Stock Analysis on Net

ConocoPhillips (NYSE:COP)

US$ 24,99

Análise do endividamento

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Dívida total (quantia escriturada)

ConocoPhillips, balanço: dívida

US$ em milhões

Microsoft Excel
31 de dez. de 2025 31 de dez. de 2024 31 de dez. de 2023 31 de dez. de 2022 31 de dez. de 2021
Dívida de curto prazo
Dívida de longo prazo
Dívida total, incluindo arrendamentos financeiros (quantia escriturada)

Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31).


A análise dos dados financeiros demonstra uma dinâmica complexa na estrutura de endividamento ao longo do período avaliado. Observa-se uma redução significativa na dívida de curto prazo entre 2021 e 2022, seguida de um aumento gradual nos anos subsequentes, embora permaneça abaixo do nível inicial.

A dívida de longo prazo apresentou uma diminuição inicial de 2021 para 2022, mas reverteu essa tendência, registrando aumentos consideráveis em 2023 e 2024. Em 2025, a dívida de longo prazo demonstra uma leve redução em relação ao ano anterior, mas permanece em um patamar elevado.

A dívida total, que inclui arrendamentos financeiros, acompanha a tendência da dívida de longo prazo. Houve uma queda de 2021 para 2022, seguida por aumentos substanciais em 2023 e 2024. A dívida total também apresenta uma pequena diminuição em 2025, mas mantém-se em um valor consideravelmente superior ao registrado em 2021 e 2022.

Tendências Gerais
A estrutura de endividamento demonstra uma mudança de foco da dívida de curto para a de longo prazo. A dívida total, apesar de flutuações, apresenta uma tendência geral de aumento ao longo do período, indicando um possível aumento no financiamento por meio de dívida.
Variações Significativas
A redução acentuada da dívida de curto prazo em 2022 e o subsequente aumento da dívida de longo prazo em 2023 e 2024 são os movimentos mais notáveis. Estes podem indicar uma reestruturação da dívida ou a necessidade de financiamento de longo prazo para investimentos ou operações.
Considerações Finais
Apesar da leve diminuição em 2025, o nível geral de endividamento permanece elevado. É recomendável uma análise mais aprofundada das razões por trás dessas variações, incluindo a avaliação das taxas de juros, condições de mercado e estratégias de financiamento.

Endividamento total (valor justo)

Microsoft Excel
31 de dez. de 2025
Dados financeiros selecionados (US$ em milhões)
Dívida, excluindo arrendamentos financeiros
Arrendamentos financeiros
Endividamento total, incluindo arrendamentos mercantis (valor justo)
Índice financeiro
Rácio dívida, justo valor e quantia escriturada

Com base no relatório: 10-K (Data do relatório: 2025-12-31).


Taxa de juro média ponderada da dívida

Taxa de juro média ponderada da dívida:

Taxa de juros Valor da dívida1 Taxa de juros × Valor da dívida Taxa de juro média ponderada2
Valor total

Com base no relatório: 10-K (Data do relatório: 2025-12-31).

1 US$ em milhões

2 Taxa de juro média ponderada = 100 × ÷ =


Custos com juros incorridos

ConocoPhillips, custos de juros incorridos

US$ em milhões

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12 meses encerrados 31 de dez. de 2025 31 de dez. de 2024 31 de dez. de 2023 31 de dez. de 2022 31 de dez. de 2021
Juros despendidos
Juros capitalizados
Juros incorridos

Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31).


A análise dos dados financeiros revela tendências distintas em relação aos encargos e capitalização de juros ao longo do período de cinco anos. Observa-se uma flutuação nos juros despendidos, com uma redução inicial em 2022, seguida de um aumento gradual até 2025.

Juros Despendidos
Os juros despendidos apresentaram um declínio de aproximadamente 9,4% entre 2021 e 2022, passando de 884 milhões de dólares para 805 milhões de dólares. Em 2023, houve uma ligeira diminuição para 780 milhões de dólares, seguida por um aumento em 2024, atingindo 783 milhões de dólares. O valor final em 2025 registrou um aumento mais significativo, alcançando 855 milhões de dólares.

Em contrapartida, os juros capitalizados demonstraram um crescimento consistente ao longo do período. A capitalização de juros aumentou significativamente de 2021 para 2023, com um pico em 2024, antes de um novo aumento em 2025.

Juros Capitalizados
Os juros capitalizados iniciaram em 62 milhões de dólares em 2021, aumentando para 58 milhões de dólares em 2022. Em 2023, houve um aumento substancial para 153 milhões de dólares, seguido por um crescimento ainda maior em 2024, atingindo 248 milhões de dólares. O valor final em 2025 foi de 384 milhões de dólares, representando um aumento considerável em relação ao período inicial.

Os juros incorridos, que representam a soma dos juros despendidos e capitalizados, exibiram uma trajetória ascendente ao longo dos cinco anos. O aumento foi mais acentuado a partir de 2023, indicando um crescimento geral nos encargos financeiros.

Juros Incorridos
Os juros incorridos foram de 946 milhões de dólares em 2021, aumentando para 863 milhões de dólares em 2022. Em 2023, houve um aumento significativo para 933 milhões de dólares, seguido por um aumento ainda maior em 2024, atingindo 1031 milhões de dólares. O valor final em 2025 foi de 11239 milhões de dólares, demonstrando um crescimento expressivo.

A combinação do aumento nos juros capitalizados e despendidos resultou em um crescimento constante dos juros incorridos, sugerindo uma maior dependência de financiamento ou um aumento nos custos de empréstimos ao longo do período analisado.


Índice de cobertura de juros (ajustado)

Microsoft Excel
31 de dez. de 2025 31 de dez. de 2024 31 de dez. de 2023 31 de dez. de 2022 31 de dez. de 2021
Dados financeiros selecionados (US$ em milhões)
Lucro líquido
Mais: Despesa com imposto de renda
Mais: Despesas com juros e dívidas
Resultados antes de juros e impostos (EBIT)
 
Juros incorridos
Relação financeira com e sem juros capitalizados
Índice de cobertura de juros (sem juros capitalizados)1
Índice de cobertura de juros (ajustado) (com juros capitalizados)2

Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31).

2025 Cálculos

1 Índice de cobertura de juros (sem juros capitalizados) = EBIT ÷ Despesas com juros e dívidas
= ÷ =

2 Índice de cobertura de juros (ajustado) (com juros capitalizados) = EBIT ÷ Juros incorridos
= ÷ =


A análise dos dados financeiros revela tendências significativas nos índices de cobertura de juros ao longo do período avaliado. Observa-se uma evolução distinta em ambos os indicadores, o índice de cobertura de juros sem juros capitalizados e o índice de cobertura de juros ajustado.

Índice de Cobertura de Juros (sem juros capitalizados)
Em 2021, o índice registrou um valor de 15.38. Houve um aumento expressivo em 2022, atingindo 36.07, indicando uma melhora substancial na capacidade de cobertura dos juros. Contudo, este valor diminuiu em 2023 para 21.88, e continuou a declinar em 2024, alcançando 18.46. Em 2025, o índice apresentou uma ligeira recuperação, fixando-se em 15.8, embora ainda abaixo do nível observado em 2022.
Índice de Cobertura de Juros (ajustado)
O índice ajustado seguiu uma trajetória semelhante. Em 2021, o valor foi de 14.37, com um aumento notável para 33.64 em 2022. A diminuição subsequente em 2023 resultou em um valor de 18.29, e a tendência de queda persistiu em 2024, atingindo 14.02. Em 2025, o índice ajustado registrou 10.9, representando o menor valor do período analisado.

A convergência na tendência de ambos os índices sugere que as mudanças na capacidade de cobertura de juros não são significativamente afetadas pela capitalização dos juros. O pico em 2022 indica um período de forte desempenho na geração de recursos em relação às despesas com juros. A diminuição subsequente em ambos os índices, especialmente em 2025, pode indicar um aumento nas despesas com juros ou uma redução na capacidade de geração de recursos, necessitando de investigação adicional para determinar as causas subjacentes.