A ROE decomposição envolve a expressão do lucro líquido dividido pelo patrimônio líquido como produto dos índices componentes.
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Desagregado de ROE em dois componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2025-12-27), 10-K (Data do relatório: 2025-09-27), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-28), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-29), 10-Q (Data do relatório: 2024-12-28), 10-K (Data do relatório: 2024-09-28), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-29), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-12-30), 10-K (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-07-01), 10-Q (Data do relatório: 2023-04-01), 10-Q (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2022-10-01), 10-Q (Data do relatório: 2022-07-02), 10-Q (Data do relatório: 2022-04-02), 10-Q (Data do relatório: 2022-01-01), 10-K (Data do relatório: 2021-10-02), 10-Q (Data do relatório: 2021-07-03), 10-Q (Data do relatório: 2021-04-03), 10-Q (Data do relatório: 2021-01-02).
A análise dos dados revela tendências distintas em relação aos indicadores de rentabilidade e endividamento ao longo do período avaliado. Inicialmente, o Rácio de Rendibilidade dos Ativos (ROA) apresenta valores negativos em 2021, indicando uma utilização ineficiente dos ativos na geração de lucro. Contudo, observa-se uma recuperação progressiva a partir do segundo trimestre de 2021, atingindo valores positivos e ascendentes até o final de 2022. A partir de 2023, o ROA demonstra uma certa volatilidade, com um pico significativo no final de 2024 e um ligeiro declínio no período subsequente.
- Rácio de Rendibilidade dos Ativos (ROA)
- O ROA demonstra uma trajetória de melhora significativa, passando de valores negativos para um crescimento constante, com um aumento notável nos últimos períodos avaliados. Essa evolução sugere uma otimização na gestão de ativos e um aumento na capacidade de gerar lucro a partir deles.
O Índice de Alavancagem Financeira, por sua vez, apresenta uma tendência de declínio constante ao longo de todo o período analisado. Embora os valores iniciais indiquem um nível moderado de endividamento, a redução gradual sugere uma diminuição da dependência de financiamento externo e um fortalecimento da estrutura de capital.
- Índice de Alavancagem Financeira
- A diminuição consistente do índice de alavancagem financeira indica uma redução do risco financeiro e uma maior capacidade de honrar compromissos financeiros. Essa tendência é positiva e reflete uma gestão prudente do endividamento.
O Índice de Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE) acompanha a tendência de recuperação observada no ROA, saindo de valores negativos em 2021 para um crescimento expressivo nos anos seguintes. O ROE atinge seu ponto máximo no final de 2025, indicando uma alta capacidade de gerar retorno sobre o capital próprio investido. A volatilidade observada em alguns trimestres sugere a influência de fatores conjunturais nos resultados.
- Índice de Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE)
- O aumento do ROE demonstra uma melhoria na eficiência na utilização do patrimônio líquido para gerar lucro. O valor elevado alcançado no final do período analisado indica um desempenho financeiro robusto e uma atratividade para investidores.
Em resumo, os dados indicam uma trajetória de recuperação e fortalecimento financeiro, com melhorias significativas nos indicadores de rentabilidade e uma redução gradual do endividamento. A empresa demonstra uma crescente capacidade de gerar lucro a partir de seus ativos e do capital próprio investido.
Desagregado de ROE em três componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2025-12-27), 10-K (Data do relatório: 2025-09-27), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-28), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-29), 10-Q (Data do relatório: 2024-12-28), 10-K (Data do relatório: 2024-09-28), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-29), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-12-30), 10-K (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-07-01), 10-Q (Data do relatório: 2023-04-01), 10-Q (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2022-10-01), 10-Q (Data do relatório: 2022-07-02), 10-Q (Data do relatório: 2022-04-02), 10-Q (Data do relatório: 2022-01-01), 10-K (Data do relatório: 2021-10-02), 10-Q (Data do relatório: 2021-07-03), 10-Q (Data do relatório: 2021-04-03), 10-Q (Data do relatório: 2021-01-02).
A análise dos dados revela tendências distintas em diversos indicadores financeiros ao longo do período avaliado. Observa-se uma trajetória de recuperação e crescimento em alguns aspectos, enquanto outros demonstram estabilidade ou declínio.
- Índice de Margem de Lucro Líquido
- Inicialmente negativo, o índice apresentou uma melhora consistente, passando de -8.15% para 1.77% e atingindo 13.14% no final do período. Essa evolução indica um aumento na rentabilidade da entidade, com uma capacidade crescente de converter receita em lucro líquido. A aceleração do crescimento nos últimos trimestres sugere uma melhora significativa na eficiência operacional e/ou no controle de custos.
- Índice de Giro de Ativos
- O índice de giro de ativos demonstra uma tendência de aumento gradual, embora relativamente lenta. Partindo de 0.3, atingiu 0.48, indicando uma utilização progressivamente mais eficiente dos ativos para gerar receita. A taxa de crescimento diminui nos últimos períodos, sugerindo que a capacidade de aumentar a eficiência na utilização dos ativos pode estar se aproximando de um limite.
- Índice de Alavancagem Financeira
- O índice de alavancagem financeira apresentou uma diminuição constante ao longo do período, de 2.4 para 1.86. Essa redução indica uma menor dependência de financiamento por dívida e, consequentemente, um menor risco financeiro. A estabilização nos últimos trimestres sugere que a entidade atingiu um nível de endividamento considerado adequado.
- Índice de Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE)
- Similar ao índice de margem de lucro líquido, o ROE iniciou o período com valores negativos (-5.89%) e apresentou uma recuperação notável, alcançando 11.29%. Esse aumento reflete uma melhoria na capacidade da entidade de gerar lucro a partir do capital próprio investido. A correlação com a margem de lucro líquido sugere que o aumento da rentabilidade é um fator chave para o crescimento do ROE.
Em resumo, os dados indicam uma trajetória de melhoria na performance financeira da entidade, com destaque para o aumento da rentabilidade e a redução do risco financeiro. A utilização dos ativos para gerar receita também demonstra uma tendência positiva, embora com um ritmo de crescimento mais lento. A consistência das tendências observadas sugere uma gestão eficaz e uma capacidade de adaptação às condições do mercado.
Desagregado de ROA em dois componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2025-12-27), 10-K (Data do relatório: 2025-09-27), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-28), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-29), 10-Q (Data do relatório: 2024-12-28), 10-K (Data do relatório: 2024-09-28), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-29), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-12-30), 10-K (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-07-01), 10-Q (Data do relatório: 2023-04-01), 10-Q (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2022-10-01), 10-Q (Data do relatório: 2022-07-02), 10-Q (Data do relatório: 2022-04-02), 10-Q (Data do relatório: 2022-01-01), 10-K (Data do relatório: 2021-10-02), 10-Q (Data do relatório: 2021-07-03), 10-Q (Data do relatório: 2021-04-03), 10-Q (Data do relatório: 2021-01-02).
A análise dos dados revela tendências distintas em diversos indicadores financeiros ao longo do período avaliado. Observa-se uma recuperação notável no índice de margem de lucro líquido, que iniciou o período com valores negativos, atingindo -8.15% e -7.73%, e apresentou uma trajetória ascendente consistente, culminando em 12.8% no último trimestre analisado. Essa melhora sugere um aumento na eficiência operacional e/ou um melhor controle de custos.
O índice de giro de ativos demonstra um crescimento gradual, embora relativamente lento. Partindo de 0.3, o indicador atingiu 0.48 em diversos trimestres, indicando uma utilização progressivamente mais eficiente dos ativos para gerar receita. A estabilização em torno de 0.48 nos últimos períodos pode sugerir um limite na capacidade de otimização da utilização dos ativos com a estrutura atual.
O rácio de rendibilidade dos ativos (ROA) acompanha a tendência positiva observada no índice de margem de lucro líquido. Inicialmente negativo, com valores de -2.45% e -2.25%, o ROA apresentou uma evolução significativa, alcançando 6.06% no último trimestre. Este aumento indica uma melhoria na capacidade de gerar lucro a partir dos ativos da empresa, refletindo a eficiência na gestão e alocação de recursos.
- Índice de margem de lucro líquido
- Apresenta uma forte tendência de recuperação, passando de valores negativos para dois dígitos positivos ao longo do período.
- Índice de giro de ativos
- Demonstra um crescimento constante, porém moderado, indicando uma utilização progressivamente mais eficiente dos ativos.
- Rácio de rendibilidade dos ativos (ROA)
- Segue a tendência positiva do índice de margem de lucro líquido, com uma melhora significativa na capacidade de gerar lucro a partir dos ativos.
Em resumo, os dados indicam uma melhora consistente no desempenho financeiro ao longo do período analisado, com destaque para a recuperação da rentabilidade e a utilização mais eficiente dos ativos. A tendência positiva observada nos indicadores sugere uma gestão eficaz e uma capacidade crescente de gerar valor para os acionistas.