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- Balanço patrimonial: passivo e patrimônio líquido
- Demonstração dos fluxos de caixa
- Estrutura do balanço: activo
- Análise dos rácios de solvabilidade
- Análise dos rácios de actividade a curto prazo
- Valor presente do fluxo de caixa livre sobre o patrimônio líquido (FCFE)
- Índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) desde 2005
- Rácio de rendibilidade dos activos (ROA) desde 2005
- Índice de dívida sobre patrimônio líquido desde 2005
- Relação preço/valor contabilístico (P/BV) desde 2005
Aceitamos:
Dívida total (quantia escriturada)
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-28), 10-K (Data do relatório: 2024-12-29), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31).
A análise dos dados financeiros demonstra uma dinâmica complexa na estrutura de endividamento ao longo do período avaliado. Observa-se uma flutuação significativa nos valores apresentados, com tendências distintas para cada item.
- Empréstimos e notas a pagar
- Este item apresenta uma redução substancial em 2022, seguida de uma diminuição moderada em 2023. Em 2024, registra um aumento considerável, tendência que se mantém em 2025, atingindo o valor mais alto do período analisado. Essa variação sugere uma gestão ativa do capital de giro e/ou a necessidade de financiamento de curto prazo.
- Dívida de longo prazo, excluindo parcela corrente
- A dívida de longo prazo demonstra uma queda expressiva em 2022, mantendo-se relativamente estável em 2023. Em 2024, observa-se um aumento, que se intensifica em 2025, resultando no valor mais elevado registrado. Este padrão pode indicar investimentos de longo prazo ou refinanciamentos da dívida.
- Total de empréstimos contraídos (quantia escriturada)
- O total de empréstimos contraídos apresenta um aumento notável em 2022, seguido por uma diminuição em 2023. Em 2024, o valor se recupera, e em 2025, atinge o ponto mais alto do período. A trajetória geral sugere uma dependência contínua de financiamento externo, com variações influenciadas por fatores como necessidades de investimento, condições de mercado e estratégias de gestão da dívida.
Em resumo, a estrutura de endividamento demonstra uma volatilidade considerável ao longo dos anos. A combinação das tendências observadas em cada item sugere uma gestão dinâmica da dívida, com ajustes estratégicos em resposta a mudanças nas necessidades financeiras e no ambiente econômico. A crescente tendência de endividamento em 2024 e 2025 merece atenção, requerendo uma análise mais aprofundada das razões subjacentes e dos potenciais impactos na saúde financeira da entidade.
Endividamento total (valor justo)
| 28 de dez. de 2025 | |
|---|---|
| Dados financeiros selecionados (US$ em milhões) | |
| Empréstimos de curto prazo | |
| Dívida de longo prazo, incluindo parcela corrente | |
| Total de captações (valor justo) | |
| Índice financeiro | |
| Rácio dívida, justo valor e quantia escriturada | |
Com base no relatório: 10-K (Data do relatório: 2025-12-28).
Taxa de juro média ponderada da dívida
Taxa de juro média ponderada dos empréstimos contraídos:
| Taxa de juros | Valor da dívida1 | Taxa de juros × Valor da dívida | Taxa de juro média ponderada2 |
|---|---|---|---|
| Valor total | |||
Com base no relatório: 10-K (Data do relatório: 2025-12-28).
1 US$ em milhões
2 Taxa de juro média ponderada = 100 × ÷ =
Custos com juros incorridos
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-28), 10-K (Data do relatório: 2024-12-29), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31).
A análise dos dados financeiros demonstra uma dinâmica complexa nas despesas relacionadas a juros ao longo do período avaliado. Observa-se uma variação significativa nos valores apresentados entre 2021 e 2025.
- Despesa com juros, líquida da parcela capitalizada
- A despesa com juros, líquida da parcela capitalizada, apresentou um aumento notável de 2021 para 2022, passando de US$ 183 milhões para US$ 276 milhões. Em 2023, houve uma redução substancial para US$ 772 milhões, seguida por um aumento em 2024, atingindo US$ 755 milhões. Em 2025, registrou-se um novo aumento, alcançando US$ 971 milhões. Essa flutuação sugere uma possível renegociação de dívidas, alterações nas taxas de juros ou mudanças na estrutura de capital.
- Despesa com juros capitalizada
- A despesa com juros capitalizada exibiu uma tendência de crescimento constante ao longo do período. Iniciando em US$ 49 milhões em 2021, aumentou para US$ 49 milhões em 2022, US$ 70 milhões em 2023, US$ 79 milhões em 2024 e atingiu US$ 114 milhões em 2025. Este aumento pode indicar um maior investimento em projetos de longo prazo que permitem a capitalização dos juros.
- Custos com juros incorridos
- Os custos com juros incorridos apresentaram um padrão de crescimento inicial, com um aumento de US$ 232 milhões em 2021 para US$ 325 milhões em 2022. Em 2023, houve um aumento significativo para US$ 842 milhões, seguido por uma ligeira diminuição para US$ 834 milhões em 2024. Em 2025, os custos com juros incorridos aumentaram substancialmente para US$ 1085 milhões. Este aumento pode estar relacionado ao aumento da dívida total ou a taxas de juros mais elevadas.
Em resumo, a análise revela uma crescente complexidade na gestão de juros, com flutuações significativas na despesa líquida e um aumento constante na capitalização e nos custos incorridos. A empresa demonstra uma dinâmica de endividamento que requer monitoramento contínuo.
Índice de cobertura de juros (ajustado)
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-28), 10-K (Data do relatório: 2024-12-29), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31).
2025 Cálculos
1 Índice de cobertura de juros (sem juros capitalizados) = EBIT ÷ Despesa com juros, líquida da parcela capitalizada
= ÷ =
2 Índice de cobertura de juros (ajustado) (com juros capitalizados) = EBIT ÷ Custos com juros incorridos
= ÷ =
A análise dos dados financeiros revela tendências significativas nos índices de cobertura de juros ao longo do período avaliado. Observa-se uma diminuição consistente nos índices, tanto o não ajustado quanto o ajustado, entre 2021 e 2023.
- Índice de Cobertura de Juros (sem juros capitalizados)
- Em 2021, o índice registrou 125.46, demonstrando uma forte capacidade de cobertura de despesas de juros com o lucro operacional. Contudo, este valor declinou acentuadamente para 79.71 em 2022 e atingiu o ponto mais baixo em 2023, com 20.51. A partir de 2023, o índice apresenta uma recuperação modesta, atingindo 23.1 em 2024 e 34.55 em 2025, embora ainda permaneça consideravelmente abaixo do nível de 2021.
- Índice de Cobertura de Juros (ajustado)
- O índice ajustado segue uma trajetória semelhante, iniciando em 98.96 em 2021 e diminuindo para 67.7 em 2022 e 18.81 em 2023. A recuperação observada a partir de 2023 é ligeiramente menos pronunciada do que no índice não ajustado, com valores de 20.91 em 2024 e 30.92 em 2025. Apesar da recuperação, o índice ajustado também permanece significativamente inferior ao valor inicial de 2021.
A queda substancial nos índices de cobertura de juros entre 2021 e 2023 sugere uma redução na capacidade de gerar lucro operacional suficiente para cobrir as despesas de juros. A recuperação observada nos anos subsequentes indica uma melhora na performance, mas a capacidade de cobertura ainda não retornou aos níveis anteriores. A diferença entre os dois índices sugere que a capitalização de juros tem um impacto moderado na capacidade de cobertura, embora a tendência geral seja consistente em ambos os casos.