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Aceitamos:
Express Scripts Holding Co., estrutura da demonstração de resultados consolidada (dados trimestrais)
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2018-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2018-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2018-03-31), 10-K (Data do relatório: 2017-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2017-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2017-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2017-03-31), 10-K (Data do relatório: 2016-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2016-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2016-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2016-03-31), 10-K (Data do relatório: 2015-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2015-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2015-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2015-03-31), 10-K (Data do relatório: 2014-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2014-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2014-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2014-03-31), 10-K (Data do relatório: 2013-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2013-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2013-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2013-03-31).
Ao analisar os dados financeiros trimestrais, observa-se que a receita da entidade manteve-se estável ao longo do período, representando consistentemente 100% das receitas em todos os trimestres, indicando uma estabilidade na composição dos itens financeiros associados às receitas.
O custo das receitas apresentou variações moderadas, mantendo-se relativamente constante em torno de -91% a -92% do total das receitas. Destaca-se uma ligeira diminuição na porcentagem de custos no último trimestre de 2016 e início de 2017, chegando a aproximadamente -90,6%, o que contribuiu para uma leve expansão na margem de lucro bruto, que variou entre aproximadamente 7,4% e 9,07%. Notavelmente, houve uma tendência de melhora nos percentuais de margem de lucro bruto, especialmente a partir do terceiro trimestre de 2016, que atingiu picos próximos a 9,81% no terceiro trimestre de 2018.
A despesa com vendas, gerais e administrativas manteve-se em torno de -3,09% a -4,38% das receitas ao longo dos períodos analisados. Existe uma tendência de redução gradual dessa despesa, principalmente a partir do terceiro trimestre de 2016, chegando a aproximadamente -3,08% ao final do período, contribuindo positivamente para a melhoria do resultado operacional.
O resultado operacional apresentou uma trajetória de incremento, variando de cerca de 3,24% em março de 2013 até picos de até aproximadamente 6,24% no segundo trimestre de 2018. Houve períodos de estabilidade e pequenas oscilações, refletindo melhorias na eficiência operacional ao longo do tempo.
Os rendimentos de juros e outros itens financeiros mantiveram-se em torno de 0,02% a 0,12%, demonstrando estabilidade nesta linha de receita adicional com variações mínimas ao longo do período.
As despesas com juros e outras despesas financeiras apresentaram variações, com momentos de aumento, especialmente no final de 2016 e início de 2017, quando alcançaram aproximadamente -1,08%. A partir daí, ocorreram quedas para valores próximos de -0,59%, indicando uma possível redução na pressão de custos financeiros e melhor gerenciamento do endividamento.
As outras receitas (despesas) seguiram uma tendência similar, com oscilações moderadas e momentos de aumento, chegando a um pico de aproximadamente -1,04% em determinados períodos de 2016. Essa linha de itens apresentou menor impacto na margem geral ao longo do período.
O rendimento antes do imposto de renda apresentou crescimento, partindo de cerca de 2,46% no primeiro trimestre de 2013 até atingir picos próximos a 5,63% no final de 2017. Houve uma tendência de expansão gradual da rentabilidade operacional antes dos impostos, refletindo melhorias na performance operacional.
Por outro lado, a provisão para imposto de renda variou significativamente, apresentando um comportamento de oscilações, com momentos de valor negativo e positivo, especialmente notáveis em 2017, quando atingiu 3,56%, indicando alterações na carga tributária efetiva ou em estimativas fiscais.
O resultado líquido das operações continuadas apresentou aumento expressivo ao longo do período, crescendo de aproximadamente 1,46% em março de 2013 para picos de até 9,18% no primeiro trimestre de 2018. Essa evolução demonstra uma melhora consistente na rentabilidade operacional após os ajustes de impostos e despesas financeiras.
Os prejuízos líquidos de operações descontinuadas foram mínimos e negativos, com valores inferiores a -0,1% até o primeiro trimestre de 2014, indicando que à época as operações descontinuadas representaram impacto negativo marginal na lucratividade geral.
Por fim, o lucro líquido total apresentou tendência de crescimento significativo, passando de aproximadamente 1,45% em março de 2013 para picos superiores a 9% em 2018. O lucro líquido atribuível à empresa também acompanhou essa trajetória de incremento, consolidando uma melhora contínua na rentabilidade global ao longo do período analisado.