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Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2021-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2021-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2021-03-31), 10-K (Data do relatório: 2020-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2020-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2020-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2020-03-31).
Ao analisar a evolução geral dos ativos ao longo dos períodos considerados, verifica-se que a composição do ativo total apresenta estabilidade relativa, com destaque para a proporção significativa de ativos não circulantes, que oscila aproximadamente entre 65% e 72%. Essa permanência sugere uma estratégia de manutenção de uma base de ativos de longo prazo consistente.
Dentro do ativo circulante, há variações moderadas, com uma tendência de aumento no percentual de contas a receber líquidas, que passa de cerca de 6,37% em 2020 para aproximadamente 8,69% em 2022, indicando possível ampliação na carteira de créditos comerciais. Por outro lado, o percentual de caixa e equivalentes de caixa mantém-se relativamente estável, entre 9% e 16%, revelando que a liquidez imediata permanece substancial, embora com picos em certos períodos.
O percentual de investimentos de curto prazo evidencia uma leve decréscimo ao longo dos anos, indicando uma redução na participação de ativos de alta liquidez de natureza de curto prazo, enquanto os investimentos de longo prazo apresentam uma tendência de leve diminuição, refletindo possivelmente uma preferência pela manutenção de investimentos mais resistentes ou estratégicos de maior duração.
O ativo sob gestão mantém-se com baixa representatividade em relação ao ativo total, porém mostra flutuações, atingindo picos em determinados períodos, especialmente em 2020 e 2021, sugerindo períodos de maior atividade de gestão de patrimônios ou recursos sob administração.
Na composição de ativos intangíveis, observa-se uma predominância de boa vontade, que constitui uma parcela expressiva, variando aproximadamente entre 34% e 37% do total do ativo, com um comportamento de estabilidade, refletindo uma posse contínua de ativos intangíveis relacionados à marca, reputação ou outros ativos de valor intangível.
Os demais ativos incorpóreos líquidos apresentam proporções em torno de 4% a 7%, com aumento mais acentuado em alguns períodos recentes, o que pode indicar a aquisição ou valorização de ativos intangíveis adicionais ao longo do tempo.
Os ativos fixos líquidos e outros ativos tangíveis mantêm uma participação moderada, com leves oscilações, de modo que sua proporção relativa é suficientemente constante, reforçando a permanência de uma base de ativos físicos e software capitalizado.
Observa-se que o percentual de despesas pré-pagas e outros ativos circulantes apresenta certa estabilidade, propondo uma gestão de ativos de curto prazo equilibrada ao longo do período analisado.