A ROE decomposição envolve a expressão do lucro líquido dividido pelo patrimônio líquido como produto dos índices componentes.
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Desagregado de ROE em dois componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-31), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31).
A análise dos indicadores financeiros revela uma trajetória de declínio na rentabilidade e oscilações na estrutura de capital ao longo do período observado.
- Rácio de rendibilidade dos activos (ROA)
- O indicador apresentou um crescimento inicial, atingindo seu ponto máximo de 16,24% em dezembro de 2022. A partir desse período, iniciou-se uma tendência de queda persistente, com o valor recuando para 7,31% em março de 2026. Essa redução indica uma perda gradual na eficiência da gestão dos ativos para a geração de lucro líquido.
- Índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE)
- Observou-se uma redução expressiva e contínua na rentabilidade do capital próprio. O ROE, que se iniciava em 69,8% em março de 2022, declinou consistentemente até atingir 33,3% em março de 2026. A queda acentuada sugere que a capacidade de gerar retornos sobre o investimento dos acionistas foi severamente comprimida ao longo dos anos.
- Índice de alavancagem financeira
- A alavancagem financeira apresentou um comportamento cíclico. O índice reduziu de 4,55 para 3,51 entre março de 2022 e junho de 2023, indicando uma fase de desalavancagem. Posteriormente, houve uma reversão dessa tendência, com o índice subindo gradualmente até alcançar 4,56 em março de 2026, retornando aos níveis iniciais de endividamento relativo.
Conclui-se que a deterioração simultânea do ROA e do ROE, apesar da manutenção dos níveis de alavancagem financeira, aponta para uma queda na lucratividade operacional e na eficiência geral da organização.
Desagregado de ROE em três componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-31), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31).
A análise dos indicadores financeiros revela tendências distintas de rentabilidade, eficiência e estrutura de capital ao longo do período observado.
- Margem de Lucro Líquido
- Observa-se uma trajetória de declínio acentuado na rentabilidade líquida. Os índices mantiveram-se estáveis acima de 10% até o primeiro trimestre de 2023, iniciando então uma queda progressiva que atingiu o nível mínimo de 5,87% em junho de 2024. Nos trimestres subsequentes, a margem apresentou estabilização em patamares entre 5,9% e 6,4%.
- Giro de Ativos
- O indicador de eficiência na utilização dos ativos demonstra uma tendência de redução gradual. Partindo de um índice de 1,41 no início de 2022, houve uma oscilação com viés negativo, encerrando o período em 1,23. Esse movimento indica uma diminuição na capacidade de gerar receita a partir da base de ativos instalada.
- Alavancagem Financeira
- A estrutura de capital apresentou um comportamento cíclico. Houve uma redução inicial da alavancagem, que atingiu seu ponto mais baixo de 3,51 em junho de 2023. A partir desse momento, registrou-se um aumento constante e consistente, retornando aos níveis iniciais e finalizando o período em 4,56.
- Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE)
- O retorno sobre o patrimônio líquido apresentou a variação mais expressiva, com uma queda substancial de 69,8% para 33,3%. A redução foi mais severa entre 2022 e 2024, acompanhando a compressão das margens de lucro. Embora a alavancagem financeira tenha aumentado no final do período, esse fator não foi suficiente para reverter a tendência de queda do ROE, que estabilizou-se em patamares significativamente inferiores aos do início da série.
Desagregado de ROE em cinco componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-31), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31).
A análise dos indicadores financeiros revela uma trajetória de retração na rentabilidade e na eficiência operacional ao longo do período observado.
- Rentabilidade e Margens
- O índice de margem EBIT apresentou um declínio significativo, atingindo seu ponto máximo no final de 2022 para depois recuar consistentemente, estabilizando-se em patamares inferiores a 10% a partir de 2024. Paralelamente, o retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) registrou a queda mais expressiva entre os indicadores, reduzindo-se de 69,8% no início de 2022 para 33,3% em março de 2026, o que indica uma diminuição substancial na rentabilidade do capital próprio.
- Eficiência de Ativos
- Observa-se uma tendência descendente no índice de giro de ativos. A capacidade de gerar receita a partir dos ativos disponíveis diminuiu gradualmente, partindo de valores acima de 1,40 em 2022 e convergindo para a faixa de 1,20 ao final do período analisado.
- Estrutura de Capital e Endividamento
- O índice de alavancagem financeira exibiu um comportamento cíclico, com uma redução até junho de 2023, seguida de uma recuperação gradual que elevou o rácio para 4,56 em março de 2026. No que tange aos encargos com juros, nota-se uma redução constante e linear do rácio, que declinou de 0,95 para 0,86.
- Carga Tributária
- O índice de carga tributária manteve-se resiliente e estável, com oscilações mínimas entre 0,77 e 0,80, não apresentando tendências de alta ou baixa relevantes.
Desagregado de ROA em dois componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-31), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31).
Os indicadores financeiros demonstram uma retração generalizada na rentabilidade e na eficiência operacional entre o primeiro trimestre de 2022 e o primeiro trimestre de 2026.
- Margem de Lucro Líquido
- Houve um período de estabilidade com leve ascensão até dezembro de 2022, quando a margem atingiu o ápice de 11,51%. A partir de março de 2023, verificou-se uma queda progressiva e significativa, com o índice recuando para 7,37% no fechamento de 2023. Durante os anos de 2024 e 2025, a margem estabilizou-se em níveis consideravelmente menores, oscilando entre 5,87% e 6,44%, e encerrando o ciclo em 5,94% em março de 2026.
- Giro de Ativos
- A capacidade de gerar receita a partir dos ativos apresentou tendência de declínio. Após o pico de 1,45 em setembro de 2022, o indicador reduziu-se para 1,28 em dezembro de 2023. Apesar de oscilações pontuais de recuperação no decorrer de 2024, a trajetória descendente persistiu em 2025, atingindo o nível de 1,21 em dezembro daquele ano, com um ajuste final para 1,23 em março de 2026.
- Retorno sobre Ativos (ROA)
- O ROA acompanhou a deterioração da margem de lucro e do giro de ativos. O índice atingiu seu valor máximo de 16,24% em dezembro de 2022, seguido por uma contração acentuada ao longo de 2023, chegando a 9,47%. Nos trimestres subsequentes, o indicador operou em patamares reduzidos, com a menor marca registrada em junho de 2024, em 7,57%, e finalizando o período analisado em 7,31%.
A análise conjunta dos dados sugere que a redução na rentabilidade líquida, somada à menor eficiência no uso dos ativos, resultou em uma queda substancial e persistente na rentabilidade global sobre o investimento ao longo do período.
Desagregado do ROA em quatro componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-31), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31).
Observa-se uma tendência de declínio generalizado nos indicadores de rentabilidade e eficiência operacional ao longo do período analisado.
- Margem EBIT
- Houve uma redução progressiva da margem EBIT, que transitou de patamares entre 14% e 15% durante a maior parte de 2022 para níveis próximos a 8,8% no início de 2026, indicando uma contração na rentabilidade operacional.
- Rentabilidade dos Ativos (ROA)
- O ROA apresentou uma trajetória descendente acentuada, partindo de um pico de 16,24% em dezembro de 2022 e recuando para 7,31% em março de 2026, o que evidencia a diminuição da capacidade de gerar lucro líquido a partir dos ativos totais.
- Giro de Ativos
- O índice de giro de ativos demonstrou perda de eficiência, com valores que declinaram de 1,45 no terceiro trimestre de 2022 para 1,23 no primeiro trimestre de 2026, sugerindo uma menor produtividade dos ativos na geração de receita.
- Encargos com Juros
- O rácio de encargos com juros manteve-se estável em 0,95 até o início de 2023, passando a registrar um declínio gradual e constante até atingir 0,86 em março de 2026.
- Carga Tributária
- O índice de carga tributária permaneceu estável durante todo o intervalo, com oscilações mínimas entre 0,77 e 0,80, não apresentando tendência de crescimento ou redução significativa.
Desagregação do índice de margem de lucro líquido
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-31), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31).
Observa-se uma trajetória de declínio nas margens de lucratividade a partir do final de 2022, seguida por um período de estabilização em patamares inferiores ao longo de 2024 e 2025.
- Margens de EBIT e Lucro Líquido
- O índice de margem EBIT registrou seu ponto máximo em dezembro de 2022, com 15,48%, seguido por uma redução progressiva que culminou no valor mínimo de 8,43% em junho de 2024. A margem de lucro líquido apresentou comportamento análogo, atingindo o pico de 11,51% em dezembro de 2022 e a mínima de 5,87% em junho de 2024. Após esse declínio, ambos os indicadores demonstraram sinais de estabilização, com a margem EBIT oscilando entre 8,8% e 9,2% e a margem líquida mantendo-se próxima a 6% nos trimestres seguintes.
- Rácio de Encargos com Juros
- Verifica-se uma tendência de redução gradual e contínua neste indicador. Após a manutenção do nível de 0,95 entre março de 2022 e junho de 2023, o rácio iniciou uma queda constante, atingindo 0,86 em março de 2026.
- Índice de Carga Tributária
- A carga tributária permaneceu estável durante todo o período analisado, com variações marginais compreendidas entre 0,77 e 0,80, não evidenciando tendências de alta ou baixa significativas.