Estrutura do balanço: activo
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- Demonstração dos fluxos de caixa
- Análise dos rácios de solvabilidade
- Análise dos rácios de actividade a curto prazo
- Análise dos rácios de actividade a longo prazo
- Análise de segmentos reportáveis
- Valor da empresa (EV)
- Modelo de precificação de ativos de capital (CAPM)
- Índice de margem de lucro operacional desde 2005
- Índice de dívida sobre patrimônio líquido desde 2005
- Relação preço/lucro líquido (P/E) desde 2005
Aceitamos:
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2025-11-30), 10-K (Data do relatório: 2025-08-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-05-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-02-28), 10-Q (Data do relatório: 2024-11-30), 10-K (Data do relatório: 2024-08-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-05-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-02-29), 10-Q (Data do relatório: 2023-11-30), 10-K (Data do relatório: 2023-08-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-05-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-02-28), 10-Q (Data do relatório: 2022-11-30), 10-K (Data do relatório: 2022-08-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-05-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-02-28), 10-Q (Data do relatório: 2021-11-30), 10-K (Data do relatório: 2021-08-31), 10-Q (Data do relatório: 2021-05-31), 10-Q (Data do relatório: 2021-02-28), 10-Q (Data do relatório: 2020-11-30), 10-K (Data do relatório: 2020-08-31), 10-Q (Data do relatório: 2020-05-31), 10-Q (Data do relatório: 2020-02-29), 10-Q (Data do relatório: 2019-11-30).
A análise dos dados revela tendências distintas na composição do ativo ao longo do período avaliado. Observa-se uma flutuação no percentual do ativo circulante em relação ao total do ativo, iniciando em 47.05% e apresentando variações ao longo dos trimestres, com um pico de 48.67% e um declínio para 42.09% antes de se estabilizar em torno de 43.27% no final do período. Dentro do ativo circulante, os recebíveis e ativos contratuais mantêm uma participação significativa, variando entre 22.34% e 26.76%, com uma tendência geral de ligeiro aumento ao longo do tempo.
- Caixa e equivalentes de caixa
- A participação do caixa e equivalentes de caixa no total do ativo demonstra uma volatilidade considerável, com um aumento inicial para 22.7% seguido de um declínio acentuado para 9.98% e posterior recuperação para 17.55% no final do período analisado. Essa flutuação sugere uma gestão ativa da liquidez.
- Investimentos de curto prazo
- Os investimentos de curto prazo representam uma parcela mínima do ativo total, mantendo-se consistentemente abaixo de 0.25% ao longo de todo o período, indicando uma utilização limitada desse tipo de ativo.
- Ativo não circulante
- O ativo não circulante apresenta uma participação relativamente estável, variando entre 51.33% e 56.12%. Dentro desta categoria, a boa vontade demonstra um aumento progressivo, passando de 18.99% para 34.96%, o que pode indicar aquisições ou reavaliações de ativos.
- Bens e equipamentos líquidos
- A participação de bens e equipamentos líquidos no ativo total apresenta uma tendência de declínio gradual, de 4.18% para 2.41%, o que pode refletir a depreciação dos ativos ou a mudança na estratégia da empresa em direção a ativos intangíveis.
- Ativos de leasing operacional
- Os ativos de leasing operacional também demonstram uma tendência de declínio, de 9.51% para 4.19%, possivelmente devido ao término de contratos de leasing ou à mudança para outras formas de financiamento.
- Intangíveis
- A participação de intangíveis no ativo total surge no final do período analisado, com valores entre 3.69% e 5.19%, indicando um possível investimento em ativos não físicos.
Em resumo, a estrutura do ativo demonstra uma dinâmica complexa, com variações significativas em diferentes categorias. A gestão da liquidez, a crescente importância da boa vontade e a tendência de declínio em bens e equipamentos líquidos são aspectos notáveis que merecem acompanhamento contínuo.