Estrutura do balanço: activo
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Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31), 10-K (Data do relatório: 2020-12-31).
Ao analisar a composição do ativo total ao longo dos anos, observa-se uma tendência de redução na proporção de ativos não circulantes, passando de aproximadamente 89,12% em 2020 para 84,08% em 2024. Em contrapartida, os ativos circulantes apresentam um aumento relativo, de cerca de 10,88% em 2020 para aproximadamente 15,92% em 2024, indicando uma maior liquidez ou uma maior ênfase na gestão de curto prazo.
Dentro dos ativos circulantes, há um crescimento consistente na participação das contas e notas a receber, que passaram de 4,78% em 2020 para 8,05% em 2024. Este aumento sugere uma ampliação na atividade de recebíveis, possivelmente resultado de maior volume de vendas a prazo ou mudanças na política de crédito.
O caixa e equivalentes de caixa tiveram variações ao longo do período, começando em 2,33% em 2020, atingindo um pico de 6,86% em 2022, antes de cair para aproximadamente 2,64% em 2024. Apesar de um aumento em 2022, a sua participação relativa permanece baixa, indicando que a liquidez imediata não dominou a estrutura de ativos ao longo dos anos.
As aplicações financeiras, como títulos e valores mobiliários, mostraram uma elevação ligeira na sua participação até 2022, chegando a 0,09%, mas seus registros posteriores são inconsistentes ou ausentes, sugerindo uma possível redução ou descontinuidade nesses ativos.
O setor de investimentos e adiantamentos, classificados sob método de equivalência patrimonial, manteve uma participação estável acima de 16%, crescendo de 16,16% em 2020 para 18,14% em 2024. Outros investimentos não considerados pelo método também cresceram em participação, chegando a 0,32% em 2024, refletindo uma estratégia de diversificação ou aumento na alocação de recursos em investimentos de longo prazo.
Já o ativo imobilizado apresentou uma redução em sua participação relativa, de cerca de 65,31% em 2020 para 57,52% em 2024, indicando uma possível depreciação, venda de ativos ou mudanças na estrutura de investimentos em bens de uso. Apesar da redução, ainda corresponde à maior parte do ativo total.
Em relação aos ativos intangíveis, como a boa vontade, sua participação se manteve relativamente constante, em torno de 1,83%, evidenciando estabilidade na composição de ativos não materiais.
Por fim, a parcela de ativos mantidos para venda permaneceu relativamente baixa ao longo do período, com leves oscilações, demonstrando uma parcela pequena de ativos destinados à venda ou descontinuação de operações específicas.
De modo geral, a análise revela uma estrutura de ativos com maior foco em investimentos de longo prazo e ativos circulantes, além de um peso relativamente menor de bens imobilizados. A gestão parece estar ajustando a liquidez e a composição de ativos, refletindo estratégias de otimização de recursos ao longo dos anos.