Estrutura do balanço: activo
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Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31), 10-K (Data do relatório: 2021-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2021-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2021-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2021-03-31).
A análise dos dados revela tendências distintas na composição do ativo ao longo do período avaliado. Observa-se uma flutuação significativa na proporção de caixa e equivalentes de caixa em relação ao total do ativo, com um aumento notável de 1,05% em março de 2021 para 8,21% em setembro de 2022, seguido por uma diminuição gradual para 2,38% em dezembro de 2025.
- Caixa e equivalentes de caixa
- A trajetória ascendente inicial sugere uma acumulação de liquidez, possivelmente como resposta a incertezas ou para fins estratégicos. A subsequente redução pode indicar um reinvestimento desses recursos ou uma diminuição na necessidade de reservas de caixa.
As notas e contas a receber, líquidas, apresentaram um crescimento constante de 7,42% em março de 2021 para 13,07% em junho de 2022, estabilizando-se em torno de 10% nos trimestres seguintes e finalizando em 9,93% em dezembro de 2025. Este padrão indica um aumento na atividade de crédito e vendas a prazo, mantendo-se relativamente estável ao longo do tempo.
- Petróleo bruto, produtos e mercadorias
- A participação percentual de petróleo bruto, produtos e mercadorias no total do ativo manteve-se relativamente estável, variando entre 4,12% e 5,67% ao longo do período. Observa-se uma ligeira tendência de alta no final do período, indicando um possível aumento nos estoques ou valorização desses ativos.
Os inventários também demonstraram uma tendência de crescimento, passando de 5,5% em março de 2021 para 6,68% em junho de 2023, com uma posterior redução para 5,86% em dezembro de 2025. Esta variação pode refletir flutuações na demanda, mudanças nas estratégias de gestão de estoque ou variações nos custos de produção.
- Ativo circulante
- O ativo circulante como um todo apresentou um aumento significativo de 14,44% em março de 2021 para 27,17% em junho de 2023, seguido por uma diminuição para 18,57% em dezembro de 2025. Este movimento acompanha as variações observadas em caixa, contas a receber e inventários, indicando uma gestão ativa dos ativos de curto prazo.
Em relação aos ativos de longo prazo, o imobilizado líquido representou a maior parte, com uma participação que diminuiu de 67,3% em março de 2021 para 56,87% em junho de 2022, recuperando para 66,68% em dezembro de 2025. Esta flutuação pode estar relacionada a investimentos em novos ativos, depreciação de ativos existentes ou alienação de propriedades, planta e equipamento.
- Investimentos de longo prazo
- Os investimentos de longo prazo mantiveram-se relativamente estáveis, com uma variação entre 10,09% e 13,57% do total do ativo. A proporção de outros ativos de longo prazo também apresentou pouca variação significativa ao longo do período.
No geral, os dados indicam uma gestão dinâmica do ativo, com ajustes na composição entre ativos circulantes e de longo prazo. A variação na proporção de caixa e equivalentes de caixa merece atenção, assim como a tendência de crescimento e posterior estabilização das contas a receber. A análise detalhada das causas subjacentes a essas tendências pode fornecer insights valiosos para a tomada de decisões estratégicas.