Estrutura do balanço: activo
Dados trimestrais
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-31), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2021-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2021-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2021-03-31).
Observa-se uma mudança estrutural na composição dos ativos, caracterizada por uma redução progressiva da representatividade dos ativos circulantes em favor dos ativos de longo prazo. A participação do ativo circulante, que iniciava em 51,28% em março de 2021, declinou para 34,6% em março de 2026.
A liquidez imediata apresentou tendência de queda. O caixa e equivalentes de caixa, que representavam 20,64% do total de ativos no início do período, encerraram em 11,08%. Similarmente, os títulos e valores mobiliários de curto prazo, após atingirem um pico de 24,38% em setembro de 2022, retraíram-se para 10,17% no encerramento da série.
Em contrapartida, os ativos de longo prazo expandiram a sua participação no balanço, crescendo de 48,72% para 65,4%. Este movimento é sustentado por um aumento significativo na boa vontade e nos ativos incorpóreos líquidos, que atingiram 18,63% e 6,07%, respectivamente, em março de 2026. A emergência de investimentos estratégicos nos trimestres finais, variando entre 5,92% e 7,15%, reforça a tendência de alocação de capital em ativos não circulantes.
As contas a receber apresentam um comportamento sazonal cíclico, com picos recorrentes nos meses de dezembro de cada ano, sugerindo a concentração de faturamentos ao final do exercício fiscal.
- Ativos Circulantes
- Redução substancial da participação total, com queda de aproximadamente 16,68 pontos percentuais ao longo do período.
- Boa Vontade e Intangíveis
- Crescimento acentuado, indicando a ocorrência de aquisições ou expansões inorgânicas.
- Tributos Diferidos Ativos
- Tendência de decréscimo contínuo, partindo de 7,29% para 3,75%.
- Ativos de Longo Prazo
- Aumento da dominância na estrutura de ativos, consolidando-se acima de 65% no último período analisado.