Estrutura do balanço: activo
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Ao longo do período analisado, observa-se uma tendência de variação na composição do ativo total, com destaque para a mudança na proporção de caixa e equivalentes de caixa, além de itens relacionados ao ativo circulante e aos ativos de longo prazo.
O percentual de caixa e equivalentes de caixa apresenta uma oscilação, iniciando numa fatia significativa de aproximadamente 37,32% em setembro de 2019, atingindo uma redução acentuada até cerca de 20,48% em março de 2020. Após esse ponto, há uma recuperação gradual, chegando a cerca de 29,94% em dezembro de 2022, e mantendo-se em níveis semelhantes até o final de 2024. Essa tendência revela uma movimentação de liquidez, possivelmente relacionada à gestão de caixa em resposta às condições do mercado ou estratégias corporativas.
Os contas a receber, menos provisão, inicialmente representam uma participação entre 13% e 17% do ativo total. Observa-se uma tendência de diminuição após o pico de 22,32% em dezembro de 2021, chegando a cerca de 15,83% no final de 2023. Esse movimento pode indicar melhorias na gestão de recebíveis, redução na necessidade de provisões ou alterações na política de crédito.
Os inventários apresentam crescimento contínuo como porcentagem do ativo, passando de aproximadamente 12% em setembro de 2019 para cerca de 25% a 26% em 2022 e mantendo-se neste patamar até o final de 2024. Este aumento pode refletir expansão de produção ou armazenamento estratégico, ou mudanças na eficiência da gestão de estoques.
Despesas pré-pagas e outros ativos circulantes mostram uma redução significativa até o início de 2022, ao passar de cerca de 15% para valores inferiores a 2%, indicando possíveis realizações de despesas antecipadas ou redução dessas categorias ao longo do tempo.
A participação do ativo circulante no total manteve-se relativamente estável, com oscilações mínimas próximas de 70%, refletindo uma estrutura de liquidez que tende a se manter equilibrada entre curto e longo prazo ao longo do período.
Na composição dos ativos de longo prazo, há um aumento progressivo na proporção de bens e equipamentos líquidos, que sobe de cerca de 8,35% em setembro de 2019 para aproximadamente 11,38% em setembro de 2023, indicando investimento ou aquisição de ativos tangíveis de longo prazo. Por sua vez, os goodwill e ativos intangíveis representam uma fatia relativamente constante, próximo de 9-14%, sugerindo estabilidade ou pequenas variações na composição de ativos intangíveis.
Outros ativos apresentam crescimento na sua participação, passando de aproximadamente 6,38% para mais de 12% em 2024, o que pode estar ligado à inclusão de novos ativos ou mudanças na classificação contábil. Os ativos de longo prazo, em geral, tendem a variar na faixa de 27% a 32% do total do ativo, demonstrando um equilíbrio contínuo entre ativos de curto e longo prazo ao longo do período.
De modo geral, os dados indicam uma gestão de ativos que alterna entre manter liquidez elevada inicialmente e, posteriormente, focar em crescimento de estoques e ativos de longo prazo. A estabilidade relativa das proporções ao longo do tempo sugere um planejamento estratégico voltado para preservação de estrutura de capital e liquidez, apesar de movimentações internas na composição dos ativos.