuiu consideravelmente a partir de 2023.
- Índice de giro de ativos
- Aumentou gradualmente até 2022, mas diminuiu acentuadamente em 2023, com recuperação lenta.
- Rácio de rendibilidade dos ativos (ROA)
- Seguiu a tendência do índice de margem EBIT, com um pico em 2022 e declínio subsequente.
Desagregação do índice de margem de lucro líquido
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-02-01), 10-K (Data do relatório: 2025-11-02), 10-Q (Data do relatório: 2025-08-03), 10-Q (Data do relatório: 2025-05-04), 10-Q (Data do relatório: 2025-02-02), 10-K (Data do relatório: 2024-11-03), 10-Q (Data do relatório: 2024-08-04), 10-Q (Data do relatório: 2024-05-05), 10-Q (Data do relatório: 2024-02-04), 10-K (Data do relatório: 2023-10-29), 10-Q (Data do relatório: 2023-07-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-04-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-01-29), 10-K (Data do relatório: 2022-10-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-07-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-05-01), 10-Q (Data do relatório: 2022-01-30), 10-K (Data do relatório: 2021-10-31), 10-Q (Data do relatório: 2021-08-01), 10-Q (Data do relatório: 2021-05-02), 10-Q (Data do relatório: 2021-01-31).
A análise dos dados revela tendências distintas em diversos indicadores financeiros ao longo do período avaliado. Observa-se uma redução consistente no índice de carga tributária desde o início do período, atingindo o ponto mais baixo e apresentando uma recuperação parcial nos trimestres mais recentes.
O rácio de encargos com juros demonstra uma trajetória ascendente constante durante a maior parte do período, indicando um aumento gradual nos custos financeiros. No entanto, a partir de um determinado ponto, essa tendência inverte-se, com uma diminuição nos valores subsequentes.
O índice de margem EBIT apresenta um crescimento notável e contínuo até um determinado trimestre, sugerindo uma melhoria significativa na rentabilidade operacional. Após esse ponto, observa-se uma queda acentuada, seguida de uma estabilização e posterior recuperação, embora não atingindo os níveis máximos anteriores.
A margem de lucro líquido acompanha a tendência do índice de margem EBIT, com um aumento expressivo seguido de uma queda substancial. A recuperação subsequente é mais pronunciada, indicando um aumento na eficiência na conversão de receita em lucro líquido. A flutuação mais recente sugere alguma instabilidade.
- Índice de Carga Tributária
- Inicialmente em 1.12, diminui para 0.92 e, posteriormente, apresenta uma recuperação para 1.02, finalizando em 0.98.
- Rácio de Encargos com Juros
- Aumenta de 0.64 para 0.89, com uma posterior redução para 0.71 e um novo aumento para 0.89.
- Índice de Margem EBIT
- Cresce de 22.11% para 46.68%, diminui para 32.2% e recupera para 41.84%.
- Índice de Margem de Lucro Líquido
- Aumenta de 16.01% para 39.31%, diminui para 10.88% e recupera para 36.57%.
Em resumo, os dados indicam um período inicial de crescimento e rentabilidade, seguido por um período de ajuste e, finalmente, uma recuperação parcial. A dinâmica entre os indicadores sugere uma gestão ativa dos custos e da eficiência operacional, com flutuações influenciadas por fatores externos ou decisões estratégicas.