A ROE decomposição envolve a expressão do lucro líquido dividido pelo patrimônio líquido como produto dos índices componentes.
Área para usuários pagantes
Experimente gratuitamente
Chevron Corp. páginas disponíveis gratuitamente esta semana:
- Balanço: ativo
- Análise dos rácios de solvabilidade
- Análise dos rácios de actividade a curto prazo
- Análise dos rácios de actividade a longo prazo
- Índices de avaliação de ações ordinárias
- Valor da empresa (EV)
- Valor da empresa em relação à FCFF (EV/FCFF)
- Relação preço/ FCFE (P/FCFE)
- Modelo de precificação de ativos de capital (CAPM)
- Relação preço/receita (P/S) desde 2005
Aceitamos:
Desagregado de ROE em dois componentes
| ROE | = | ROA | × | Índice de alavancagem financeira | |
|---|---|---|---|---|---|
| 31 de dez. de 2025 | = | × | |||
| 31 de dez. de 2024 | = | × | |||
| 31 de dez. de 2023 | = | × | |||
| 31 de dez. de 2022 | = | × | |||
| 31 de dez. de 2021 | = | × |
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31).
A análise dos dados financeiros anuais revela tendências distintas em relação à rentabilidade e ao endividamento. O Rácio de Rendibilidade dos Ativos (ROA) apresentou uma trajetória variável ao longo do período analisado. Observou-se um aumento significativo em 2022, seguido por uma diminuição gradual em 2023, 2024 e 2025, indicando uma redução na eficiência na utilização dos ativos para gerar lucro.
O Índice de Alavancagem Financeira demonstra uma tendência de aumento constante, embora moderada, ao longo dos cinco anos. Este padrão sugere um crescente recurso ao endividamento para financiar as operações e investimentos, o que pode aumentar o risco financeiro da entidade.
O Índice de Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE) apresentou um comportamento similar ao ROA, com um pico em 2022 e subsequente declínio. A diminuição do ROE em 2023, 2024 e, particularmente, em 2025, indica uma redução na capacidade de gerar lucro a partir do capital próprio investido. A queda mais acentuada em 2025 merece atenção, pois pode sinalizar desafios na gestão do patrimônio líquido ou na rentabilidade das operações.
- ROA (Rácio de Rendibilidade dos Ativos)
- Apresenta alta volatilidade, com um crescimento expressivo em 2022, seguido de declínio constante nos anos subsequentes.
- Índice de Alavancagem Financeira
- Demonstra uma tendência de aumento gradual, indicando maior dependência de financiamento por dívida.
- ROE (Índice de Retorno sobre o Patrimônio Líquido)
- Segue um padrão semelhante ao ROA, com um pico em 2022 e declínio subsequente, com uma queda mais pronunciada em 2025.
Em resumo, os dados indicam um período de alta rentabilidade em 2022, seguido por uma deterioração gradual dos indicadores de rentabilidade e um aumento constante do endividamento. A tendência observada no ROE e ROA em 2025 sugere a necessidade de uma análise mais aprofundada das causas subjacentes e da implementação de medidas corretivas.
Desagregado de ROE em três componentes
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31).
A análise dos dados financeiros anuais revela tendências distintas em diversos indicadores-chave ao longo do período de cinco anos. Observa-se uma flutuação no índice de margem de lucro líquido, com um aumento significativo em 2022, seguido por uma diminuição gradual nos anos subsequentes, atingindo o valor mais baixo no final do período analisado.
O índice de giro de ativos apresentou uma melhoria em 2022, mas demonstrou uma tendência de declínio nos anos seguintes, indicando uma utilização progressivamente menos eficiente dos ativos para gerar receita.
O índice de alavancagem financeira manteve-se relativamente estável durante a maior parte do período, com um ligeiro aumento no final, sugerindo um aumento gradual no uso de dívida em relação ao patrimônio líquido.
O índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) exibiu um padrão semelhante ao da margem de lucro líquido, com um pico notável em 2022, seguido por uma redução constante nos anos seguintes, culminando no menor valor registrado no último ano do período.
- Índice de Margem de Lucro Líquido
- Apresenta uma trajetória descendente após um aumento expressivo em 2022, indicando uma possível compressão das margens de lucro.
- Índice de Giro de Ativos
- Demonstra uma eficiência decrescente na utilização dos ativos para gerar vendas, com uma queda constante após 2022.
- Índice de Alavancagem Financeira
- Mantém-se relativamente constante, com um leve aumento no final do período, sugerindo um aumento no endividamento.
- Índice de Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE)
- Segue uma tendência similar à margem de lucro líquido, com um pico em 2022 e declínio subsequente, refletindo uma menor rentabilidade do patrimônio líquido.
Em resumo, os dados indicam um período de alta rentabilidade em 2022, seguido por um declínio gradual em diversos indicadores de desempenho. A diminuição do giro de ativos e do ROE, juntamente com a redução da margem de lucro líquido, podem indicar desafios na manutenção da eficiência operacional e da rentabilidade. O aumento da alavancagem financeira no final do período merece atenção, pois pode aumentar o risco financeiro.
Desagregado de ROE em cinco componentes
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31).
A análise dos dados financeiros revela tendências distintas ao longo do período avaliado. Observa-se uma estabilidade inicial no índice de carga tributária, mantendo-se em 0.72 durante 2021 e 2022, seguida de uma ligeira redução para 0.64 em 2024 e 0.63 em 2025.
O rácio de encargos com juros apresentou uma pequena variação, com um aumento de 0.97 em 2021 para 0.99 em 2022, seguido de estabilização em 0.98 em 2023 e 2024, e uma diminuição para 0.94 em 2025.
O índice de margem EBIT demonstrou uma flutuação significativa. Houve um aumento notável de 14.32% em 2021 para 21.23% em 2022, seguido por uma queda para 15.24% em 2023, 14.48% em 2024 e, finalmente, 11.26% em 2025. Esta trajetória sugere uma sensibilidade da rentabilidade operacional às condições de mercado ou a mudanças na estrutura de custos.
O índice de giro de ativos apresentou um aumento de 0.65 em 2021 para 0.91 em 2022, indicando uma maior eficiência na utilização dos ativos para gerar receita. Contudo, este índice diminuiu para 0.75 em 2023 e se manteve nesse nível em 2024, antes de cair para 0.57 em 2025, sugerindo uma possível redução na eficiência operacional.
O índice de alavancagem financeira exibiu uma tendência de ligeiro aumento ao longo do período, passando de 1.72 em 2021 para 1.74 em 2025, com flutuações intermediárias. Este aumento indica um maior uso de dívida em relação ao patrimônio líquido.
O índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) seguiu um padrão semelhante ao da margem EBIT, com um aumento expressivo de 11.24% em 2021 para 22.27% em 2022, seguido por uma diminuição gradual para 13.28% em 2023, 11.59% em 2024 e 6.6% em 2025. Esta redução no ROE pode estar relacionada à diminuição da margem EBIT e/ou à menor eficiência na utilização dos ativos.
- Índice de carga tributária
- Demonstra uma tendência de diminuição, indicando potencialmente uma otimização do planejamento tributário ou mudanças na legislação.
- Rácio de encargos com juros
- Apresenta estabilidade com uma ligeira queda no último ano, sugerindo um controle efetivo dos custos financeiros.
- Índice de margem EBIT
- A flutuação significativa exige investigação para identificar os fatores que influenciam a rentabilidade operacional.
- Índice de giro de ativos
- A diminuição no último ano pode indicar a necessidade de otimizar a gestão de ativos.
- Índice de alavancagem financeira
- O aumento gradual sugere um aumento do risco financeiro, que deve ser monitorado.
- Índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE)
- A redução consistente indica uma diminuição da capacidade de gerar lucro a partir do investimento dos acionistas.
Desagregado de ROA em dois componentes
| ROA | = | Índice de margem de lucro líquido | × | Giro de ativos | |
|---|---|---|---|---|---|
| 31 de dez. de 2025 | = | × | |||
| 31 de dez. de 2024 | = | × | |||
| 31 de dez. de 2023 | = | × | |||
| 31 de dez. de 2022 | = | × | |||
| 31 de dez. de 2021 | = | × |
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31).
A análise dos dados financeiros anuais revela tendências distintas em relação à rentabilidade e eficiência operacional. Observa-se uma flutuação no índice de margem de lucro líquido ao longo do período analisado.
- Índice de Margem de Lucro Líquido
- O índice apresentou um aumento significativo de 2021 para 2022, passando de 10,04% para 15,05%. Contudo, este valor diminuiu em 2023 para 10,85%, seguindo uma trajetória descendente em 2024 (9,13%) e 2025 (6,67%). Esta redução sugere uma possível compressão das margens de lucro nos anos mais recentes.
Em relação à eficiência na utilização dos ativos, o índice de giro de ativos demonstra uma variação considerável.
- Índice de Giro de Ativos
- Houve um aumento notável de 0,65 em 2021 para 0,91 em 2022, indicando uma melhoria na capacidade de gerar receita a partir dos ativos. Em 2023, o índice recuou para 0,75, mantendo-se estável em 2024. Em 2025, registrou-se uma queda para 0,57, sinalizando uma diminuição na eficiência da utilização dos ativos.
O rácio de rendibilidade dos ativos (ROA) acompanha a tendência observada no índice de margem de lucro líquido.
- Rácio de Rendibilidade dos Ativos (ROA)
- O ROA aumentou de 6,52% em 2021 para 13,76% em 2022, refletindo um melhor desempenho na geração de lucro a partir dos ativos. Em 2023, o ROA diminuiu para 8,17%, continuando a trajetória descendente em 2024 (6,87%) e 2025 (3,8%). Esta queda consistente indica uma redução na rentabilidade dos ativos ao longo do tempo.
Em resumo, os dados indicam um período de expansão em 2022, seguido por uma tendência de declínio na rentabilidade e eficiência operacional nos anos subsequentes. A análise conjunta dos indicadores sugere que a empresa pode estar enfrentando desafios na manutenção de suas margens de lucro e na utilização eficiente de seus ativos.
Desagregado do ROA em quatro componentes
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31).
A análise dos dados financeiros demonstra uma dinâmica complexa ao longo do período avaliado. Observa-se uma relativa estabilidade no índice de carga tributária entre 2021 e 2023, com valores consistentemente em torno de 0.72, seguido por uma ligeira diminuição em 2024 e 2025, atingindo 0.63. O rácio de encargos com juros apresentou uma pequena variação, mantendo-se próximo de 1.0 durante a maior parte do período, com uma redução notável em 2025.
O índice de margem EBIT exibiu uma trajetória ascendente significativa de 2021 para 2022, passando de 14.32% para 21.23%. Contudo, a partir de 2022, a margem EBIT demonstrou uma tendência de declínio contínuo, atingindo 11.26% em 2025. O índice de giro de ativos apresentou um aumento expressivo de 2021 para 2022, de 0.65 para 0.91, seguido por uma estabilização em 0.75 para 2023 e 2024, e uma queda considerável para 0.57 em 2025.
O rácio de rendibilidade dos ativos (ROA) acompanhou a tendência do índice de margem EBIT, com um aumento substancial de 6.52% em 2021 para 13.76% em 2022. Similarmente, o ROA apresentou um declínio constante nos anos subsequentes, chegando a 3.8% em 2025. A correlação entre a margem EBIT e o ROA sugere que a rentabilidade dos ativos está diretamente ligada à capacidade da entidade em gerar lucro operacional.
- Índice de carga tributária
- Demonstra uma estabilidade inicial seguida de uma leve redução, indicando uma possível alteração na estrutura tributária ou na lucratividade tributável.
- Rácio de encargos com juros
- Apresenta uma estabilidade notável, com uma diminuição apenas no último período, o que pode refletir uma redução do endividamento ou uma melhoria nas condições de crédito.
- Índice de margem EBIT
- Evidencia um pico de rentabilidade em 2022, seguido por um declínio consistente, o que pode ser atribuído a fatores como aumento de custos, diminuição de preços de venda ou intensificação da concorrência.
- Índice de giro de ativos
- Mostra uma eficiência inicial em utilizar os ativos para gerar receita, seguida por uma diminuição na capacidade de gerar vendas a partir dos ativos, possivelmente devido a estoques excessivos ou à obsolescência de ativos.
- Rácio de rendibilidade dos ativos (ROA)
- Reflete a capacidade da entidade em gerar lucro a partir de seus ativos, com uma tendência de queda que acompanha o declínio da margem EBIT, indicando uma redução na eficiência operacional.
Desagregação do índice de margem de lucro líquido
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31).
A análise dos dados financeiros anuais revela tendências distintas em diversos indicadores ao longo do período de cinco anos. Observa-se uma estabilidade inicial seguida por variações significativas em alguns parâmetros.
- Índice de Carga Tributária
- O índice de carga tributária manteve-se relativamente constante em 0.72 durante os anos de 2021, 2022 e 2023. Contudo, registrou uma diminuição para 0.64 em 2024 e 0.63 em 2025, indicando uma redução na proporção de lucro tributada em relação à receita.
- Rácio de Encargos com Juros
- O rácio de encargos com juros apresentou uma ligeira elevação de 0.97 em 2021 para 0.99 em 2022, seguido por uma estabilização em 0.98 em 2023 e 2024. Em 2025, o rácio diminuiu para 0.94, sugerindo uma menor dependência de financiamento por dívida ou uma melhor gestão dos encargos financeiros.
- Índice de Margem EBIT
- O índice de margem EBIT demonstrou uma trajetória de aumento em 2022, atingindo 21.23%, partindo de 14.32% em 2021. Posteriormente, observou-se uma redução gradual para 15.24% em 2023, 14.48% em 2024 e 11.26% em 2025, indicando uma diminuição na rentabilidade operacional.
- Índice de Margem de Lucro Líquido
- O índice de margem de lucro líquido acompanhou uma tendência semelhante à margem EBIT, com um aumento notável de 10.04% em 2021 para 15.05% em 2022. A partir de 2023, a margem de lucro líquido apresentou uma queda consistente, atingindo 10.85%, 9.13% e, finalmente, 6.67% em 2025. Esta diminuição sugere uma redução na rentabilidade geral da entidade, possivelmente influenciada por fatores como aumento de custos, despesas ou impostos.
Em resumo, os dados indicam um período inicial de melhoria na rentabilidade, seguido por uma tendência de declínio nas margens de lucro e uma redução na carga tributária. A estabilidade no rácio de encargos com juros, seguida de uma ligeira diminuição, sugere uma gestão financeira relativamente consistente.