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- Balanço: ativo
- Estrutura do balanço: activo
- Estrutura do balanço: passivo e patrimônio líquido
- Análise dos rácios de actividade a curto prazo
- Análise da DuPont: Agregação do índice de ROE, ROAe margem de lucro líquido
- Análise de áreas geográficas
- Índices de avaliação de ações ordinárias
- Relação preço/ FCFE (P/FCFE)
- Índice de margem de lucro líquido desde 2005
- Análise do endividamento
Aceitamos:
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31), 10-K (Data do relatório: 2020-12-31).
Ao longo do período de análise, observa-se uma tendência de aprimoramento na margem de lucro operacional, que evolui de aproximadamente 9,08% em 2020 para 13,17% em 2021, refletindo uma melhora significativa na eficiência operacional nesse intervalo. Contudo, essa margem apresenta uma leve redução em 2022 (13,05%) e continua a declinar em 2023 (10,05%) e 2024 (9,3%), indicando uma possível pressão nos resultados operacionais ou aumento das despesas relacionadas à operação.
Os custos de remuneração e benefícios, que representam uma parcela importante da receita, mostram uma redução relativa em 2021, passando de 52,62% para 48,01%, o que indica uma gestão de custos mais eficiente nesse período. Entretanto, a participação desses custos volta a aumentar, alcançando 52,81% em 2024, acima do nível de 2020, sinalizando aumento nas despesas de pessoal que pode impactar a rentabilidade.
O percentual destinado a transporte comprado inicialmente aumenta em 2021 (19,59%), mas reduz-se significativamente em 2023 (15,01%) e 2024 (14,92%), o que pode indicar uma redução nos custos de terceiros de transporte ou uma alteração na estratégia logística. Os custos de combustível apresentam uma alta de 3,95% em 2021 para 6% em 2022, antes de reduzirem para 5,25% em 2023 e 4,79% em 2024, refletindo volatilidade no preço do combustível ou ajustes nas políticas de gerenciamento de custos nesse item.
Os outros itens de despesas operacionais, como reparos e manutenção, depreciação e amortização, permanecem relativamente estáveis como porcentagem da receita, embora haja uma ligeira tendência de aumento na depreciação em 2024 (3,96%).
O resultado financeiro, expresso pelas despesas com juros, mantém-se relativamente constante, embora em leve aumento nos anos mais recentes, passando de 0,83% em 2020 para 0,95% em 2024. As receitas e despesas de investimentos e outras mostram uma dinâmica de variação, passando de uma despesa de 6,07% em 2020 para uma receita de 4,6% em 2021, antes de retornar a valores próximos de zero e apresentar leve prejuízo em 2024.
O lucro antes do imposto de renda mostra uma forte expansão de 2,18% em 2020 para 17,06% em 2021, seguido por uma ligeira queda em 2022 (14,78%) e uma redução contínua nos anos seguintes, chegando a 8,17% em 2024. O lucro líquido acompanha essa trajetória de alta em 2021, atingindo 13,25%, mas sofre uma diminuição consistente, fechando em 6,35% em 2024. Essa evolução indica que, embora o período inicial de 2021 tenha sido marcado por maior rentabilidade, as margens demonstram uma tendência de declínio, possivelmente devido ao aumento de custos ou pressões de mercado.
De modo geral, os dados sugerem uma melhora significativa nos resultados operacionais em 2021, seguida por um momento de estabilização ou ligeira deterioração nas margens nos anos subsequentes, refletindo a necessidade de monitoramento contínuo dos custos e da eficiência operacional para manutenção da rentabilidade mútua ao crescimento das receitas.