Estrutura do balanço: activo
Dados trimestrais
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-31), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2021-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2021-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2021-03-31).
Observa-se uma alteração estrutural na composição da liquidez ao longo do período analisado. A concentração de recursos migrou de caixa e equivalentes de caixa para títulos e valores mobiliários, com uma transição abrupta ocorrida a partir do primeiro trimestre de 2023.
- Composição dos Ativos Circulantes
- O ativo circulante apresentou crescimento constante, elevando sua representatividade de 85,92% para 93,65% do total dos ativos. Enquanto o caixa declinou de patamares próximos a 77% para níveis situados entre 10% e 22%, os títulos e valores mobiliários expandiram-se drasticamente, chegando a representar a maior parte do ativo total em diversos trimestres a partir de 2023, com picos superiores a 60%.
- Gestão de Crédito e Outros Ativos
- As contas a receber líquidas mantiveram-se em patamares estáveis, com oscilações entre 5% e 13,78% do total dos ativos. Paralelamente, as despesas pré-pagas e outros ativos circulantes registraram uma tendência de redução gradual, partindo de 3,28% para 1,17%.
- Evolução dos Ativos Não Circulantes
- Houve uma redução sistemática na proporção dos ativos não circulantes, que decresceram de 14,08% para 6,35% do total do ativo. Essa tendência é evidenciada pela queda nos bens e equipamentos líquidos e, principalmente, nos ativos de direito de uso de arrendamento operacional, que recuaram de 7,08% para 2,25%.