A ROE decomposição envolve a expressão do lucro líquido dividido pelo patrimônio líquido como produto dos índices componentes.
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Desagregado de ROE em dois componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-31), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31).
Análise do desempenho financeiro trimestral indica uma trajetória de recuperação e estabilização dos indicadores de rentabilidade e da estrutura de capital.
- Rácio de rendibilidade dos activos (ROA)
- Houve uma contração expressiva no final de 2022, com o indicador atingindo o nível negativo de -0,59%. A partir de 2023, observa-se uma tendência de crescimento constante, com a rentabilidade dos ativos expandindo-se até atingir o pico de 10,51% em junho de 2025, mantendo-se em patamares elevados no período subsequente.
- Índice de alavancagem financeira
- Registrou-se uma redução progressiva e consistente da alavancagem financeira ao longo do período analisado. O índice, que oscilava entre 3,07 e 3,19 em 2022, declinou gradualmente até situar-se próximo a 2,0 entre 2025 e 2026, evidenciando uma diminuição da dependência de capital de terceiros.
- Índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE)
- O indicador apresentou alta volatilidade inicial, com uma queda severa para -1,86% em dezembro de 2022. Subsequentemente, houve uma recuperação robusta, com o retorno sobre o patrimônio líquido elevando-se para patamares acima de 20% a partir de 2024, culminando em 21,56% em março de 2025 e permanecendo resiliente até março de 2026.
A análise conjunta dos dados revela que a melhora na rentabilidade dos ativos, aliada a uma redução na alavancagem financeira, resultou em um incremento substancial e sustentado no retorno para os acionistas após o ciclo de baixa encerrado em 2022.
Desagregado de ROE em três componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-31), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31).
A análise dos indicadores financeiros revela tendências distintas de rentabilidade, eficiência e estrutura de capital ao longo do período observado.
- Margem de Lucro Líquido
- Observa-se uma trajetória de recuperação e crescimento. Após um declínio que culminou em valor negativo em dezembro de 2022, o índice apresentou ascensão constante, atingindo 12,22% em março de 2026.
- Giro de Ativos
- Identifica-se uma tendência de queda gradual na eficiência na geração de receitas a partir dos ativos. O índice permaneceu estável acima de 1,10 até o primeiro trimestre de 2023, iniciando então um declínio sucessivo até alcançar 0,81 em março de 2026.
- Alavancagem Financeira
- Houve uma redução progressiva no nível de endividamento relativo ao patrimônio. Os índices, que superavam 3,00 durante o ano de 2022, declinaram de forma consistente, estabilizando-se em torno de 2,07 no encerramento do período analisado.
- Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE)
- O indicador refletiu a volatilidade da margem líquida, registrando contração para -1,86% em dezembro de 2022. Subsequentemente, houve uma expansão robusta, com pico de 21,56% em março de 2025 e manutenção de níveis superiores a 20% nos trimestres seguintes.
Desagregado de ROE em cinco componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-31), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31).
Observa-se uma trajetória de recuperação e expansão da rentabilidade operacional e do retorno ao acionista ao longo do período analisado. Após um ponto de inflexão negativa no final de 2022, os indicadores de lucratividade apresentaram crescimento consistente, sugerindo a implementação de medidas de eficiência operacional.
- Rentabilidade e Retorno
- A margem EBIT demonstrou uma recuperação robusta, evoluindo de um valor negativo de -0,69% em dezembro de 2022 para 15,81% em março de 2026. Paralelamente, o retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) seguiu tendência similar, recuperando-se de -1,86% no mesmo período de 2022 para estabilizar-se em patamares superiores a 20% a partir de 2024.
- Eficiência Operacional
- O índice de giro de ativos apresenta uma tendência decrescente e linear, reduzindo de 1,16 em março de 2022 para 0,81 em março de 2026. Este movimento indica uma diminuição na capacidade de gerar receita a partir da base de ativos totais.
- Estrutura de Capital e Solvência
- Houve uma redução progressiva no índice de alavancagem financeira, que declinou de 3,07 para 2,07, evidenciando uma diminuição da dependência de capital de terceiros. O rácio de encargos com juros, após oscilações iniciais, estabilizou-se em níveis próximos a 0,98, indicando maior previsibilidade nos custos financeiros.
- Carga Tributária
- O índice de carga tributária atingiu seu ápice em março de 2023 (1,25) e, desde então, manteve uma tendência de queda gradual, encerrando o período em 0,79, o que sugere uma menor pressão fiscal sobre os resultados.
A análise conjunta dos dados indica que a melhoria nas margens operacionais e a redução da alavancagem financeira compensaram a queda na eficiência do giro de ativos, resultando em um fortalecimento dos indicadores de retorno final.
Desagregado de ROA em dois componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-31), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31).
Observa-se uma recuperação expressiva na lucratividade e na rentabilidade dos ativos após um período de contração no final de 2022, contrastando com uma redução gradual na eficiência do giro de ativos ao longo do tempo.
- Índice de margem de lucro líquido
- O indicador apresentou uma trajetória de recuperação robusta. Após atingir o nível mínimo de -0,53% em dezembro de 2022, houve um crescimento sustentado e progressivo, culminando em 12,22% em março de 2026.
- Índice de giro de ativos
- Verifica-se uma tendência de declínio a longo prazo. Após um período de estabilidade entre 1,09 e 1,17 até dezembro de 2023, o rácio iniciou uma queda constante, reduzindo-se para 0,81 em março de 2026, o que indica uma menor eficiência na utilização dos ativos para a geração de receita.
- Rácio de rendibilidade dos activos (ROA)
- A rentabilidade dos ativos acompanhou a tendência da margem líquida, registrando queda para -0,59% em dezembro de 2022 e subsequente ascensão. O ROA atingiu patamares superiores a 10% entre março e setembro de 2025, finalizando o período analisado em 9,91%.
Desagregado do ROA em quatro componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-31), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31).
Observa-se uma trajetória de recuperação e expansão da rentabilidade operacional a partir do final de 2022.
- Margem EBIT e Retorno sobre Ativos (ROA)
- A margem EBIT apresentou uma reversão significativa após atingir o patamar negativo de -0,69% em dezembro de 2022, mantendo um crescimento consistente e progressivo até alcançar 15,81% em março de 2026. O ROA acompanhou a mesma tendência de recuperação, saindo de -0,59% no final de 2022 para atingir o pico de 10,51% em setembro de 2025, encerrando o período analisado em 9,91%.
- Giro de Ativos
- Identifica-se um declínio gradual na eficiência da utilização dos ativos. O índice de giro, que permanecia estável entre 1,11 e 1,17 até o final de 2022, iniciou uma tendência descendente a partir de 2024, reduzindo-se para 0,81 em março de 2026.
- Carga Tributária e Encargos com Juros
- O índice de carga tributária demonstrou redução ao longo do tempo, partindo de um pico de 1,25 em março de 2023 para 0,79 em março de 2026. Simultaneamente, o rácio de encargos com juros, que havia caído para 0,56 em março de 2023, apresentou recuperação e estabilização em níveis próximos a 0,98 a partir de 2024.
Conclui-se que houve um incremento expressivo na eficiência operacional e na rentabilidade líquida dos ativos, apesar da redução na rotatividade do capital investido.
Desagregação do índice de margem de lucro líquido
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-31), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31).
Observa-se uma recuperação expressiva e consistente nas margens de rentabilidade a partir do final de 2022. Tanto a margem EBIT quanto a margem de lucro líquido atingiram pontos mínimos em dezembro de 2022, com valores negativos, iniciando posteriormente uma trajetória de crescimento sustentado. A margem EBIT evoluiu de -0,69% para 15,81% em março de 2026, enquanto a margem de lucro líquido subiu de -0,53% para 12,22% no mesmo período.
- Carga Tributária
- O índice de carga tributária apresentou volatilidade inicial, atingindo o pico de 1,25 em março de 2023. Após esse período, verificou-se uma tendência de queda gradual e constante, encerrando em 0,79 em março de 2026, o que indica uma redução na pressão fiscal relativa sobre os resultados.
- Encargos com Juros
- O rácio de encargos com juros registrou uma redução significativa no primeiro trimestre de 2023, atingindo 0,56. Subsequentemente, houve uma recuperação linear e estabilização, com o indicador convergindo para 0,98 nos trimestres finais do período analisado.
- Desempenho de Margens
- A expansão contínua das margens sugere um aumento na eficiência operacional e na capacidade de conversão de receita em lucro. O crescimento da margem EBIT, que saltou de níveis negativos para patamares superiores a 15%, reflete uma melhora robusta na lucratividade operacional, a qual foi acompanhada proporcionalmente pela margem líquida.