A ROE decomposição envolve a expressão do lucro líquido dividido pelo patrimônio líquido como produto dos índices componentes.
Desagregado de ROE em dois componentes
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31).
A análise dos dados financeiros demonstra flutuações significativas nos indicadores de desempenho ao longo do período avaliado. Observa-se uma tendência de alta inicial seguida de declínio e subsequente estabilização em níveis inferiores.
- Rácio de rendibilidade dos ativos (ROA)
- O ROA apresentou um aumento notável de 2021 para 2022, passando de 12.11% para 15.91%. Contudo, o indicador sofreu uma queda drástica em 2023, atingindo 0.94%, e manteve-se relativamente estável em 3.76% e 3.73% em 2024 e 2025, respectivamente. Esta trajetória sugere uma diminuição na eficiência na utilização dos ativos para gerar lucro, seguida de uma estabilização em um patamar inferior.
- Índice de alavancagem financeira
- O índice de alavancagem financeira exibiu uma redução de 2.35 em 2021 para 2.06 em 2022. Em 2023, houve um aumento para 2.54, seguido por uma ligeira diminuição para 2.42 em 2024 e 2.41 em 2025. A variação indica mudanças na estrutura de capital da entidade, com um aumento no endividamento em 2023, seguido de uma estabilização nos anos subsequentes.
- Índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE)
- O ROE seguiu uma tendência semelhante ao ROA, com um crescimento de 28.47% em 2021 para 32.79% em 2022. Em 2023, o indicador apresentou uma queda acentuada para 2.38%, e manteve-se em 9.11% e 8.99% em 2024 e 2025, respectivamente. Esta evolução reflete uma diminuição na rentabilidade do capital próprio investido, com uma estabilização em um nível consideravelmente inferior ao observado nos anos iniciais.
Em resumo, os dados indicam um período inicial de bom desempenho, seguido por uma deterioração significativa na rentabilidade e, posteriormente, uma estabilização em níveis mais baixos. As variações no índice de alavancagem financeira sugerem ajustes na estrutura de capital da entidade ao longo do período analisado.
Desagregado de ROE em três componentes
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31).
A análise dos dados financeiros anuais revela tendências distintas em diversos indicadores ao longo do período de cinco anos. Observa-se uma volatilidade significativa no índice de margem de lucro líquido, com um aumento de 26,76% em 2021 para 31,01% em 2022, seguido por uma queda acentuada para 3,56% em 2023. A partir de 2023, o índice demonstra uma recuperação parcial, estabilizando-se em torno de 12,42% a 12,62% nos anos subsequentes.
O índice de giro de ativos apresentou um crescimento modesto de 0,45 em 2021 para 0,51 em 2022, mas subsequentemente registrou uma diminuição considerável para 0,26 em 2023. A partir de 2023, o índice se manteve relativamente estável, em torno de 0,30.
O índice de alavancagem financeira demonstrou uma trajetória de declínio inicial, passando de 2,35 em 2021 para 2,06 em 2022. Contudo, a partir de 2022, o índice apresentou um aumento para 2,54 em 2023, seguido por uma leve redução para 2,42 em 2024 e estabilização em 2,41 em 2025.
O índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) acompanhou um padrão semelhante ao da margem de lucro líquido, com um pico de 32,79% em 2022, seguido por uma queda drástica para 2,38% em 2023. A partir de 2023, o ROE apresentou uma recuperação modesta, estabilizando-se em torno de 8,99% a 9,11% nos anos seguintes.
- Índice de Margem de Lucro Líquido
- Apresenta alta volatilidade, com um pico em 2022 e posterior queda acentuada, seguido de estabilização em níveis inferiores.
- Índice de Giro de Ativos
- Demonstra um crescimento inicial seguido de declínio e estabilização em um patamar inferior.
- Índice de Alavancagem Financeira
- Exibe uma tendência de queda inicial, seguida de aumento e estabilização.
- Índice de Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE)
- Segue um padrão similar ao da margem de lucro líquido, com um pico em 2022 e posterior queda acentuada, seguido de estabilização.
Desagregado de ROE em cinco componentes
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31).
A análise dos dados financeiros revela tendências distintas ao longo do período avaliado. Observa-se uma flutuação significativa no índice de carga tributária, com um aumento notável em 2023, seguido por uma redução em 2024 e um ligeiro aumento em 2025.
O rácio de encargos com juros demonstra uma relativa estabilidade entre 2021 e 2022, com uma diminuição acentuada em 2023, seguida de um aumento gradual em 2024 e 2025, embora ainda se mantenha abaixo dos níveis iniciais.
O índice de margem EBIT apresentou um crescimento expressivo de 2021 para 2022, mas sofreu uma queda drástica em 2023, com uma recuperação parcial em 2024 e 2025, indicando uma volatilidade considerável na rentabilidade operacional.
O índice de giro de ativos demonstra uma tendência de declínio ao longo do período, sugerindo uma menor eficiência na utilização dos ativos para gerar receita. A redução é mais pronunciada a partir de 2023.
O índice de alavancagem financeira manteve-se relativamente estável, com ligeiras flutuações, indicando uma consistência no nível de endividamento em relação ao patrimônio líquido.
O índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) acompanhou a tendência do índice de margem EBIT, com um aumento em 2022, seguido por uma queda substancial em 2023 e uma recuperação modesta em 2024 e 2025. Isso sugere uma forte correlação entre a rentabilidade operacional e o retorno para os acionistas.
- Índice de carga tributária
- Apresenta alta volatilidade, com um pico em 2023.
- Rácio de encargos com juros
- Diminuição significativa em 2023, com recuperação parcial nos anos seguintes.
- Índice de margem EBIT
- Forte crescimento inicial seguido de queda acentuada e recuperação limitada.
- Índice de giro de ativos
- Tendência de declínio contínuo ao longo do período.
- Índice de alavancagem financeira
- Estabilidade relativa com flutuações mínimas.
- Índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE)
- Comportamento similar ao índice de margem EBIT, com alta correlação.
Desagregado de ROA em dois componentes
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31).
A análise dos dados financeiros anuais revela tendências distintas em relação à rentabilidade e eficiência operacional. Observa-se uma flutuação significativa no índice de margem de lucro líquido ao longo do período analisado.
- Índice de Margem de Lucro Líquido
- Em 2021, o índice registrou 26,76%, aumentando para 31,01% em 2022. Contudo, houve uma queda acentuada para 3,56% em 2023, seguida de uma recuperação parcial para 12,62% em 2024 e 12,42% em 2025. Essa volatilidade sugere mudanças substanciais na capacidade de converter vendas em lucro líquido.
- Índice de Giro de Ativos
- O índice de giro de ativos apresentou um aumento de 0,45 em 2021 para 0,51 em 2022, indicando uma maior eficiência na utilização dos ativos para gerar receita. No entanto, este índice diminuiu significativamente para 0,26 em 2023, mantendo-se relativamente estável em 0,3 em 2024 e 2025. A redução sugere uma menor capacidade de gerar vendas a partir dos ativos disponíveis.
- Rácio de Rendibilidade dos Ativos (ROA)
- O rácio de rendibilidade dos ativos (ROA) acompanhou uma trajetória semelhante à do índice de margem de lucro líquido. Houve um aumento de 12,11% em 2021 para 15,91% em 2022, seguido por uma queda drástica para 0,94% em 2023. O ROA apresentou uma leve recuperação em 2024 (3,76%) e 2025 (3,73%), mas permaneceu consideravelmente abaixo dos níveis observados em 2021 e 2022. Esta variação indica mudanças na rentabilidade em relação aos ativos totais.
Em resumo, os dados indicam um período de alta rentabilidade em 2021 e 2022, seguido por um declínio significativo em 2023, com uma recuperação parcial nos anos subsequentes. A eficiência na utilização dos ativos também apresentou uma tendência de queda após 2022. A correlação entre a margem de lucro líquido e o ROA sugere que as mudanças na rentabilidade estão diretamente ligadas à capacidade de gerar lucro a partir dos ativos.
Desagregado do ROA em quatro componentes
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31).
A análise dos dados financeiros revela tendências distintas ao longo do período avaliado. Observa-se uma flutuação significativa no índice de carga tributária, com um aumento notável em 2023, seguido por uma redução em 2024 e um ligeiro aumento em 2025.
O rácio de encargos com juros demonstra uma relativa estabilidade entre 2021 e 2022, com uma diminuição acentuada em 2023, seguida de um aumento gradual em 2024 e 2025, embora ainda se mantenha abaixo dos níveis iniciais.
O índice de margem EBIT apresentou um crescimento expressivo de 2021 para 2022, mas sofreu uma queda substancial em 2023. Houve uma recuperação parcial em 2024 e 2025, porém, os valores permaneceram inferiores ao registrado em 2022.
O índice de giro de ativos apresentou um aumento modesto de 2021 para 2022, seguido por uma diminuição considerável em 2023, mantendo-se em níveis baixos e relativamente estáveis em 2024 e 2025.
O rácio de rendibilidade dos ativos (ROA) acompanhou a tendência do índice de margem EBIT, com um aumento de 2021 para 2022, uma queda drástica em 2023 e uma recuperação limitada em 2024 e 2025, estabilizando-se em um patamar inferior ao inicial.
- Índice de carga tributária
- Apresenta alta volatilidade, indicando possíveis mudanças na estrutura tributária ou na gestão fiscal.
- Rácio de encargos com juros
- A redução em 2023 pode ser atribuída à diminuição do endividamento ou à renegociação de taxas de juros.
- Índice de margem EBIT
- A queda em 2023 sugere um impacto negativo na rentabilidade operacional, possivelmente devido a aumento de custos ou diminuição das receitas.
- Índice de giro de ativos
- A baixa eficiência na utilização dos ativos pode indicar problemas na gestão de estoque ou na cobrança de contas a receber.
- Rácio de rendibilidade dos ativos (ROA)
- A diminuição da rentabilidade dos ativos reflete a combinação dos fatores que afetam a margem EBIT e o giro de ativos.
Desagregação do índice de margem de lucro líquido
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31).
A análise dos dados financeiros anuais revela tendências distintas em diversos indicadores ao longo do período de cinco anos. Observa-se uma volatilidade significativa no índice de carga tributária, com um aumento expressivo em 2023, seguido por uma redução em 2024 e um ligeiro aumento em 2025.
O rácio de encargos com juros demonstra uma relativa estabilidade entre 2021 e 2022, seguido por uma queda acentuada em 2023. Em 2024 e 2025, o rácio apresenta um aumento gradual, embora permaneça abaixo dos níveis iniciais.
O índice de margem EBIT apresentou um crescimento notável de 2021 para 2022, atingindo o seu pico nesse ano. Contudo, em 2023, a margem EBIT sofreu uma diminuição drástica, indicando uma redução na rentabilidade operacional. A partir de 2023, observa-se uma recuperação parcial, com a margem estabilizando-se em torno de 16-17%.
De forma similar ao índice de margem EBIT, o índice de margem de lucro líquido também registrou um aumento de 2021 para 2022, seguido por uma queda substancial em 2023. A recuperação observada a partir de 2023 é menos pronunciada do que a do índice de margem EBIT, com a margem de lucro líquido estabilizando-se em aproximadamente 12-13%.
- Índice de carga tributária
- Apresenta alta variabilidade, com um pico em 2023, sugerindo possíveis mudanças na estrutura tributária ou estratégias de planejamento fiscal.
- Rácio de encargos com juros
- A diminuição em 2023 pode indicar uma redução no endividamento ou uma renegociação de taxas de juros.
- Índice de margem EBIT
- A queda em 2023 sinaliza desafios na gestão de custos ou na receita operacional.
- Índice de margem de lucro líquido
- A menor recuperação em comparação com a margem EBIT pode indicar um aumento nos custos não operacionais ou despesas financeiras.