Estrutura do balanço: passivo e patrimônio líquido
Dados trimestrais
Coca-Cola Co., estrutura do balanço patrimonial consolidado: passivo e patrimônio líquido (dados trimestrais)
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-04-03), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-26), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-27), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-28), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-27), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-28), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-29), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-29), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-07-01), 10-Q (Data do relatório: 2022-04-01), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2021-10-01), 10-Q (Data do relatório: 2021-07-02), 10-Q (Data do relatório: 2021-04-02).
Observa-se uma tendência de redução na dependência de capital de terceiros para o financiamento dos ativos ao longo do período analisado. O passivo total apresentou um declínio gradual, partindo de 75,18% do total do passivo e patrimônio líquido em abril de 2021 para 65,71% em abril de 2026.
- Passivos Circulantes
- A representatividade do passivo circulante apresentou volatilidade, com um crescimento expressivo entre 2023 e o primeiro semestre de 2024, atingindo o pico de 28,92%. Esse aumento foi impulsionado majoritariamente pelas contas a pagar e despesas acumuladas, que chegaram a 22,42% em setembro de 2024, antes de retornarem ao patamar de 13,83% no fechamento do período.
- Passivos Não Circulantes
- Houve uma redução consistente nos passivos de longo prazo. A dívida de longo prazo, excluindo vencimentos correntes, declinou de 44,64% para 37,48%. Consequentemente, o passivo não circulante total recuou de 56,87% para 44,24% da estrutura de capital.
- Patrimônio Líquido
- O capital próprio demonstrou crescimento sustentado, evoluindo de 24,82% para 34,29%. Esse fortalecimento é reflexo do aumento nos lucros reinvestidos, que passaram de 74,46% para 78,71%, consolidando-se como a principal fonte de financiamento interno.
- Endividamento e Solvência
- A estrutura financeira migrou para um modelo de menor alavancagem. A queda nos empréstimos e notas a pagar, que encerraram o período em 0,32% contra 2,15% iniciais, aliada ao aumento do patrimônio líquido, indica uma melhora nos indicadores de solvência a longo prazo.