Estrutura do balanço: activo
Dados trimestrais
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-31), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2021-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2021-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2021-03-31).
Observa-se uma transição gradual na composição da estrutura de ativos, com um aumento expressivo na representatividade do ativo circulante em detrimento do ativo não circulante ao longo do período analisado.
- Ativos Circulantes
- O ativo circulante apresentou uma tendência de crescimento, partindo de aproximadamente 35% no início de 2021 e atingindo um pico de 54,01% no terceiro trimestre de 2025. Este movimento é sustentado, principalmente, pela elevação dos inventários, que subiram de 7,82% para 12,46%, e das contas a receber, que evoluíram de 11,94% para 15,81%. Registra-se a introdução de dados relativos a despesas pré-pagas a partir do quarto trimestre de 2023, as quais alcançaram um ápice de 17,86% em meados de 2025. Em contrapartida, a rubrica de outros ativos circulantes sofreu uma redução drástica, passando de 7,01% para níveis próximos a 0,18% ao final do período.
- Ativos Não Circulantes
- Houve uma redução consistente no peso do ativo não circulante, que declinou de 64,55% para 52,96%. Essa queda é explicada, predominantemente, pela redução acentuada de outros intangíveis líquidos, que recuaram de 17,27% para 6,33%, e pela diminuição da boa vontade, que passou de 8,28% para 5,26%. Simultaneamente, observou-se um aumento na representatividade de bens e equipamentos líquidos, que cresceram de 18,43% para 22,77%, e dos tributos diferidos ativos, que subiram de 5,66% para 9,74%.
- Liquidez e Investimentos
- A representatividade do caixa e equivalentes de caixa demonstrou volatilidade, com uma tendência geral de queda entre 2021 e 2024, atingindo patamares mínimos em torno de 3,35%. Entretanto, houve uma elevação pontual para 8,52% no terceiro trimestre de 2025. Os investimentos apresentaram um declínio constante, reduzindo sua participação de 6,9% para 2,67% no encerramento da série temporal.