Estrutura do balanço: activo
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- Balanço patrimonial: passivo e patrimônio líquido
- Demonstração dos fluxos de caixa
- Estrutura da demonstração de resultados
- Estrutura do balanço: passivo e patrimônio líquido
- Valor da empresa (EV)
- Modelo de desconto de dividendos (DDM)
- Valor presente do fluxo de caixa livre sobre o patrimônio líquido (FCFE)
- Índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) desde 2005
- Relação preço/lucro líquido (P/E) desde 2005
- Relação preço/valor contabilístico (P/BV) desde 2005
Aceitamos:
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-31), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2021-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2021-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2021-03-31).
Observa-se uma mudança estrutural na composição do balanço patrimonial, caracterizada pela migração da concentração de recursos de ativos circulantes para ativos de longo prazo.
- Liquidez e Ativos Circulantes
- O peso do ativo circulante no total do ativo apresentou uma tendência de declínio, partindo de patamares próximos a 39% em 2021 para aproximadamente 27% em 2026. Esse movimento é acompanhado por uma redução expressiva nos títulos e valores mobiliários, que caíram de picos de 14% para níveis entre 3% e 5%. Em contrapartida, o caixa e equivalentes de caixa mantiveram-se voláteis, mas com recuperação recente, situando-se em torno de 11% ao final do período analisado.
- Investimentos em Infraestrutura e Longo Prazo
- Os ativos de longo prazo expandiram sua representatividade, evoluindo de cerca de 62% para 72% do total do ativo. O principal motor desse crescimento foi a conta de bens e equipamentos líquidos, que subiu de 37% para mais de 43%, indicando um investimento contínuo em capacidade física e infraestrutura. Paralelamente, os arrendamentos operacionais mostraram uma tendência de queda gradual, reduzindo sua participação de 14% para menos de 10%.
- Eficiência Operacional e Gestão de Ativos
- Os inventários registraram uma redução constante em relação ao total do ativo, declinando de 7,38% para 3,99%, o que sugere maior eficiência na gestão de estoques ou mudança na dinâmica operacional. As contas a receber mantiveram-se relativamente estáveis, oscilando majoritariamente entre 8% e 9%.
- Outros Componentes Patrimoniais
- Houve uma redução progressiva na representatividade da boa vontade, que caiu de 4,71% para 2,56%. Notavelmente, a conta de outros ativos apresentou o crescimento percentual mais acentuado, saltando de 7,94% para 16,56% do total do ativo, tornando-se um componente relevante da estrutura patrimonial no período final.