Observa-se uma oscilação na composição dos ativos circulantes, que partiram de 30,43% em fevereiro de 2020 e atingiram um pico de 37,22% em dezembro de 2023, retornando ao patamar de 30,29% em maio de 2026. Esse comportamento é reflexo de uma mudança na gestão de liquidez, onde houve um aumento expressivo no caixa e equivalentes de caixa, que chegaram a representar 25,53% do total do ativo em maio de 2024, enquanto os investimentos de curto prazo sofreram uma redução acentuada, caindo de 6,99% para 0,9% no mesmo período.
Ativos Intangíveis e Boa Vontade
A boa vontade constitui a parcela mais significativa do total de ativos, mantendo-se predominantemente na faixa entre 42% e 50%. Paralelamente, os outros ativos intangíveis líquidos apresentaram uma trajetória de declínio constante, reduzindo-se de 7,66% no início do período para 1,53% em fevereiro de 2026, com uma recuperação subsequente para 3,38% em maio de 2026.
Ativos de Longo Prazo e Imobilizado
Os ativos de longo prazo variaram entre 62,78% e 71,22%, encerrando o período em 69,71%. Os bens e equipamentos líquidos mantiveram estabilidade, orbitando a faixa de 6% a 7%, ao passo que os ativos de direito de uso de arrendamento operacional registraram queda gradual, partindo de 2,38% para 1%.
Impostos e Outros Ativos
Identifica-se um crescimento consistente na proporção do imposto de renda diferido, que evoluiu de 1,07% para 6,67% ao longo do intervalo analisado. Os outros ativos também registraram tendência de alta, subindo de 2,82% para 5,5%.
A análise dos dados indica que a estrutura financeira priorizou a liquidez imediata entre 2023 e 2024, reduzindo a exposição em investimentos de curto prazo em favor do caixa. A composição do ativo é fortemente dominada por ativos intangíveis, especificamente a boa vontade, enquanto a amortização ou redução de outros intangíveis foi compensada pelo aumento nos ativos fiscais diferidos.