Estrutura do balanço: activo
Dados trimestrais
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-01-31), 10-K (Data do relatório: 2025-11-01), 10-Q (Data do relatório: 2025-08-02), 10-Q (Data do relatório: 2025-05-03), 10-Q (Data do relatório: 2025-02-01), 10-K (Data do relatório: 2024-11-02), 10-Q (Data do relatório: 2024-08-03), 10-Q (Data do relatório: 2024-05-04), 10-Q (Data do relatório: 2024-02-03), 10-K (Data do relatório: 2023-10-28), 10-Q (Data do relatório: 2023-07-29), 10-Q (Data do relatório: 2023-04-29), 10-Q (Data do relatório: 2023-01-28), 10-K (Data do relatório: 2022-10-29), 10-Q (Data do relatório: 2022-07-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-04-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-01-29), 10-K (Data do relatório: 2021-10-30), 10-Q (Data do relatório: 2021-07-31), 10-Q (Data do relatório: 2021-05-01), 10-Q (Data do relatório: 2021-01-30), 10-K (Data do relatório: 2020-10-31), 10-Q (Data do relatório: 2020-08-01), 10-Q (Data do relatório: 2020-05-02), 10-Q (Data do relatório: 2020-02-01).
A análise dos dados revela tendências distintas na composição do ativo ao longo do período avaliado. Observa-se uma flutuação no percentual do ativo circulante em relação ao total do ativo, com um pico em torno do terceiro trimestre de 2021 (14.28%) seguido de uma diminuição e posterior recuperação, atingindo 15.84% no final de 2025. Dentro do ativo circulante, as contas a receber apresentaram uma variação considerável, com um aumento inicial seguido de uma tendência de declínio a partir do final de 2021, estabilizando-se em torno de 2.8% a 3.2% do total do ativo nos períodos mais recentes.
- Caixa e equivalentes de caixa
- A participação do caixa e equivalentes de caixa no total do ativo demonstrou uma tendência geral de declínio ao longo do período, com algumas flutuações. Inicialmente em 3.06%, atingiu um máximo de 6.05% em meados de 2021, mas subsequentemente diminuiu para 6.05% no final de 2025.
- Investimentos de curto prazo
- Os investimentos de curto prazo, embora inicialmente ausentes nos dados, começaram a ser reportados a partir do final de 2022, representando uma pequena parcela do ativo total, variando entre 0.77% e 2.40%.
- Inventários
- Os inventários mantiveram uma participação relativamente estável no ativo total, com uma ligeira tendência de aumento ao longo do tempo, passando de 2.75% para 3.68% no final do período analisado.
- Ativo não circulante
- O ativo não circulante representa a maior parte do total do ativo, mantendo-se consistentemente acima de 84%. A boa vontade é o componente mais significativo do ativo não circulante, representando mais de 50% do total do ativo ao longo de todo o período. Os ativos incorpóreos líquidos e os tributos diferidos ativos também contribuem de forma relevante para o ativo não circulante, com participações que variam entre 15% e 20% e 3% e 8%, respectivamente.
A "Boa vontade" manteve uma posição dominante na estrutura do ativo, com uma ligeira tendência de aumento ao longo do tempo, indicando possíveis aquisições ou reavaliações de ativos. Os "Ativos incorpóreos líquidos" apresentaram uma tendência de declínio gradual, enquanto os "Tributos diferidos ativos" permaneceram relativamente estáveis. O "Imobilizado líquido" apresentou uma ligeira tendência de crescimento, refletindo investimentos em ativos fixos. A variação nos "Outros ativos" foi menos pronunciada, mas demonstrou uma ligeira tendência de aumento no final do período.
Em resumo, a estrutura do ativo demonstra uma predominância de ativos não circulantes, com a "Boa vontade" sendo o componente mais significativo. O ativo circulante apresenta flutuações, com destaque para as contas a receber e o caixa, enquanto os inventários mantêm uma participação relativamente estável. As tendências observadas sugerem uma gestão ativa do capital de giro e investimentos em ativos de longo prazo.