A ROE decomposição envolve a expressão do lucro líquido dividido pelo patrimônio líquido como produto dos índices componentes.
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Desagregado de ROE em dois componentes
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31).
A análise dos dados revela tendências distintas em três indicadores financeiros ao longo do período avaliado. O Rácio de Rendibilidade dos Ativos (ROA) demonstra uma trajetória descendente. Observa-se um valor inicial de 15.35%, com um pico de 16.24% e subsequente declínio para 7.57%, seguido de uma ligeira recuperação para 7.62% no último período.
O Índice de Alavancagem Financeira apresenta uma flutuação menos pronunciada. Inicialmente em 4.55, o índice diminui até 3.59, estabiliza-se em torno de 3.6, e então aumenta gradualmente para 4.5 no último período, indicando um aumento no uso de dívida em relação ao patrimônio líquido.
O Índice de Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE) exibe a maior variação entre os indicadores. Começando em 69.8%, o ROE sofre uma redução significativa, atingindo 30.85%, antes de apresentar uma recuperação modesta para 34.34% no final do período analisado. A diminuição do ROE sugere uma menor eficiência na geração de lucro a partir do capital próprio.
- ROA (Rácio de Rendibilidade dos Ativos)
- Apresenta uma tendência geral de declínio, indicando uma menor capacidade de gerar lucro a partir dos ativos da empresa.
- Índice de Alavancagem Financeira
- Mostra um aumento gradual no final do período, sugerindo um maior endividamento.
- ROE (Índice de Retorno sobre o Patrimônio Líquido)
- Demonstra uma queda acentuada seguida de uma leve recuperação, refletindo mudanças na rentabilidade em relação ao capital próprio.
Em resumo, os dados indicam uma diminuição na rentabilidade dos ativos e do patrimônio líquido, acompanhada por um aumento no endividamento no final do período analisado. A combinação desses fatores pode sinalizar a necessidade de uma avaliação mais aprofundada das estratégias financeiras e operacionais.
Desagregado de ROE em três componentes
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31).
A análise dos dados revela tendências distintas em diversos indicadores financeiros ao longo do período avaliado. O índice de margem de lucro líquido apresentou uma trajetória de alta entre o primeiro e o quarto trimestre de 2022, atingindo o pico de 11.51%. Posteriormente, observou-se uma tendência de declínio contínuo até o segundo trimestre de 2024, estabilizando-se em torno de 6%. Nos trimestres subsequentes, o índice demonstra uma leve recuperação, embora não retorne aos níveis iniciais.
O índice de giro de ativos exibiu um comportamento relativamente estável entre o primeiro e o quarto trimestre de 2022, com flutuações modestas. A partir do primeiro trimestre de 2023, iniciou-se uma tendência de declínio gradual, atingindo o ponto mais baixo no quarto trimestre de 2025. No entanto, as variações permaneceram dentro de uma faixa limitada.
O índice de alavancagem financeira apresentou uma diminuição consistente entre o primeiro trimestre de 2022 e o quarto trimestre de 2022. A partir do primeiro trimestre de 2023, o índice demonstra uma tendência de alta, com um pico no quarto trimestre de 2023, seguido por uma estabilização em torno de 4.1 a 4.5 ao longo dos trimestres subsequentes.
O índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) seguiu uma trajetória descendente ao longo do período analisado. Observou-se uma queda significativa a partir do primeiro trimestre de 2022, com uma aceleração no declínio entre o terceiro e o quarto trimestre de 2022. A tendência de queda continuou em 2023 e 2024, com uma leve recuperação no primeiro trimestre de 2025, mas sem reverter a tendência geral de diminuição.
- Índice de margem de lucro líquido
- Demonstra uma alta inicial seguida de declínio e leve recuperação.
- Índice de giro de ativos
- Apresenta estabilidade inicial e declínio gradual.
- Índice de alavancagem financeira
- Exibe diminuição inicial e posterior aumento com estabilização.
- Índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE)
- Indica uma tendência de queda consistente ao longo do período.
Desagregado de ROE em cinco componentes
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31).
A análise dos dados revela tendências distintas em diversos indicadores financeiros ao longo do período avaliado. Observa-se uma estabilidade notável no índice de carga tributária, mantendo-se consistentemente próximo de 0.78, com ligeiras flutuações ao longo dos trimestres.
- Rácio de encargos com juros
- O rácio de encargos com juros demonstra uma tendência de declínio gradual, partindo de 0.95 no início do período para atingir 0.88 no final. Esta redução sugere uma melhoria na capacidade de cobertura dos encargos financeiros.
O índice de margem EBIT apresentou um crescimento inicial, atingindo o pico de 15.48, seguido por uma trajetória descendente. A partir do terceiro trimestre de 2023, observa-se uma estabilização em torno de 9%, com uma ligeira recuperação no último trimestre analisado.
- Índice de giro de ativos
- O índice de giro de ativos exibiu uma flutuação modesta, com um pico inicial de 1.45 e uma tendência de declínio para 1.21 no final do período. Esta variação pode indicar uma menor eficiência na utilização dos ativos para gerar receita.
O índice de alavancagem financeira apresentou uma dinâmica mais complexa, com uma redução inicial seguida por um aumento. No entanto, o indicador se estabilizou em torno de 4.3 a 4.5 nos últimos trimestres, indicando um nível consistente de endividamento.
- Índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE)
- O ROE apresentou uma queda significativa ao longo do período, diminuindo de 69.8 para 34.34. Esta redução reflete uma diminuição na rentabilidade do patrimônio líquido, possivelmente influenciada por fatores como a diminuição da margem EBIT e as flutuações no índice de giro de ativos.
Em resumo, os dados indicam uma empresa que, embora mantenha uma carga tributária estável e melhore a cobertura de juros, enfrenta desafios na manutenção da rentabilidade e eficiência na utilização de ativos, resultando em uma diminuição do retorno sobre o patrimônio líquido.
Desagregado de ROA em dois componentes
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31).
A análise dos dados revela tendências distintas em relação aos indicadores de rentabilidade e eficiência operacional ao longo do período avaliado. O índice de margem de lucro líquido apresentou uma trajetória de crescimento constante de março de 2022 a dezembro de 2022, atingindo o pico de 11,51%. Posteriormente, observou-se uma diminuição progressiva, com valores mais baixos em 2023 e 2024, estabilizando-se em torno de 6,15% a 6,44% entre março de 2024 e dezembro de 2025.
O índice de giro de ativos demonstrou uma relativa estabilidade entre março de 2022 e dezembro de 2022, com flutuações modestas. A partir de 2023, iniciou-se uma tendência de declínio, atingindo o ponto mais baixo em dezembro de 2025, com um valor de 1,21. Essa redução sugere uma menor eficiência na utilização dos ativos para gerar receita.
O rácio de rendibilidade dos ativos (ROA) seguiu um padrão semelhante ao do índice de margem de lucro líquido, com um aumento contínuo até dezembro de 2022, alcançando 16,24%. Contudo, a partir de 2023, o ROA apresentou uma queda acentuada, refletindo a diminuição da rentabilidade em relação aos ativos totais. A estabilização ocorreu entre 7,57% e 8,55% entre março de 2024 e dezembro de 2025.
- Tendências Gerais
- Observa-se uma correlação entre o índice de margem de lucro líquido e o ROA, indicando que a rentabilidade geral da entidade está intimamente ligada à sua capacidade de gerar lucro a partir das vendas.
- Eficiência Operacional
- A diminuição do índice de giro de ativos sugere uma possível necessidade de otimização na gestão de ativos, visando aumentar a eficiência na geração de receita.
- Desafios
- A queda nos indicadores de rentabilidade a partir de 2023 pode indicar desafios relacionados a fatores como aumento de custos, intensificação da concorrência ou mudanças nas condições de mercado.
Desagregado do ROA em quatro componentes
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31).
A análise dos dados revela tendências distintas em diversos indicadores financeiros ao longo do período avaliado. O índice de carga tributária apresentou relativa estabilidade, mantendo-se predominantemente em torno de 0.78, com ligeiras flutuações entre 0.77 e 0.79 nos trimestres mais recentes.
O rácio de encargos com juros demonstrou uma tendência de declínio gradual. Observa-se uma redução consistente a partir de 0.95 no início do período, atingindo 0.88 nos últimos trimestres analisados. Esta diminuição pode indicar uma melhoria na gestão da dívida ou uma redução do endividamento.
O índice de margem EBIT apresentou uma trajetória mais volátil. Após um crescimento inicial, atingindo o pico de 15.48, o indicador iniciou um declínio notável, chegando a 8.43. Nos trimestres mais recentes, observa-se uma ligeira recuperação, embora ainda abaixo dos níveis iniciais, estabilizando-se em torno de 9%.
O índice de giro de ativos exibiu uma flutuação moderada. Inicialmente em torno de 1.4, o indicador apresentou uma tendência de queda, atingindo 1.21 nos últimos trimestres. Esta redução pode sugerir uma menor eficiência na utilização dos ativos para gerar receita.
O rácio de rendibilidade dos ativos (ROA) acompanhou a tendência do índice de margem EBIT, apresentando um declínio significativo a partir de 16.24. Atingiu o ponto mais baixo em 7.57, com uma recuperação parcial nos trimestres mais recentes, estabilizando-se em torno de 7.6% a 8.55. A correlação entre o ROA e a margem EBIT sugere que a rentabilidade dos ativos está diretamente ligada à rentabilidade operacional.
- Índice de carga tributária
- Mantém-se relativamente estável, indicando consistência na gestão fiscal.
- Rácio de encargos com juros
- Apresenta uma tendência de declínio, sugerindo melhoria na gestão da dívida.
- Índice de margem EBIT
- Demonstra volatilidade, com um declínio significativo seguido de uma leve recuperação.
- Índice de giro de ativos
- Exibe uma tendência de queda, possivelmente indicando menor eficiência na utilização dos ativos.
- Rácio de rendibilidade dos ativos (ROA)
- Segue a tendência do índice de margem EBIT, com um declínio acentuado e recuperação parcial.
Desagregação do índice de margem de lucro líquido
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31).
A análise dos dados revela tendências distintas em diversos indicadores financeiros ao longo do período avaliado. O índice de carga tributária apresentou relativa estabilidade, mantendo-se predominantemente em torno de 0.78, com ligeiras flutuações entre 0.77 e 0.79. Observa-se um aumento para 0.8 no último período analisado.
O rácio de encargos com juros demonstrou uma tendência de declínio gradual. Iniciando em 0.95, o indicador apresentou uma redução consistente, atingindo 0.88 no final do período. Essa diminuição sugere uma possível melhora na gestão da dívida ou uma redução do endividamento.
O índice de margem EBIT exibiu uma trajetória mais volátil. Após um crescimento inicial, atingindo 15.48, o indicador iniciou um declínio notável, chegando a 8.43. Nos períodos subsequentes, observou-se uma recuperação parcial, estabilizando-se em torno de 9, com um ligeiro aumento para 9.23 no último trimestre.
A margem de lucro líquido seguiu um padrão semelhante ao da margem EBIT, com um pico inicial de 11.51 seguido por uma queda progressiva. O indicador atingiu o ponto mais baixo em 5.87, antes de apresentar uma recuperação modesta, estabilizando-se em torno de 6, com um valor de 6.28 no último período.
- Tendências Gerais
- Observa-se uma correlação entre a margem EBIT e a margem de lucro líquido, indicando que a rentabilidade operacional influencia diretamente o resultado final.
- Padrões Observados
- A queda nas margens EBIT e de lucro líquido pode ser atribuída a diversos fatores, como aumento de custos, intensificação da concorrência ou mudanças no ambiente macroeconômico.
- Insights
- A redução do rácio de encargos com juros é um sinal positivo, mas a queda nas margens de lucro requer uma análise mais aprofundada para identificar as causas e implementar medidas corretivas.