A ROE decomposição envolve a expressão do lucro líquido dividido pelo patrimônio líquido como produto dos índices componentes.
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Desagregado de ROE em dois componentes
| ROE | = | ROA | × | Índice de alavancagem financeira | |
|---|---|---|---|---|---|
| 31 de dez. de 2025 | = | × | |||
| 31 de dez. de 2024 | = | × | |||
| 31 de dez. de 2023 | = | × | |||
| 31 de dez. de 2022 | = | × | |||
| 31 de dez. de 2021 | = | × |
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31).
A análise dos dados financeiros revela tendências distintas em relação à rentabilidade e ao endividamento ao longo do período avaliado. Observa-se uma flutuação no Rácio de Rendibilidade dos Ativos (ROA), com um aumento inicial seguido de declínio consistente. O ROA apresentou um valor de 7,73% em 2021, atingindo 8,55% em 2022, para subsequentemente diminuir para 5,64% em 2023, 5,03% em 2024 e 4,33% em 2025.
O Índice de Alavancagem Financeira demonstra uma estabilidade notável, com ligeiras variações. Em 2021, o índice registrou 1,84, diminuindo para 1,68 em 2022 e 1,58 em 2023. Os anos de 2024 e 2025 mantiveram valores próximos, com 1,57 e 1,59, respectivamente, indicando uma gestão consistente do endividamento.
O Índice de Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE) acompanha a tendência de declínio observada no ROA. O ROE iniciou em 14,24% em 2021, com um ligeiro aumento para 14,39% em 2022, seguido por uma redução progressiva para 8,91% em 2023, 7,87% em 2024 e 6,88% em 2025. Esta diminuição sugere uma redução na capacidade de gerar lucro a partir do capital próprio.
- ROA (Rácio de Rendibilidade dos Ativos)
- A trajetória descendente do ROA pode indicar uma menor eficiência na utilização dos ativos para gerar lucro, ou uma diminuição nas margens de lucro.
- Índice de Alavancagem Financeira
- A estabilidade do índice sugere uma política de endividamento controlada, sem grandes alterações na estrutura de capital.
- ROE (Índice de Retorno sobre o Patrimônio Líquido)
- A queda contínua do ROE pode ser um reflexo da diminuição da rentabilidade geral e da eficiência na utilização do capital próprio.
Desagregado de ROE em três componentes
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31).
A análise dos dados financeiros demonstra uma trajetória de mudanças em diversos indicadores ao longo do período avaliado. Observa-se uma diminuição consistente na margem de lucro líquido, iniciando em 21,84% em 2021 e atingindo 14,71% em 2025. Esta redução sugere uma possível pressão sobre a rentabilidade, seja por aumento de custos, diminuição de preços de venda ou uma combinação de ambos.
O índice de giro de ativos apresentou uma flutuação. Houve um ligeiro aumento de 0,35 para 0,37 entre 2021 e 2022, seguido por uma queda para 0,28 em 2023. Uma recuperação parcial foi observada em 2024 (0,31), mas o índice se manteve em 0,29 em 2025. Essa variação indica mudanças na eficiência com que os ativos são utilizados para gerar receita.
O índice de alavancagem financeira apresentou uma tendência de declínio gradual entre 2021 (1,84) e 2023 (1,58), indicando uma redução no uso de dívida em relação ao patrimônio líquido. Contudo, a partir de 2023, o índice se estabilizou, com ligeiras variações em 2024 (1,57) e 2025 (1,59), sugerindo uma manutenção do nível de endividamento.
O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) exibiu uma queda significativa ao longo do período. Iniciando em 14,24% em 2021, o ROE diminuiu para 6,88% em 2025. Essa redução acompanha a diminuição da margem de lucro líquido e pode indicar uma menor capacidade de gerar lucro a partir do capital investido pelos acionistas.
- Índice de margem de lucro líquido
- Demonstra uma tendência de declínio contínuo ao longo dos cinco anos analisados.
- Índice de giro de ativos
- Apresenta volatilidade, com um pico em 2022, queda em 2023 e estabilização posterior.
- Índice de alavancagem financeira
- Mostra uma redução inicial seguida de estabilização, indicando uma possível mudança na estrutura de capital.
- Índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE)
- Evidencia uma queda acentuada, refletindo uma diminuição na rentabilidade do patrimônio líquido.
Desagregado de ROE em cinco componentes
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31).
A análise dos dados financeiros revela tendências distintas ao longo do período avaliado. Observa-se uma estabilidade relativa no índice de carga tributária, com flutuações modestas entre 0.84 e 0.87, indicando uma consistência na proporção de impostos em relação ao lucro antes dos impostos. O rácio de encargos com juros demonstra uma ligeira diminuição ao longo dos anos, passando de 0.97 para 0.94, sugerindo uma gestão eficiente dos custos financeiros.
Contudo, o índice de margem EBIT apresenta uma tendência de declínio mais acentuada, caindo de 26.9% em 2021 para 18.37% em 2025. Essa redução indica uma diminuição na rentabilidade operacional da entidade. Paralelamente, o índice de giro de ativos mostra uma volatilidade considerável, com um pico em 2022 (0.37) seguido por uma queda para 0.29 em 2025, o que pode refletir mudanças na eficiência com que os ativos são utilizados para gerar receita.
O índice de alavancagem financeira demonstra uma trajetória de queda gradual, de 1.84 em 2021 para 1.59 em 2025, indicando uma redução no nível de endividamento em relação ao patrimônio líquido. No entanto, o índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) acompanha a tendência de declínio da margem EBIT, diminuindo de 14.24% para 6.88% no mesmo período. Essa queda no ROE sugere uma diminuição na capacidade da entidade de gerar lucro a partir do capital investido pelos acionistas.
- Índice de carga tributária
- Mantém-se relativamente estável, com pequenas variações ao longo do período.
- Rácio de encargos com juros
- Apresenta uma ligeira redução, indicando melhor gestão dos custos de financiamento.
- Índice de margem EBIT
- Demonstra uma tendência de declínio consistente, sinalizando menor rentabilidade operacional.
- Índice de giro de ativos
- Exibe volatilidade, com uma queda notável no final do período, possivelmente indicando menor eficiência na utilização de ativos.
- Índice de alavancagem financeira
- Reduz-se gradualmente, sugerindo menor dependência de financiamento por dívida.
- Índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE)
- Apresenta um declínio significativo, refletindo uma menor capacidade de gerar lucro com o capital dos acionistas.
Desagregado de ROA em dois componentes
| ROA | = | Índice de margem de lucro líquido | × | Giro de ativos | |
|---|---|---|---|---|---|
| 31 de dez. de 2025 | = | × | |||
| 31 de dez. de 2024 | = | × | |||
| 31 de dez. de 2023 | = | × | |||
| 31 de dez. de 2022 | = | × | |||
| 31 de dez. de 2021 | = | × |
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31).
A análise dos dados financeiros demonstra uma trajetória de desempenho com variações significativas ao longo do período avaliado. Observa-se uma diminuição consistente na rentabilidade, enquanto a eficiência na utilização dos ativos apresenta um padrão mais irregular.
- Índice de Margem de Lucro Líquido
- O índice de margem de lucro líquido apresentou um crescimento inicial, passando de 21.84% em 2021 para 22.91% em 2022. Contudo, a partir de 2022, iniciou-se uma tendência de declínio contínuo, atingindo 14.71% em 2025. Esta redução sugere uma diminuição na capacidade de converter vendas em lucro líquido.
- Índice de Giro de Ativos
- O índice de giro de ativos registrou um ligeiro aumento de 0.35 em 2021 para 0.37 em 2022, indicando uma melhora na eficiência com que os ativos são utilizados para gerar receita. Em 2023, houve uma queda acentuada para 0.28, seguida por uma recuperação parcial para 0.31 em 2024 e uma nova redução para 0.29 em 2025. A volatilidade deste indicador sugere flutuações na gestão de ativos ou na receita gerada por eles.
- Rácio de Rendibilidade dos Activos (ROA)
- O rácio de rendibilidade dos ativos (ROA) acompanhou a tendência do índice de margem de lucro líquido, com um aumento de 7.73% em 2021 para 8.55% em 2022, seguido por um declínio constante para 4.33% em 2025. Esta diminuição indica uma redução na capacidade de gerar lucro a partir dos ativos totais da empresa.
Em resumo, os dados indicam uma deterioração gradual da rentabilidade e uma performance inconsistente na eficiência da utilização dos ativos. A queda contínua no índice de margem de lucro líquido e no ROA, combinada com a volatilidade do índice de giro de ativos, requer uma investigação mais aprofundada para identificar as causas subjacentes e implementar medidas corretivas.
Desagregado do ROA em quatro componentes
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31).
A análise dos dados financeiros demonstra uma dinâmica complexa ao longo do período avaliado. Observa-se uma relativa estabilidade no índice de carga tributária, com flutuações modestas entre 0.84 e 0.87, indicando uma consistência na proporção de impostos em relação ao lucro antes dos impostos. O rácio de encargos com juros apresentou uma ligeira diminuição, passando de 0.97 para 0.94, sugerindo uma redução no ônus financeiro relacionado à dívida.
Contudo, o índice de margem EBIT exibiu uma tendência de declínio notável. Iniciando em 26.9%, o indicador reduziu-se progressivamente para 18.37%, sinalizando uma diminuição na rentabilidade operacional. Paralelamente, o índice de giro de ativos apresentou variações, com um pico em 0.37 em 2022, seguido por uma queda para 0.29 em 2025, o que pode indicar uma menor eficiência na utilização dos ativos para gerar receita.
O rácio de rendibilidade dos ativos (ROA) acompanhou a tendência de queda observada no índice de margem EBIT. Partindo de 7.73%, o ROA diminuiu para 4.33%, refletindo uma redução na capacidade de gerar lucro a partir dos ativos investidos. A correlação entre a diminuição da margem EBIT e do ROA sugere que a rentabilidade geral da entidade está sendo impactada por fatores relacionados à operação principal.
- Índice de carga tributária
- Demonstra estabilidade, com pequenas variações ao longo do período.
- Rácio de encargos com juros
- Apresenta uma ligeira redução, indicando menor ônus financeiro.
- Índice de margem EBIT
- Exibe uma tendência de declínio consistente, sinalizando menor rentabilidade operacional.
- Índice de giro de ativos
- Mostra flutuações, com uma queda geral, sugerindo menor eficiência na utilização dos ativos.
- Rácio de rendibilidade dos ativos (ROA)
- Acompanha a tendência de queda da margem EBIT, indicando menor capacidade de gerar lucro com os ativos.
Desagregação do índice de margem de lucro líquido
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31).
A análise dos dados financeiros demonstra uma dinâmica complexa ao longo do período avaliado. Observa-se uma relativa estabilidade no índice de carga tributária, com flutuações modestas entre 0.84 e 0.87, indicando uma consistência na gestão fiscal da entidade. O rácio de encargos com juros apresenta uma ligeira tendência de declínio, passando de 0.97 para 0.94, sugerindo uma possível melhoria na estrutura de capital ou uma redução da dependência de financiamento por dívida.
Contudo, as margens de lucro exibem uma trajetória descendente mais pronunciada. O índice de margem EBIT, que representa a rentabilidade operacional, diminuiu de 26.9% em 2021 para 18.37% em 2025. Essa redução é acompanhada por uma queda similar no índice de margem de lucro líquido, que passou de 21.84% para 14.71% no mesmo período. Essa tendência de declínio nas margens pode indicar um aumento nos custos operacionais, uma pressão competitiva sobre os preços de venda, ou uma combinação de ambos os fatores.
- Índice de carga tributária
- Apresenta estabilidade, com variações mínimas ao longo dos anos, indicando uma gestão tributária consistente.
- Rácio de encargos com juros
- Demonstra uma ligeira diminuição, sugerindo uma possível melhoria na estrutura de capital ou redução da dívida.
- Índice de margem EBIT
- Evidencia uma tendência de declínio significativa, indicando uma redução na rentabilidade operacional.
- Índice de margem de lucro líquido
- Acompanha a tendência de queda do EBIT, refletindo uma diminuição na rentabilidade geral da entidade.
Em resumo, embora a gestão fiscal e a estrutura de capital pareçam apresentar sinais positivos, a redução consistente nas margens de lucro requer uma investigação mais aprofundada para identificar as causas subjacentes e implementar medidas corretivas.