Estrutura do balanço: activo
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Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-07-26), 10-K (Data do relatório: 2024-07-27), 10-K (Data do relatório: 2023-07-29), 10-K (Data do relatório: 2022-07-30), 10-K (Data do relatório: 2021-07-31), 10-K (Data do relatório: 2020-07-25).
Ao analisar a evolução dos ativos ao longo do período de cinco anos, observa-se uma diminuição significativa na participação do ativo circulante, que passou de aproximadamente 45,94% em julho de 2020 para cerca de 28,61% em julho de 2025. Essa redução indica uma possível retração ou otimização na composição de ativos de curto prazo, sugerindo uma gestão mais eficiente dos recursos circulantes ou uma mudança na estratégia de liquidez.
Simultaneamente, houve um aumento na participação dos ativos de longo prazo, elevando-se de aproximadamente 54,06% para 71,39% no mesmo período. Essa mudança demonstra uma transferência ou aumento de ativos de natureza mais duradoura, como bens, equipamentos líquidos, ativos intangíveis e outros ativos de longo prazo, indicando potencialmente uma estratégia de investimentos de maior duração e menor rotatividade.
Na composição dos ativos circulantes, destacam-se variações em itens específicos. A proporção de caixa e equivalentes de caixa apresentou uma diminuição, de 12,45% para 6,82%, o que pode refletir uma movimentação para outros investimentos ou uso de recursos. Os investimentos tiveram uma redução acentuada, de 18,57% para 6,35%, reforçando uma possível mudança na estratégia de alocação de recursos de curto prazo.
Contas a receber líquido de provisão exibiu uma leve alta, chegando a 5,48%, demonstrando estabilidade na recuperação de recebíveis ou uma política de crédito conservadora. Inventários tiveram aumento de participação, atingindo 2,59% em 2025, sugerindo maior estoque ou mudanças na gestão de inventários.
No que diz respeito aos ativos de longo prazo, houve aumento considerável na parcela de ativos intangíveis adquiridos, que saltou de 1,66% em 2020 para 7,5% em 2025, indicando investimentos crescentes em ativos de natureza intelectual, como tecnologia, marcas ou patentes. Além disso, os ativos de goodwill apresentaram aumento na sua participação, chegando a quase 48,36%, o que pode refletir aquisições ou valorização de ativos intangíveis relacionados a negociações de fusões ou aquisições.
Os financiamentos a receber, líquidos, tiveram redução na sua participação de 6,02% para 2,83%, reforçando um foco menor nesse tipo de ativo ao longo do período. Os tributos diferidos ativos apresentaram crescimento, de 4,21% para 6,02%, indicando reforço na posição de impostos a compensar ou diferidos.
Por fim, a composição do total de ativos evidencia uma tendência de otimização, com uma redução no peso dos ativos circulantes e um aumento nos ativos de longo prazo, refletindo possivelmente uma busca por maior estabilidade financeira e investimentos mais duradouros. Essa evolução pode estar relacionada à estratégia de crescimento, à gestão de liquidez ou a movimentos específicos de aquisição de ativos intangíveis e de goodwill.