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Microsoft Corp. (NASDAQ:MSFT)

Estrutura do balanço: activo 

Microsoft Corp., estrutura do balanço consolidado: ativos

Microsoft Excel
30 de jun. de 2025 30 de jun. de 2024 30 de jun. de 2023 30 de jun. de 2022 30 de jun. de 2021 30 de jun. de 2020
Caixa e equivalentes de caixa 4.89 3.58 8.42 3.82 4.26 4.51
Investimentos de curto prazo 10.39 11.17 18.58 24.89 34.79 40.81
Caixa, equivalentes de caixa e investimentos de curto prazo 15.28% 14.75% 27.01% 28.71% 39.05% 45.31%
Contas a receber, líquidas de provisão para créditos de liquidação duvidosa 11.29 11.11 11.82 12.13 11.40 10.62
Inventários 0.15 0.24 0.61 1.03 0.79 0.63
Outros ativos circulantes 4.16 5.08 5.29 4.64 4.01 3.81
Ativo circulante 30.88% 31.19% 44.73% 46.51% 55.25% 60.37%
Imobilizado líquido de depreciação acumulada 33.11 26.47 23.22 20.39 17.89 14.65
Ativos de direito de uso de arrendamento operacional 4.01 3.70 3.48 3.60 3.32 2.90
Participações societárias e outros investimentos 2.49 2.85 2.40 1.89 1.79 0.98
Boa vontade 19.31 23.28 16.48 18.51 14.89 14.39
Activos incorpóreos líquidos 3.65 5.39 2.27 3.10 2.34 2.34
Outros ativos de longo prazo 6.55 7.12 7.43 6.00 4.52 4.36
Ativos de longo prazo 69.12% 68.81% 55.27% 53.49% 44.75% 39.63%
Ativos totais 100.00% 100.00% 100.00% 100.00% 100.00% 100.00%

Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-06-30), 10-K (Data do relatório: 2024-06-30), 10-K (Data do relatório: 2023-06-30), 10-K (Data do relatório: 2022-06-30), 10-K (Data do relatório: 2021-06-30), 10-K (Data do relatório: 2020-06-30).


Ao analisar a composição do ativo ao longo dos anos, observa-se uma tendência de diminuição relativa dos ativos circulantes, que passam de aproximadamente 60,37% em 2020 para cerca de 30,88% em 2025. Essa redução indica uma possível estratégia de alongamento do ciclo de liquidez ou de investimento em ativos de maior maturidade.

Concomitantemente, há um aumento expressivo na parcela de ativos de longo prazo, que cresce de aproximadamente 39,63% em 2020 para 69,12% em 2025. Essa evolução reforça a ideia de maior foco em investimentos de natureza duradoura, como imobilizado líquido de depreciação acumulada e ativos de direito de uso de arrendamento operacional.

Os investimentos de curto prazo, incluindo caixa, equivalentes de caixa e demais ativos circulantes, apresentam uma redução significativa tanto em termos absolutos quanto relativos, passando de 45,31% em 2020 para 15,28% em 2025. Isso sugere uma mudança na gestão de liquidez ou na estratégia de alocação de recursos líquidos.

Por outro lado, o imobilizado líquido demonstra crescimento contínuo, passando de 14,65% em 2020 para 33,11% em 2025, refletindo investimentos constantes na infraestrutura e ativos físicos da empresa.

Os ativos de direito de uso de arrendamento operacional permanecem relativamente constantes, com ligeiras variações ao longo dos anos, permanecendo próximos de 3 a 4% do total do ativo. Já as participações societárias e outros investimentos também exibem crescimento, embora de forma moderada, indicando continuidade na presença de investimentos estratégicos.

Os ativos intangíveis, especialmente a boa vontade, aumentam significativamente até 2022, atingindo 18,51%, mas apresentam uma retração para 16,48% em 2023 e uma redução subsequente a 19,31% em 2025. Esse movimento pode refletir ajustes de valuation ou reavaliações de ativos adquiridos.

Especificamente, a parcela de ativos incorróreos líquidos é relativamente estável, permanecendo aproximadamente entre 10 e 12% do total do ativo, indicando uma manutenção consistente na provisão e na gestão das contas a receber.

Em suma, o perfil do ativo revela uma estratégia de transição de uma composição predominantemente circulante para uma estrutura mais orientada ao longo prazo, com maior ênfase em ativos físicos, investimentos de longo prazo e recursos intangíveis, ao passo que a liquidez em caixa e investimentos de curto prazo diminuem em proporção.