A ROE decomposição envolve a expressão do lucro líquido dividido pelo patrimônio líquido como produto dos índices componentes.
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Desagregado de ROE em dois componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-31), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31).
Observa-se uma trajetória de declínio acentuado nos indicadores de rentabilidade a partir do final de 2022, contrastando com a estabilidade da estrutura de capital da organização.
- Rácio de rendibilidade dos activos (ROA)
- O indicador apresentou uma tendência de crescimento no decorrer de 2022, atingindo o seu ápice em 19,91% em dezembro daquele ano. Subsequentemente, registrou-se uma queda persistente e gradual ao longo de 2023, 2024 e 2025, culminando no valor mínimo de 5,97% em março de 2026.
- Índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE)
- O ROE acompanhou a tendência do ROA, com uma elevação significativa até atingir 38,91% no quarto trimestre de 2022. A partir desse ponto, houve uma redução consistente da rentabilidade do capital próprio, encerrando o período analisado em 11,34%.
- Índice de alavancagem financeira
- A alavancagem financeira permaneceu estável durante todo o período, com oscilações marginais entre 1,87 e 1,96. A manutenção desse índice sugere que a retração observada no ROE é resultado direto da diminuição da rentabilidade dos ativos e não de mudanças na estratégia de endividamento ou na composição do passivo.
A análise conjunta dos dados indica que a eficiência na geração de lucros a partir dos ativos e do capital próprio sofreu uma erosão contínua após o pico de 2022, enquanto a estrutura de capital permaneceu inalterada.
Desagregado de ROE em três componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-31), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31).
Observa-se uma tendência de declínio generalizado nos indicadores de rentabilidade e eficiência operacional ao longo do período analisado, enquanto a estrutura de capital permaneceu estável.
- Margem de Lucro Líquido
- O indicador apresentou uma trajetória descendente consistente. Após atingir o pico de 24,34% em junho de 2022, houve uma redução gradual e contínua, encerrando o período em 12,58% em março de 2026, o que indica uma contração significativa na lucratividade final sobre as receitas.
- Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE)
- O ROE exibiu forte volatilidade com tendência de queda a longo prazo. O índice cresceu expressivamente até dezembro de 2022, atingindo 38,91%, porém entrou em declínio acentuado a partir de 2023, finalizando em 11,34%. Esta redução reflete a diminuição da rentabilidade do capital próprio.
- Giro de Ativos
- A eficiência na utilização dos ativos demonstrou um ciclo de ascensão e queda. O índice subiu de 0,58 em março de 2022 para 0,84 em dezembro de 2022, sugerindo maior produtividade dos ativos. No entanto, a partir de 2023, iniciou-se uma trajetória de queda, estabilizando-se em 0,47 em março de 2026.
- Alavancagem Financeira
- Diferente dos demais indicadores, a alavancagem financeira manteve-se estável durante todo o intervalo. O índice oscilou em uma faixa estreita entre 1,87 e 1,96, indicando a manutenção de uma política de endividamento constante, independentemente das variações de rentabilidade e eficiência.
A correlação entre a queda do giro de ativos e a redução da margem de lucro líquido explica a compressão do ROE observada ao longo da série temporal.
Desagregado de ROE em cinco componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-31), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31).
Observa-se uma tendência de declínio acentuado nos indicadores de rentabilidade e eficiência operacional ao longo do período analisado, contrastando com a estabilidade nos índices de endividamento e carga tributária.
- Margem EBIT e Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE)
- Ambos os indicadores apresentam uma trajetória descendente consistente. A margem EBIT, que atingiu seu pico de 37,54% no terceiro trimestre de 2022, reduziu-se gradualmente para 21,31% no primeiro trimestre de 2026. De forma análoga, o ROE registrou um ápice de 38,91% no quarto trimestre de 2022, declinando sucessivamente até atingir 11,34% no final do período, evidenciando uma queda significativa na rentabilidade do capital próprio e na lucratividade operacional.
- Giro de Ativos
- O índice de giro de ativos demonstrou volatilidade com tendência de baixa a longo prazo. Após um crescimento inicial, atingindo 0,84 no quarto trimestre de 2022, o indicador iniciou um processo de retração, estabilizando-se em patamares inferiores, entre 0,45 e 0,49, a partir do quarto trimestre de 2024, o que indica uma menor eficiência na geração de receita a partir dos ativos disponíveis.
- Alavancagem Financeira
- A estrutura de capital manteve-se estável, com o índice de alavancagem financeira oscilando em uma faixa estreita entre 1,87 e 1,96. Não foram identificadas alterações estruturais significativas na estratégia de endividamento durante o intervalo observado.
- Carga Tributária e Encargos com Juros
- O índice de carga tributária apresentou flutuações leves, mantendo-se majoritariamente entre 0,63 e 0,68. Simultaneamente, o rácio de encargos com juros exibiu extrema estabilidade, com uma variação mínima de 0,96 no início do período para 0,93 no encerramento, sugerindo a manutenção do custo da dívida em relação aos rendimentos.
A convergência da queda na margem EBIT, do ROE e do giro de ativos sugere uma deterioração na performance financeira global, enquanto a estabilidade da alavancagem e dos encargos indica que a redução dos retornos não decorreu de mudanças bruscas na estrutura de capital ou no custo financeiro.
Desagregado de ROA em dois componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-31), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31).
Observa-se uma tendência de declínio nos indicadores de rentabilidade e eficiência operacional ao longo do período analisado, com a maioria das métricas atingindo seus pontos máximos entre junho e dezembro de 2022.
- Margem de Lucro Líquido
- O índice apresentou uma trajetória descendente persistente. Após atingir o pico de 24,34% em junho de 2022, a margem declinou gradualmente, reduzindo-se para 12,58% em março de 2026, o que indica uma compressão na lucratividade líquida sobre a receita.
- Giro de Ativos
- A eficiência no uso dos ativos mostrou-se volátil, com crescimento inicial até dezembro de 2022, quando atingiu 0,84. Subsequentemente, houve uma redução progressiva, com o indicador estabilizando-se em patamares inferiores, oscilando entre 0,45 e 0,49 a partir do final de 2024.
- Rácio de Rendibilidade dos Activos (ROA)
- O ROA acompanhou a tendência de queda observada nos demais indicadores após o final de 2022. O índice alcançou seu valor máximo de 19,91% em dezembro de 2022, iniciando então um processo de retração sustentada que resultou em 5,97% em março de 2026.
A análise conjunta dos dados revela que a queda no ROA foi impulsionada tanto pela diminuição da margem de lucro líquido quanto pela redução na rotatividade dos ativos, evidenciando uma perda de eficiência global na geração de retorno sobre a base de ativos.
Desagregado do ROA em quatro componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-31), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31).
Observa-se uma tendência de declínio progressivo na rentabilidade operacional e na eficiência na utilização dos ativos ao longo do período analisado.
- Margem EBIT e Retorno sobre Ativos (ROA)
- O índice de margem EBIT apresentou uma trajetória descendente constante, partindo de patamares entre 36,77% e 37,54% em 2022 e atingindo 21,31% em março de 2026. Esse comportamento reflete uma erosão da lucratividade operacional. De forma correlacionada, o ROA atingiu seu ápice em dezembro de 2022, com 19,91%, mas declinou sucessivamente até chegar a 5,97% no final do período observado.
- Giro de Ativos
- A eficiência na geração de receita através dos ativos demonstrou um crescimento inicial, culminando em 0,84 em dezembro de 2022. Após esse pico, houve uma redução gradual e persistente, com o índice estabilizando-se em níveis significativamente inferiores, entre 0,45 e 0,49, a partir de 2024.
- Carga Tributária e Encargos com Juros
- Os indicadores de carga tributária e de encargos com juros mantiveram-se estáveis. O índice de carga tributária oscilou em uma faixa estreita entre 0,63 e 0,68, enquanto o rácio de encargos com juros apresentou uma leve tendência de queda, movendo-se de 0,97 para 0,93. Tais dados indicam que a redução na rentabilidade geral não foi impulsionada por variações nos custos financeiros ou tributários.
Desagregação do índice de margem de lucro líquido
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-31), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31).
Observa-se uma tendência de declínio acentuado nos indicadores de rentabilidade ao longo do período analisado, contrastando com a estabilidade dos índices de encargos e tributação.
- Índice de margem EBIT
- Houve uma redução progressiva e consistente na margem EBIT, que atingiu seu ápice de 37,54% em setembro de 2022 e declinou para 21,31% em março de 2026, evidenciando a compressão da lucratividade operacional.
- Índice de margem de lucro líquido
- A margem de lucro líquido acompanhou a trajetória descendente da margem operacional, reduzindo-se de um pico de 24,34% em junho de 2022 para 12,58% em março de 2026.
- Rácio de encargos com juros
- O rácio de encargos com juros apresentou uma trajetória de leve e gradual declínio, partindo de 0,97 em meados de 2022 para 0,93 em março de 2026.
- Índice de carga tributária
- O índice de carga tributária demonstrou estabilidade relativa, oscilando dentro de uma faixa estreita entre 0,63 e 0,68 durante todo o intervalo temporal.