Estrutura do balanço: activo
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Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-28), 10-Q (Data do relatório: 2025-12-27), 10-K (Data do relatório: 2025-09-27), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-28), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-29), 10-Q (Data do relatório: 2024-12-28), 10-K (Data do relatório: 2024-09-28), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-29), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-12-30), 10-K (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-07-01), 10-Q (Data do relatório: 2023-04-01), 10-Q (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2022-10-01), 10-Q (Data do relatório: 2022-07-02), 10-Q (Data do relatório: 2022-04-02), 10-Q (Data do relatório: 2022-01-01), 10-K (Data do relatório: 2021-10-02), 10-Q (Data do relatório: 2021-07-03), 10-Q (Data do relatório: 2021-04-03), 10-Q (Data do relatório: 2021-01-02), 10-K (Data do relatório: 2020-10-03), 10-Q (Data do relatório: 2020-06-27), 10-Q (Data do relatório: 2020-03-28), 10-Q (Data do relatório: 2019-12-28).
A composição dos ativos apresenta uma tendência de redução na liquidez imediata após um período de expansão atípico. O percentual de caixa e equivalentes de caixa atingiu seu ápice em meados de 2020, chegando a 11,13% do total de ativos, mas declinou progressivamente até estabilizar-se em patamares próximos a 2,77% no final do período analisado. Essa redução é refletida no ativo circulante total, que recuou de um pico de 19,9% para aproximadamente 12%.
- Investimentos em Infraestrutura e Ativos Fixos
- Observa-se um crescimento consistente e expressivo na alocação de recursos em ativos imobilizados. As atrações, edifícios e equipamentos elevaram sua representatividade de 29,81% para 42,01%. De forma análoga, a rubrica de parques, resorts e outras propriedades a custo expandiu-se de 32,32% para 45%. Mesmo após o ajuste da depreciação acumulada, que tornou-se mais expressiva, passando de -16,45% para -23,44%, o valor líquido dessas propriedades manteve uma trajetória ascendente, saltando de 15,87% para 21,56% do total de ativos.
- Gestão de Conteúdo e Ativos Intangíveis
- Os custos de conteúdo produzido e licenciado exibiram um crescimento gradual, saindo de 13,21% em 2019 e atingindo o pico de 18,04% no final de 2022, seguido por uma leve retração para 14,79% em 2026. Em contrapartida, os ativos incorpóreos líquidos apresentaram uma queda acentuada, reduzindo sua participação de 11,28% para 4,9%, enquanto a boa vontade, embora predominante, declinou levemente de 39,97% para 36,39%.
- Alocação de Longo Prazo e Outros Ativos
- A estrutura do balanço demonstra um deslocamento estratégico para ativos de longo prazo, que passaram a representar 88,01% do total, comparado aos 86,18% iniciais. Nota-se também um incremento nos investimentos financeiros a partir de 2024, que subiram de patamares próximos a 2% para aproximadamente 4%.
O padrão observado indica uma transição de uma posição de alta liquidez temporária para um ciclo de intenso investimento em capital físico e infraestrutura, com concomitante redução da relevância relativa de ativos intangíveis e de curto prazo.