Estrutura do balanço: activo
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Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31), 10-K (Data do relatório: 2020-12-31).
Ao longo do período analisado, observa-se uma mudança significativa na composição dos ativos da empresa. A proporção de caixa e equivalentes de caixa em relação ao total de ativos apresentou uma redução expressiva de aproximadamente 74,76% em 2020 para 18,38% em 2023, embora haja uma recuperação para 33,1% em 2024. Essa tendência indica possível utilização de caixa para investimentos ou operações, resultando em uma diminuição na liquidez imediata ao longo dos anos.
Na mesma linha, os títulos e valores mobiliários, que tiveram uma participação significativa de 7,21% em 2021, cresceram de forma notável para 62,87% em 2023, consolidando-se como uma das principais categorias de ativos não circulantes, com uma participação de 49,39% em 2024. Essa mudança sugere uma estratégia de investimento ou gestão de recursos em títulos financeiros, visando potencialmente maior retorno ou liquidez diferida.
Os ativos de contas a receber tiveram uma participação relativamente estável, variando de 5,83% em 2020 para 9,07% em 2024, indicando uma conservação na exposição de créditos a clientes ao longo do período, embora em um patamar moderado.
As despesas pré-pagas e outros ativos circulantes mantiveram uma participação relativamente constante, ao redor de 3% a 4,5%, refletindo uma estabilidade na composição de ativos de natureza operacional de curto prazo.
O ativo circulante, que representa a maior fatia da estrutura de ativos, aumentou sua participação de aproximadamente 83,9% em 2020 para cerca de 93,59% em 2024. Essa evolução demonstra uma maior ênfase na liquidez e ativos de curto prazo, possivelmente para sustentar operações ou facilitar a liquidez necessária às atividades.
Por outro lado, os bens e equipamentos líquidos apresentaram uma participação expressivamente menor ao longo do período, variando de 1,1% em 2020 para 0,63% em 2024, indicando menor investimento ou uso de bens tangíveis de longo prazo.
Os ativos de direito de uso de arrendamento operacional tiveram uma redução contínua, passando de 8,07% em 2020 para apenas 3,17% em 2024, refletindo uma diminuição na quantidade de ativos relacionados a contratos de arrendamento ou uma reclassificação desses ativos.
Outros ativos também mostraram queda em sua participação, de 6,93% para 2,62%, sugerindo uma redução em categorias diversas de ativos de menor destaque na composição geral.
Por fim, os ativos não circulantes experimentaram uma diminuição significativa, de 16,1% em 2020 para apenas 6,41% em 2024, evidenciando uma estratégia de foco maior na liquidez de curto prazo e na otimização do ativo circulante, além de uma possível redução em investimentos ou ativos de longo prazo.
- Resumo Geral
- Os dados indicam uma mudança na estrutura de ativos, com uma redução notável em ativos de longo prazo, como bens e equipamentos e ativos não circulantes, enquanto ativo circulante, especialmente caixa e títulos, passou a representar maior proporção do total de ativos. Essa evolução sugere uma estratégia de maior liquidez e flexibilidade financeira, possivelmente orientada para a gestão de curto prazo e resposta às condições de mercado.