A ROE decomposição envolve a expressão do lucro líquido dividido pelo patrimônio líquido como produto dos índices componentes.
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Desagregado de ROE em dois componentes
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A análise dos dados revela tendências distintas em três indicadores financeiros ao longo do período avaliado. O Rácio de Rendibilidade dos Ativos (ROA) demonstra uma trajetória ascendente inicial, atingindo um pico no final de 2022, seguido por um declínio gradual até o final de 2025, com uma ligeira recuperação no último período analisado. A variação no ROA sugere flutuações na eficiência com que os ativos são utilizados para gerar lucro.
O Índice de Alavancagem Financeira apresenta uma estabilidade notável durante a maior parte do período, com valores consistentemente acima de 2. Observa-se uma ligeira tendência de queda a partir do final de 2022, indicando uma redução no uso de dívida para financiar as operações. No entanto, o índice se mantém em patamares elevados, sugerindo uma dependência considerável de financiamento externo.
O Índice de Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE) exibe um crescimento constante até o final de 2022, refletindo um aumento na rentabilidade do capital próprio investido. A partir desse ponto, o ROE inicia uma fase de declínio, embora permaneça em níveis relativamente altos. Essa diminuição pode indicar uma redução na capacidade de gerar lucro a partir do patrimônio líquido, possivelmente influenciada por fatores como mudanças na estrutura de capital ou na eficiência operacional.
- ROA (Rácio de Rendibilidade dos Ativos)
- Inicialmente crescente, atinge o pico em novembro de 2022 e declina gradualmente até novembro de 2025, com leve recuperação no último período.
- Índice de Alavancagem Financeira
- Mantém-se relativamente estável acima de 2, com ligeira queda a partir de novembro de 2022.
- ROE (Índice de Retorno sobre o Patrimônio Líquido)
- Crescimento constante até novembro de 2022, seguido por declínio, mas permanecendo em níveis elevados.
Em resumo, os dados indicam um período inicial de crescimento e rentabilidade, seguido por uma fase de estabilização e, posteriormente, um declínio gradual em alguns indicadores. A análise conjunta desses indicadores sugere a necessidade de monitoramento contínuo da eficiência operacional, da estrutura de capital e da rentabilidade do patrimônio líquido.
Desagregado de ROE em três componentes
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A análise dos dados revela tendências distintas em diversos indicadores financeiros ao longo do período avaliado. Observa-se uma flutuação relativamente estável no índice de margem de lucro líquido, com valores que oscilam entre aproximadamente 10.6% e 12.1%. Inicialmente, há um ligeiro aumento, seguido de uma estabilização e, posteriormente, uma tendência de declínio moderado a partir do final de 2022, com uma recuperação parcial no final do período.
O índice de giro de ativos demonstra uma trajetória ascendente até meados de 2022, atingindo um pico de 1.32, indicando uma maior eficiência na utilização dos ativos para gerar receita. Contudo, a partir desse ponto, observa-se uma diminuição consistente, retornando a valores próximos aos registrados no início do período, sugerindo uma redução na eficiência operacional.
Em relação ao índice de alavancagem financeira, a análise indica uma tendência geral de declínio ao longo do tempo. Embora tenha apresentado pequenas variações, o índice diminuiu de 2.14 no início do período para 2.15 no final, refletindo uma redução no uso de dívida em relação ao patrimônio líquido. Essa redução pode indicar uma postura mais conservadora na gestão do capital.
O índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) apresentou um crescimento notável até meados de 2021, atingindo um valor máximo de 31.09. Após esse ponto, o ROE iniciou uma trajetória descendente, com uma queda mais acentuada a partir de 2022, estabilizando-se em torno de 24.5% a 26.3% no final do período. Essa diminuição pode ser atribuída a diversos fatores, incluindo a redução na margem de lucro líquido e a diminuição do giro de ativos.
- Índice de margem de lucro líquido
- Apresenta estabilidade com flutuações entre 10.6% e 12.1%, com declínio moderado a partir de 2022 e recuperação parcial no final.
- Índice de giro de ativos
- Crescimento até meados de 2022, seguido de declínio consistente, indicando menor eficiência na utilização dos ativos.
- Índice de alavancagem financeira
- Tendência geral de declínio, sugerindo redução no uso de dívida em relação ao patrimônio líquido.
- Índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE)
- Crescimento até meados de 2021, seguido de declínio acentuado a partir de 2022, estabilizando-se em torno de 24.5% a 26.3%.
Desagregado de ROE em cinco componentes
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A análise dos dados revela tendências distintas em diversos indicadores financeiros ao longo do período avaliado. Observa-se uma estabilidade notável no índice de carga tributária, mantendo-se predominantemente em torno de 0.76 a 0.77, com ligeiras flutuações ao longo dos trimestres. O rácio de encargos com juros apresentou uma consistência elevada, próximo de 1, com um aumento pontual para 1,00 em alguns períodos, seguido de uma ligeira diminuição para valores próximos de 0.98 no final do período analisado.
- Índice de Margem EBIT
- O índice de margem EBIT demonstrou uma trajetória ascendente inicial, atingindo um pico em torno de 15.87, seguido por um período de flutuações e uma tendência de ligeira diminuição até 14.05. Posteriormente, observou-se uma recuperação, com o índice atingindo 15.42 no final do período, indicando uma melhora na rentabilidade operacional.
O índice de giro de ativos apresentou um aumento gradual de 1.17 para 1.32, sugerindo uma maior eficiência na utilização dos ativos para gerar receita. Contudo, a partir desse ponto, houve uma tendência de declínio, retornando a valores próximos de 1.08 no final do período, o que pode indicar uma menor eficiência na utilização dos ativos.
- Índice de Alavancagem Financeira
- O índice de alavancagem financeira exibiu uma leve tendência de redução ao longo do tempo, diminuindo de 2.14 para 2.15. Essa redução pode indicar uma menor dependência de financiamento por dívida.
O índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) apresentou um crescimento consistente até atingir 31.09, demonstrando uma alta capacidade de gerar lucro a partir do capital próprio investido. Após esse ponto, observou-se uma diminuição gradual, com o ROE atingindo 24.51 no final do período, o que pode indicar uma redução na eficiência na utilização do patrimônio líquido para gerar lucro.
Desagregado de ROA em dois componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-02-28), 10-Q (Data do relatório: 2025-11-30), 10-K (Data do relatório: 2025-08-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-05-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-02-28), 10-Q (Data do relatório: 2024-11-30), 10-K (Data do relatório: 2024-08-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-05-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-02-29), 10-Q (Data do relatório: 2023-11-30), 10-K (Data do relatório: 2023-08-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-05-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-02-28), 10-Q (Data do relatório: 2022-11-30), 10-K (Data do relatório: 2022-08-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-05-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-02-28), 10-Q (Data do relatório: 2021-11-30), 10-K (Data do relatório: 2021-08-31), 10-Q (Data do relatório: 2021-05-31), 10-Q (Data do relatório: 2021-02-28), 10-Q (Data do relatório: 2020-11-30).
A análise dos dados revela tendências distintas em três indicadores financeiros ao longo do período avaliado. O índice de margem de lucro líquido demonstra uma flutuação relativamente estável, com valores que oscilam entre aproximadamente 10.6% e 12.1%. Observa-se uma ligeira tendência de declínio a partir do final de 2021, com uma recuperação parcial em alguns trimestres subsequentes, mas sem atingir os níveis iniciais. No entanto, a variação geral permanece dentro de uma faixa estreita.
O índice de giro de ativos apresenta um padrão diferente. Inicialmente, o valor se mantém em torno de 1.14 a 1.17 até o final de 2021. A partir desse ponto, há um aumento gradual, atingindo um pico de 1.32 no primeiro trimestre de 2022. Posteriormente, observa-se uma tendência de declínio constante, retornando a valores próximos de 1.07 a 1.09 no final do período analisado. Essa trajetória sugere uma diminuição na eficiência com que os ativos são utilizados para gerar receita.
O rácio de rendibilidade dos ativos (ROA) exibe uma trajetória ascendente até o segundo trimestre de 2022, com um aumento de aproximadamente 13.7% para quase 15%. Após esse ponto, o ROA demonstra uma tendência de declínio, embora ainda se mantenha em níveis relativamente altos. A queda é mais acentuada a partir do final de 2023, com valores que se aproximam de 11.4% no final do período. Essa diminuição indica uma redução na capacidade de gerar lucro a partir dos ativos da empresa.
- Índice de Margem de Lucro Líquido
- Apresenta estabilidade com ligeira tendência de declínio a partir de 2021.
- Índice de Giro de Ativos
- Aumenta até 2022 e depois declina consistentemente.
- Rácio de Rendibilidade dos Ativos (ROA)
- Cresce até 2022 e depois demonstra uma tendência de declínio.
Desagregado do ROA em quatro componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-02-28), 10-Q (Data do relatório: 2025-11-30), 10-K (Data do relatório: 2025-08-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-05-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-02-28), 10-Q (Data do relatório: 2024-11-30), 10-K (Data do relatório: 2024-08-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-05-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-02-29), 10-Q (Data do relatório: 2023-11-30), 10-K (Data do relatório: 2023-08-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-05-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-02-28), 10-Q (Data do relatório: 2022-11-30), 10-K (Data do relatório: 2022-08-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-05-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-02-28), 10-Q (Data do relatório: 2021-11-30), 10-K (Data do relatório: 2021-08-31), 10-Q (Data do relatório: 2021-05-31), 10-Q (Data do relatório: 2021-02-28), 10-Q (Data do relatório: 2020-11-30).
A análise dos dados revela tendências distintas em diversos indicadores financeiros ao longo do período avaliado. Observa-se uma estabilidade notável no índice de carga tributária, mantendo-se predominantemente em torno de 0.76 a 0.77, com ligeiras flutuações ao longo dos trimestres. O rácio de encargos com juros apresentou uma consistência elevada, fixando-se em 0.99 na maioria dos períodos, com um aumento pontual para 1.0 em alguns trimestres, retornando posteriormente aos valores anteriores, e uma ligeira diminuição para 0.97 e 0.98 nos períodos mais recentes.
O índice de margem EBIT demonstra uma variação mais expressiva. Após um crescimento inicial, atingindo 15.87%, observa-se uma tendência de declínio, com um ponto baixo em 14.05%. Contudo, a partir desse ponto, o índice recupera, atingindo 15.42% no final do período analisado, indicando uma melhora na rentabilidade operacional. O índice de giro de ativos apresenta um padrão de crescimento até 1.32, seguido por uma estabilização e posterior declínio, terminando em 1.08, sugerindo uma menor eficiência na utilização dos ativos para gerar receita.
O rácio de rendibilidade dos ativos (ROA) acompanha a tendência do índice de margem EBIT, com um aumento inicial seguido de um declínio. O ROA atinge um pico de 14.97% e, posteriormente, diminui para 11.4%, refletindo uma redução na capacidade de gerar lucro a partir dos ativos da empresa. A análise conjunta desses indicadores sugere uma dinâmica complexa, com períodos de crescimento e declínio, influenciados por fatores como a gestão tributária, os encargos financeiros, a rentabilidade operacional e a eficiência na utilização dos ativos.
- Índice de carga tributária
- Mantém-se relativamente estável, com pequenas flutuações entre 0.74 e 0.77.
- Rácio de encargos com juros
- Apresenta alta consistência em 0.99, com ligeiros aumentos temporários para 1.0 e recentes declínios para 0.97 e 0.98.
- Índice de margem EBIT
- Demonstra um ciclo de crescimento, declínio e recuperação, variando de 14.05% a 15.87% e finalizando em 15.42%.
- Índice de giro de ativos
- Apresenta um crescimento inicial seguido de declínio, de 1.32 para 1.08, indicando menor eficiência na utilização dos ativos.
- Rácio de rendibilidade dos ativos (ROA)
- Segue a tendência do índice de margem EBIT, com um declínio geral de 14.97% para 11.4%.
Desagregação do índice de margem de lucro líquido
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-02-28), 10-Q (Data do relatório: 2025-11-30), 10-K (Data do relatório: 2025-08-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-05-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-02-28), 10-Q (Data do relatório: 2024-11-30), 10-K (Data do relatório: 2024-08-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-05-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-02-29), 10-Q (Data do relatório: 2023-11-30), 10-K (Data do relatório: 2023-08-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-05-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-02-28), 10-Q (Data do relatório: 2022-11-30), 10-K (Data do relatório: 2022-08-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-05-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-02-28), 10-Q (Data do relatório: 2021-11-30), 10-K (Data do relatório: 2021-08-31), 10-Q (Data do relatório: 2021-05-31), 10-Q (Data do relatório: 2021-02-28), 10-Q (Data do relatório: 2020-11-30).
A análise dos dados revela tendências distintas em diversos indicadores financeiros ao longo do período avaliado. O índice de carga tributária apresentou relativa estabilidade, flutuando entre 0.74 e 0.77, com uma ligeira tendência de declínio no final do período.
O rácio de encargos com juros manteve-se consistentemente próximo de 1, com um ligeiro decréscimo para 0.97 e 0.98 nos últimos períodos analisados. Esta variação, embora pequena, pode indicar uma alteração na estrutura de capital ou nos custos de financiamento.
O índice de margem EBIT demonstrou uma trajetória mais volátil. Observou-se um aumento gradual de 15.46% para 15.87%, seguido de flutuações com um pico em 15.42% e um novo aumento para 15.18% e 15.42%. No entanto, o indicador apresentou uma tendência de estabilização nos últimos trimestres.
O índice de margem de lucro líquido seguiu um padrão semelhante ao índice de margem EBIT, com um aumento inicial de 11.74% para 12.05%, seguido de flutuações. Houve um declínio para 10.61% e 10.72%, com uma recuperação posterior para 11.61%. A margem de lucro líquido também demonstrou uma tendência de estabilização nos últimos períodos.
- Índice de carga tributária
- Apresenta estabilidade com ligeira tendência de declínio.
- Rácio de encargos com juros
- Mantém-se próximo de 1, com ligeiro decréscimo no final do período.
- Índice de margem EBIT
- Demonstra volatilidade com tendência de estabilização.
- Índice de margem de lucro líquido
- Segue padrão semelhante ao EBIT, com tendência de estabilização.
Em resumo, os dados indicam uma performance financeira relativamente estável, com algumas flutuações nos indicadores de rentabilidade. A ligeira diminuição no rácio de encargos com juros e no índice de carga tributária, juntamente com a estabilização das margens, podem sugerir uma gestão financeira eficiente e uma capacidade de adaptação às condições de mercado.