A ROE decomposição envolve a expressão do lucro líquido dividido pelo patrimônio líquido como produto dos índices componentes.
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Desagregado de ROE em dois componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-31), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31).
Observa-se uma tendência de declínio nos indicadores de rentabilidade ao longo do período analisado, contrastando com a estabilidade da estrutura de capital.
- Rácio de rendibilidade dos activos (ROA)
- O indicador apresentou uma trajetória descendente, iniciando em 6,21% em março de 2022 e encerrando em 4,17% em março de 2026. A rentabilidade dos ativos permaneceu relativamente estável entre 5,5% e 6,0% até meados de 2024, momento a partir do qual a queda tornou-se mais acentuada.
- Índice de alavancagem financeira
- A alavancagem financeira demonstrou consistência, com oscilações marginais entre o valor mínimo de 2,66 e o máximo de 2,92. Não foram identificadas tendências de crescimento ou redução sustentadas, indicando a manutenção de uma política de endividamento constante durante todo o intervalo.
- Índice de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE)
- Verificou-se uma redução progressiva na rentabilidade do capital próprio, que recuou de 17,36% no primeiro trimestre de 2022 para 11,94% no primeiro trimestre de 2026. A queda ocorreu de forma gradual, com reduções observáveis em cada ciclo anual.
A análise conjunta dos dados indica que a diminuição do retorno sobre o patrimônio líquido é impulsionada principalmente pela queda na eficiência operacional e na rentabilidade dos ativos, visto que a estabilidade do índice de alavancagem financeira anula a possibilidade de que a queda do ROE tenha sido causada por alterações na estrutura de capital.
Desagregado de ROE em três componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-31), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31).
Observa-se uma tendência de redução na rentabilidade e na eficiência da conversão de receita em lucro ao longo do período analisado.
- Margem de Lucro Líquido
- O indicador apresenta um declínio constante, iniciando em 4,37% em março de 2022 e encerrando em 2,64% em março de 2026. A trajetória é marcada por uma queda persistente, evidenciando uma compressão progressiva da margem líquida.
- Giro de Ativos
- O índice de giro de ativos manteve-se relativamente estável, com uma leve tendência de ascensão. O valor evoluiu de 1,42 para 1,58, atingindo seu pico em 1,63 em dezembro de 2025, o que sugere um incremento marginal na eficiência da utilização dos ativos para a geração de receita.
- Alavancagem Financeira
- A alavancagem financeira demonstrou estabilidade, oscilando em uma faixa estreita entre 2,66 e 2,92. Não foram identificadas mudanças estruturais significativas no nível de endividamento em relação ao patrimônio durante o intervalo observado.
- Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE)
- O ROE exibe uma tendência de queda acentuada, correlacionada à diminuição da margem de lucro líquido. O retorno sobre o capital próprio reduziu de 17,36% em março de 2022 para 11,94% em março de 2026, indicando uma menor rentabilidade para os acionistas ao final do período.
Desagregado de ROE em cinco componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-31), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31).
Observa-se uma tendência de declínio na rentabilidade operacional e no retorno sobre o patrimônio líquido ao longo do período analisado. Enquanto a eficiência no uso dos ativos apresentou melhora, os indicadores de margem e retorno demonstram uma trajetória descendente.
- Rentabilidade e Retorno
- A margem EBIT apresentou uma queda progressiva, iniciando em 6,24% em março de 2022 e encerrando em 3,85% em março de 2026. Paralelamente, o Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE) seguiu a mesma tendência de redução, declinando de 17,36% para 11,94% no mesmo intervalo, o que indica uma diminuição na eficiência da geração de lucro para os acionistas.
- Eficiência de Ativos
- O índice de giro de ativos demonstrou evolução positiva, crescendo de 1,42 para 1,58, com um pico de 1,63 em dezembro de 2025. Este movimento sugere que a gestão dos ativos tornou-se mais eficaz na geração de receita bruta ao longo do tempo.
- Estrutura Financeira e Solvência
- O rácio de encargos com juros registrou um declínio gradual, passando de 0,91 para 0,81, sinalizando uma leve pressão sobre a capacidade de cobertura de juros. O índice de alavancagem financeira permaneceu com volatilidade limitada, oscilando entre 2,66 e 2,92, finalizando o período em 2,87.
- Carga Tributária
- O índice de carga tributária manteve-se estável em torno de 0,77 por grande parte do período, porém registrou um aumento nos trimestres finais, atingindo o patamar de 0,84 entre dezembro de 2025 e março de 2026.
Desagregado de ROA em dois componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-31), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31).
Observa-se uma deterioração gradual e consistente na rentabilidade líquida ao longo do período analisado, contrastando com a estabilidade e leve expansão da eficiência na utilização dos ativos.
- Margem de Lucro Líquido
- O indicador apresenta uma trajetória descendente, iniciando em 4,37% em março de 2022 e encerrando em 2,64% em março de 2026. Nota-se que a contração torna-se mais acentuada a partir do quarto trimestre de 2024, sugerindo um aumento nos custos ou a redução das margens operacionais.
- Giro de Ativos
- O rácio demonstrou resiliência e uma tendência de leve crescimento, evoluindo de 1,42 para 1,58 ao final do período. A eficiência na utilização dos ativos para a geração de receita manteve-se estável, com um pico de 1,63 registrado em dezembro de 2025.
- Retorno sobre Ativos (ROA)
- O ROA acompanhou a tendência de queda da margem de lucro, declinando de 6,21% para 4,17%. A redução deste indicador, apesar da melhoria no giro de ativos, confirma que a erosão da rentabilidade líquida foi o fator determinante para a diminuição do retorno sobre o investimento total.
Desagregado do ROA em quatro componentes
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-31), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31).
Observa-se uma tendência de declínio nos indicadores de rentabilidade ao longo do período analisado. A margem EBIT apresentou uma redução gradual, partindo de 6,24% em março de 2022 e atingindo o nível de 3,85% em março de 2026. Esse comportamento é acompanhado pelo Rácio de Rendibilidade dos Ativos (ROA), que retraiu de 6,21% para 4,17%, evidenciando uma compressão na capacidade de gerar lucro a partir dos ativos totais.
- Eficiência de Ativos
- O índice de giro de ativos manteve-se resiliente, com uma tendência de leve crescimento. O indicador evoluiu de 1,42 para 1,58, atingindo um pico de 1,63 em dezembro de 2025, o que sugere que a eficiência na utilização dos ativos para a geração de receita permaneceu estável ou melhorou, contrastando com a queda nas margens de lucro.
- Estrutura de Custos Financeiros
- O rácio de encargos com juros exibiu uma trajetória descendente constante, reduzindo de 0,91 em março de 2022 para 0,81 em março de 2026. Essa redução indica um alívio progressivo no peso dos custos financeiros sobre a operação.
- Pressão Tributária
- O índice de carga tributária permaneceu estável em torno de 0,77 durante a maior parte do período. No entanto, foi registrado um aumento significativo a partir de setembro de 2025, culminando em 0,84 no encerramento da série histórica, o que representa um incremento na carga tributária incidente.
Em síntese, os dados indicam que, apesar da melhoria na eficiência do giro de ativos e da redução dos encargos com juros, a rentabilidade final foi prejudicada por uma queda consistente na margem EBIT e por um aumento recente na carga tributária.
Desagregação do índice de margem de lucro líquido
Com base em relatórios: 10-Q (Data do relatório: 2026-03-31), 10-K (Data do relatório: 2025-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2025-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2025-03-31), 10-K (Data do relatório: 2024-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2024-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2024-03-31), 10-K (Data do relatório: 2023-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2023-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2023-03-31), 10-K (Data do relatório: 2022-12-31), 10-Q (Data do relatório: 2022-09-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-06-30), 10-Q (Data do relatório: 2022-03-31).
A análise dos indicadores financeiros revela uma trajetória de compressão nas margens de rentabilidade ao longo do período, acompanhada por alterações graduais nos custos financeiros e fiscais.
- Margens de Lucratividade
- Observa-se uma tendência decrescente consistente tanto na margem EBIT quanto na margem de lucro líquido. O índice de margem EBIT reduziu de 6,24% em março de 2022 para 3,85% em março de 2026. De forma análoga, a margem de lucro líquido declinou de 4,37% para 2,64% no mesmo intervalo. Apesar de oscilações pontuais de recuperação ocorridas entre março e junho de 2024, a trajetória predominante indica a redução da eficiência operacional e da rentabilidade final.
- Encargos Financeiros
- O rácio de encargos com juros apresentou uma queda gradual e linear, partindo de 0,91 no início da série histórica para 0,81 em março de 2026. Esse comportamento sugere uma diminuição progressiva da pressão dos custos de juros sobre as operações.
- Carga Tributária
- O índice de carga tributária permaneceu estável entre 0,76 e 0,78 durante a maior parte do período analisado. Contudo, registra-se um aumento expressivo nos trimestres finais, com o índice elevando-se para 0,84 entre dezembro de 2025 e março de 2026.
A convergência entre a queda contínua das margens e o aumento recente da carga tributária indica um cenário de maior pressão sobre o resultado líquido nos períodos mais recentes.