Estrutura do balanço: activo
Dados trimestrais
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-27), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-26), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-27), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-28), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-27), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-28), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-29), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-29), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-07-01), 10-Q (Data do relatório: 2022-04-01), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2021-10-01), 10-Q (Data do relatório: 2021-07-02), 10-Q (Data do relatório: 2021-04-02).
A composição dos ativos apresenta uma predominância marcante de ativos de longo prazo, que oscilaram majoritariamente entre 75% e 88% do total do ativo ao longo do período analisado. Essa estrutura é fortemente impactada por ativos intangíveis, especificamente a boa vontade e outros ativos incorpóreos, que juntos representam a maior parte do capital investido.
A liquidez imediata demonstrou volatilidade significativa. O caixa e equivalentes de caixa atingiram um pico de 13,99% do total do ativo em setembro de 2023, seguido por uma redução abrupta em 2024, onde os valores recuaram para patamares próximos a 2% e 3%. Observa-se uma recuperação gradual a partir do final de 2025, encerrando o período em 6,82%.
Os componentes do capital de giro, como contas a receber e inventários, mantiveram-se relativamente estáveis. As contas a receber flutuaram entre 4,05% e 5,83%, enquanto os inventários, compostos predominantemente por produtos acabados, apresentaram um pico em 2022, próximo a 4%, estabilizando-se posteriormente entre 3% e 3,4%.
No segmento de ativos não circulantes, nota-se um crescimento constante e gradual do imobilizado líquido de depreciação, que evoluiu de 4,33% em abril de 2021 para 6,55% em março de 2026. Simultaneamente, a boa vontade apresentou tendência de alta, superando a marca de 50% do total dos ativos a partir de 2024, enquanto os demais ativos incorpóreos líquidos registraram um declínio progressivo, caindo de 27,04% para 20,55%.
- Tendência de Liquidez
- Oscilação cíclica com redução expressiva em 2024 e recuperação posterior.
- Gestão de Inventários
- Estabilidade operacional com leve tendência de redução após o pico de 2022.
- Estrutura de Ativos Intangíveis
- Substituição gradual de ativos incorpóreos amortizáveis por aumento na proporção de boa vontade.
- Investimento em Capital Fixo
- Expansão linear e contínua da representatividade do imobilizado líquido.