Estrutura do balanço: passivo e patrimônio líquido
Área para usuários pagantes
Experimente gratuitamente
Valero Energy Corp. páginas disponíveis gratuitamente esta semana:
- Balanço: ativo
- Estrutura do balanço: activo
- Análise dos rácios de solvabilidade
- Análise dos rácios de actividade a curto prazo
- Análise de segmentos reportáveis
- Dados financeiros selecionados desde 2005
- Índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) desde 2005
- Rácio de rendibilidade dos activos (ROA) desde 2005
- Índice de giro total dos ativos desde 2005
- Análise de receitas
Aceitamos:
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31), 10-K (Data do relatório: 2020-12-31), 10-K (Data do relatório: 2019-12-31).
Observa-se que ao longo do período de 2019 a 2023, a participação das obrigações de dívida e arrendamento financeiro no passivo e patrimônio líquido apresentou aumento, passando de 0,92% em 2019 para 2,23% em 2023. Essa elevação indica um crescimento na alavancagem relacionada às obrigações de dívida de curto e longo prazo.
Em relação às contas a pagar, houve uma redução significativa de 18,95% em 2019 para 11,75% em 2020, seguida de aumento subsequente até picos em torno de 21,58% em 2021, antes de uma ligeira queda para 19,93% em 2023. Esse comportamento sugere maior retenção de obrigações a pagar em determinados períodos, possivelmente refletindo mudanças na gestão de fornecedores ou fluxos de caixa.
O passivo atual de arrendamento operacional permaneceu relativamente estável, com leve redução até 2022, chegando a 0,51%, seguido de um aumento para 0,57% em 2023. Similar padrão pode ser observado para os passivos de obramento de benefícios definidos e ambientais, os quais apresentaram variações leves, indicando estabilidade relativa nesses componentes.
Os salários e responsabilidades relacionadas aos trabalhadores apresentaram incremento de 0,54% em 2019 para cerca de 0,62% em 2023, refletindo uma ligeira maior participação desses passivos no total. Já as despesas acumuladas mostraram crescimento contínuo, atingindo em torno de 2,16% em 2021 antes de estabilizar próximo de 1,97% em 2023, indicando possivelmente maior provisão para despesas futuras.
O imposto de renda a pagar evidenciou grande variação, atingindo um pico de 1,38% em 2022, após uma redução para 0,22% em 2020 e 2023. Essa dinâmica sugere mudanças na apuração do imposto de renda ou no momento do pagamento, refletindo ajustes administrativos ou fiscais.
Quanto à composição do passivo circulante, houve uma redução de 24,43% em 2019 para 17,93% em 2020, seguida de aumento para aproximadamente 29,11% em 2021, antes de estabilizar em torno de 26,65% em 2023. Essa tendência indica oscilações na necessidade de liquidez de curto prazo e na gestão das obrigações cirulantes.
No campo do passivo de longo prazo, houve incremento de 33,73% em 2019 para 44,13% em 2020, seguido de redução para 36,66% em 2021 e uma forte diminuição subsequente até 28,12% em 2023. Essa redução sugere uma estratégia de redução da dependência de financiamentos de longo prazo ao longo do período.
O total do passivo, como proporção do passivo e patrimônio líquido, aumentou até 2021, atingindo 65,77%, sinalizando maior alavancagem nesse período, e posteriormente recuou para 54,76% em 2023, indicando uma tendência de redução do endividamento relativo em relação ao patrimônio.
Na composição do patrimônio líquido, observa-se aumento na proporção de lucros não distribuídos, que passaram de 59,36% em 2019 para 72,36% em 2023, indicando uma retenção de resultados e potencial fortalecimento financeiro. Por outro lado, as ações em tesouraria a custo apresentaram queda, chegando a representar -40,16% em 2023, refletindo uma possível recompra de ações ou redução da quantidade de ações em circulação.
A participação de interesses não controladores aumentou de 1,36% em 2019 para 3,45% em 2023, o que pode indicar maior participação de acionistas minoritários ao longo do período. O patrimônio líquido total apresentou crescimento, passando de 40,48% para 45,24%, reforçando a tendência de fortalecimento do patrimônio ao longo dos anos.