A ROE decomposição envolve a expressão do lucro líquido dividido pelo patrimônio líquido como produto dos índices componentes.
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Aceitamos:
Desagregado de ROE em dois componentes
ROE | = | ROA | × | Índice de alavancagem financeira | |
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2 de fev. de 2025 | = | × | |||
28 de jan. de 2024 | = | × | |||
29 de jan. de 2023 | = | × | |||
30 de jan. de 2022 | = | × | |||
31 de jan. de 2021 | = | × | |||
2 de fev. de 2020 | = | × |
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-02-02), 10-K (Data do relatório: 2024-01-28), 10-K (Data do relatório: 2023-01-29), 10-K (Data do relatório: 2022-01-30), 10-K (Data do relatório: 2021-01-31), 10-K (Data do relatório: 2020-02-02).
O rácio de rendibilidade dos ativos (ROA) apresentou variações ao longo do período analisado, com valores que oscilaram entre aproximadamente 15,4% e 22,86%. Observa-se um pico em 2022, seguido de uma redução até 2025, indicando uma diminuição na eficiência da utilização dos ativos para gerar lucros nesse último período.
O índice de alavancagem financeira apresentou um aumento expressivo a partir de 2021, passando de um valor não informado até então para 48,94 em 2022, e atingindo 73,3 em 2023. Em 2024, há uma redução significativa para 14,48, indicando uma possível redução na dependência de financiamento externo ou uma mudança na estrutura de capital da empresa nesse ano, embora os dados não estejam disponíveis para 2021.
O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) mostrou uma evolução marcante, especialmente a partir de 2022, quando atingiu valores extremamente elevados (390% e 1095,07%), sugerindo uma rentabilidade extraordinária ou a utilização de estratégias de alta alavancagem. Em 2023, o ROE se mantém elevado, chegando a 1450,48%, antes de reduzir para 222,98% em 2025. Essa alta volatilidade pode refletir tanto melhorias no desempenho financeiro quanto possíveis fatores excepcionais ou ajustes contábeis.
Desagregado de ROE em três componentes
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-02-02), 10-K (Data do relatório: 2024-01-28), 10-K (Data do relatório: 2023-01-29), 10-K (Data do relatório: 2022-01-30), 10-K (Data do relatório: 2021-01-31), 10-K (Data do relatório: 2020-02-02).
- Índice de margem de lucro líquido
- Ao longo do período analisado, observa-se uma tendência de variação moderada na margem de lucro líquido, inicialmente em torno de 10.2% em fevereiro de 2020. Houve uma ligeira redução em 2021, para 9.74%, seguida de um aumento para 10.87% em 2022 e 2023, indicando uma melhora na rentabilidade operacional. No entanto, em 2024, a margem diminui para 9.92%, e em 2025 apresenta uma nova redução para 9.28%, sugerindo uma possível pressão de custos ou mudanças estratégicas que impactam a eficiência na conversão de receita em lucro líquido.
- Índice de giro de ativos
- Este indicador demonstra uma ligeira redução ao longo do período, passando de 2.15 em fevereiro de 2020 para 1.87 em 2021, depois um incremento para 2.1 em 2022, seguido de uma diminuição para 2.06 em 2023, 1.99 em 2024 e finalmente 1.66 em 2025. A tendência indica uma diminuição na eficiência do uso dos ativos para gerar vendas, especialmente na última análise, que reflete uma possível estabilização ou deterioração na gestão de ativos.
- Índice de alavancagem financeira
- Os dados revelam uma alta volatilidade neste índice. Em 2021, há um aumento significativo, atingindo 48.94, após um período não informado no último dado de 2020. Posteriormente, a alavancagem dispara para 73.3 em uma data intermediária e, em 2025, cai para 14.48. Estes valores sugerem mudanças substanciais no nível de endividamento financeiro da empresa ao longo do tempo, com períodos de elevada alavancagem que podem indicar estratégias de expansão financiadas por dívida, seguidas por uma redução potencial para estabilização ou redução do risco financeiro.
- Índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE)
- O ROE apresentou os valores mais extremos dentre os indicadores analisados, com uma escalada extraordinária até 1095.07% em uma data intermediária, e posteriormente atingindo 1450.48% em 2024, antes de declinar para 222.98% em 2025. Essa flutuação sugere momentos de ganhos excepcionais de rentabilidade para os acionistas, possivelmente influenciados por fatores não detalhados, como ganhos extraordinários, mudanças significativas nos lucros ou no patrimônio. Contudo, a redução para 2025 indica uma possível normalização ou deterioração da rentabilidade relativa ao patrimônio total.
Desagregado de ROE em cinco componentes
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-02-02), 10-K (Data do relatório: 2024-01-28), 10-K (Data do relatório: 2023-01-29), 10-K (Data do relatório: 2022-01-30), 10-K (Data do relatório: 2021-01-31), 10-K (Data do relatório: 2020-02-02).
- Índice de carga tributária
- O índice de carga tributária permaneceu constante em 0,76 ao longo de todo o período analisado, indicando estabilidade na proporção dos encargos fiscais em relação ao resultado. Essa consistência sugere uma política tributária controlada e previsível ao longo do tempo.
- Rácio de encargos com juros
- O rácio de encargos com juros apresentou uma leve tendência de redução, passando de 0,92 em 2020 para 0,89 em 2025. Apesar de pequenos oscilações, o dado aponta para uma possível melhora na eficiência no gerenciamento de despesas financeiras, refletindo uma diminuição relativa nas obrigações com juros ao longo do período.
- Índice de margem EBIT
- O índice de margem EBIT variou ao longo do período, começando em 14,44% em 2020, atingindo um pico de 15,31% em 2023, antes de recuar para 13,62% em 2025. Essa tendência indica uma melhora na rentabilidade operacional até 2023, seguida por uma leve deterioração, possivelmente efeitos de mudanças na eficiência operacional ou condições de mercado.
- Índice de giro de ativos
- O índice de giro de ativos mostrou uma trajetória decrescente, caindo de 2,15 em 2020 para 1,66 em 2025. Esse padrão sugere uma diminuição na eficiência na utilização dos ativos para gerar receita, o que pode indicar maior investimento em ativos de baixa rotatividade ou desafios na gestão operacional.
- Índice de alavancagem financeira
- O índice de alavancagem financeira apresentou grande volatilidade, começando com um valor ausente em 2020, elevando-se significativamente para 48,94 em 2022, e atingindo 73,3 em 2023 antes de diminuir para 14,48 em 2025. Esses movimentos refletem alterações substanciais na estrutura de capital, possivelmente impactos de novas dívidas ou reequilíbrios financeiros, com uma forte alavancagem em 2023 que posteriormente foi revertida.
- Índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE)
- O ROE mostrou um crescimento expressivo, passando de um valor não especificado em 2021 para um pico de 1450,48% em 2023, indicando uma rentabilidade extraordinária nesse período. Em 2025, o índice caiu para 222,98%, ainda representando uma alta significativa em relação aos primeiros anos. Essa evolução sugere períodos de alta eficiência na geração de retorno a partir do patrimônio, acompanhando, possivelmente, operações de alta rentabilidade ou ações de gestão estratégica intensificada.
De modo geral, os dados revelam uma empresa com estabilidade na carga tributária, melhorias na gestão do endividamento financeiro, mas dificuldades em manter sua eficiência operacional, evidenciada pela queda no giro de ativos. Os altos ROEs registrados indicam períodos de fortemente rentáveis, embora a volatilidade na alavancagem financeira sugira reações ao ambiente econômico ou estratégias financeiras específicas ao longo do tempo.
Desagregado de ROA em dois componentes
ROA | = | Índice de margem de lucro líquido | × | Giro de ativos | |
---|---|---|---|---|---|
2 de fev. de 2025 | = | × | |||
28 de jan. de 2024 | = | × | |||
29 de jan. de 2023 | = | × | |||
30 de jan. de 2022 | = | × | |||
31 de jan. de 2021 | = | × | |||
2 de fev. de 2020 | = | × |
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-02-02), 10-K (Data do relatório: 2024-01-28), 10-K (Data do relatório: 2023-01-29), 10-K (Data do relatório: 2022-01-30), 10-K (Data do relatório: 2021-01-31), 10-K (Data do relatório: 2020-02-02).
- Índice de margem de lucro líquido
- Observa-se uma variação ao longo dos anos, com uma tendência de redução no índice de margem de lucro líquido na maioria dos períodos analisados. O valor foi de 10,2% em fevereiro de 2020, apresentando uma ligeira diminuição até 9,74% em janeiro de 2021. Houve uma recuperação subsequente para 10,87% em janeiro de 2022 e permaneceu nesse nível durante o ano de 2023. Em 2024, houve uma nova redução para 9,92%, seguida por uma queda mais acentuada para 9,28% em 2025. Essa trajetória indica uma possível pressão de custos ou aumento na concorrência, impactando a rentabilidade líquida da operação.
- Índice de giro de ativos
- O índice de giro de ativos apresentou flutuações ao longo do período, começando em 2,15 em fevereiro de 2020, declinando para 1,87 em janeiro de 2021. Houve uma recuperação, atingindo 2,10 em janeiro de 2022, seguido por uma leve redução para 2,06 em 2023. Em 2024, o índice caiu novamente para 1,99, e atingiu o valor mais baixo de 1,66 em 2025. Essa tendência de queda indica uma redução na eficiência do uso dos ativos para gerar receita, sugerindo que a empresa pode estar enfrentando dificuldades na gestão de ativos ou mudanças na estrutura operacional.
- Rácio de rendibilidade dos ativos (ROA)
- O ROA apresentou maior volatilidade, começando em 21,94% em fevereiro de 2020, caindo para 18,23% em janeiro de 2021, o que sinaliza uma redução na eficiência na geração de lucros a partir dos ativos. Em 2022, houve uma ligeira recuperação, atingindo 22,86%, o ponto mais alto do período, antes de voltar a recuar para 22,38% em 2023. Em 2024, a redução prosseguiu para 19,79%, e finalizando em 2025 com um valor de 15,4%. Essa queda consistente ao longo do tempo demonstra uma deterioração na rentabilidade dos ativos, influenciada possivelmente por fatores de mercado, aumento de custos ou diminuição de margens.
Desagregado do ROA em quatro componentes
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-02-02), 10-K (Data do relatório: 2024-01-28), 10-K (Data do relatório: 2023-01-29), 10-K (Data do relatório: 2022-01-30), 10-K (Data do relatório: 2021-01-31), 10-K (Data do relatório: 2020-02-02).
Ao analisar os dados financeiros ao longo do período, observa-se uma estabilidade no índice de carga tributária, que permanece constante em 0,76, indicando uma política tributária uniforme ao longo dos anos considerados.
O rácio de encargos com juros apresenta uma tendência de diminuição, passando de 0,92 em 2020 para 0,89 em 2025. Essa redução sugere uma melhora na gestão da dívida ou estratégias de financiamento que resultaram em menores custos relativos com juros ao longo do tempo.
O índice de margem EBIT evidencia variações ao longo dos anos. Inicialmente, houve uma leve diminuição de 14,44% em 2020 para 13,87% em 2021, seguida por uma recuperação até alcançar 15,31% em 2023. Posteriormente, ocorre uma queda para 14,32% em 2024 e uma nova redução para 13,62% em 2025, indicando, possivelmente, oscilações na rentabilidade operacional da empresa, com períodos de melhoria e posterior decréscimo.
O índice de giro de ativos apresenta uma tendência de queda, saindo de 2,15 em 2020 para 1,66 em 2025. Esse padrão sugere uma diminuição na eficiência na utilização dos ativos para gerar receita ao longo do tempo, o que pode refletir mudanças na alocação de ativos ou menor rotatividade dos mesmos.
Por fim, a rendibilidade dos ativos (ROA) revela uma tendência de diminuição ao longo do período, de 21,94% em 2020 para 15,4% em 2025. Essa redução indica uma diminuição na eficiência da empresa na geração de lucro a partir dos seus ativos, possivelmente relacionada às variações observadas no giro de ativos e na margem operacional.
Desagregação do índice de margem de lucro líquido
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-02-02), 10-K (Data do relatório: 2024-01-28), 10-K (Data do relatório: 2023-01-29), 10-K (Data do relatório: 2022-01-30), 10-K (Data do relatório: 2021-01-31), 10-K (Data do relatório: 2020-02-02).
- Índice de carga tributária
- O índice de carga tributária manteve-se constante ao longo de todo o período, permanecendo em 0,76. Essa estabilidade sugere uma política fiscal consistente e uma estrutura tributária sólida, sem alterações significativas na incidência de tributos ao longo dos anos analisados.
- Rácio de encargos com juros
- O rácio de encargos com juros apresentou uma ligeira diminuição ao longo do tempo, passando de 0,92 em fevereiro de 2020 para 0,89 em fevereiro de 2025. Essa redução indica uma potencial melhora na gestão da dívida ou uma redução no peso relativo dos encargos de juros em relação ao total financeiro, sinalizando uma possível evolução na estrutura de endividamento da empresa.
- Índice de margem EBIT
- A margem EBIT variou ao longo do período, começando em 14,44% em fevereiro de 2020, apresentando uma queda para 13,87% em janeiro de 2021, e posteriormente aumentando para 15,27% em janeiro de 2022. Depois, houve uma leve diminuição para 15,31% em janeiro de 2023, seguida de retração para 14,32% em janeiro de 2024 e uma nova queda para 13,62% em fevereiro de 2025. Esses movimentos indicam uma oscilação na rentabilidade operacional, com picos intermediários que refletem períodos de maior eficiência, embora a tendência geral a partir de 2022 seja de diminuição, sinalizando possíveis pressões na margem operacional.
- Índice de margem de lucro líquido
- Essa margem apresentou uma tendência de alta inicial, crescendo de 10,2% em fevereiro de 2020 para um pico de 10,87% em janeiro de 2022, permanecendo nesse nível até janeiro de 2023. Posteriormente, ela decresceu para 9,92% em janeiro de 2024 e caiu novamente para 9,28% em fevereiro de 2025. Essa trajetória revela uma melhora na rentabilidade líquida na fase intermediária, seguida por uma tendência de redução, possivelmente indicando desafios na manutenção de margens líquidas sustentáveis nos anos mais recentes.