A ROE decomposição envolve a expressão do lucro líquido dividido pelo patrimônio líquido como produto dos índices componentes.
Desagregado de ROE em dois componentes
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2026-04-24), 10-Q (Data do relatório: 2026-01-23), 10-Q (Data do relatório: 2025-10-24), 10-Q (Data do relatório: 2025-07-25), 10-K (Data do relatório: 2025-04-25), 10-Q (Data do relatório: 2025-01-24), 10-Q (Data do relatório: 2024-10-25), 10-Q (Data do relatório: 2024-07-26), 10-K (Data do relatório: 2024-04-26), 10-Q (Data do relatório: 2024-01-26), 10-Q (Data do relatório: 2023-10-27), 10-Q (Data do relatório: 2023-07-28), 10-K (Data do relatório: 2023-04-28), 10-Q (Data do relatório: 2023-01-27), 10-Q (Data do relatório: 2022-10-28), 10-Q (Data do relatório: 2022-07-29), 10-K (Data do relatório: 2022-04-29), 10-Q (Data do relatório: 2022-01-28), 10-Q (Data do relatório: 2021-10-29), 10-Q (Data do relatório: 2021-07-30).
A análise dos indicadores financeiros revela um comportamento cíclico na rentabilidade ao longo do período observado.
- Rácio de Rendibilidade dos Activos (ROA)
- O indicador apresentou crescimento inicial, atingindo o ápice em julho de 2022, seguido por uma fase de declínio que culminou no ponto mais baixo em julho de 2023. A partir desse período, observa-se uma trajetória de recuperação, com a rentabilidade dos ativos estabilizando-se em níveis superiores a 5% nos trimestres finais.
- Índice de Alavancagem Financeira
- A alavancagem financeira demonstrou estabilidade, oscilando em um intervalo entre 1,71 e 1,91. Identifica-se uma tendência de leve ascensão nos períodos mais recentes, indicando um incremento marginal no uso de capital de terceiros para o financiamento dos ativos.
- Índice de Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE)
- O retorno sobre o patrimônio líquido espelhou a variação do ROA, com um pico de 9,88% em julho de 2022 e uma retração para 7,07% em julho de 2023. Nos períodos subsequentes, o indicador recuperou-se, mantendo-se em patamares próximos a 9,7%.
Conclui-se que a recuperação da rentabilidade do patrimônio líquido foi concomitante à melhora na eficiência dos ativos, enquanto a estrutura de capital permaneceu predominantemente estável, com variações discretas na alavancagem.
Desagregado de ROE em três componentes
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2026-04-24), 10-Q (Data do relatório: 2026-01-23), 10-Q (Data do relatório: 2025-10-24), 10-Q (Data do relatório: 2025-07-25), 10-K (Data do relatório: 2025-04-25), 10-Q (Data do relatório: 2025-01-24), 10-Q (Data do relatório: 2024-10-25), 10-Q (Data do relatório: 2024-07-26), 10-K (Data do relatório: 2024-04-26), 10-Q (Data do relatório: 2024-01-26), 10-Q (Data do relatório: 2023-10-27), 10-Q (Data do relatório: 2023-07-28), 10-K (Data do relatório: 2023-04-28), 10-Q (Data do relatório: 2023-01-27), 10-Q (Data do relatório: 2022-10-28), 10-Q (Data do relatório: 2022-07-29), 10-K (Data do relatório: 2022-04-29), 10-Q (Data do relatório: 2022-01-28), 10-Q (Data do relatório: 2021-10-29), 10-Q (Data do relatório: 2021-07-30).
A análise dos indicadores financeiros revela oscilações na rentabilidade e uma melhora progressiva na eficiência do uso de ativos ao longo do período analisado.
- Margem de Lucro Líquido
- Observa-se uma trajetória ascendente inicial, atingindo o pico de 16,75% em julho de 2022. Subsequentemente, houve um declínio acentuado até julho de 2023, com posterior estabilização em patamares entre 12% e 14% nos trimestres seguintes.
- Giro de Ativos
- O indicador apresenta um crescimento linear e gradual, partindo de 0,34 em julho de 2021 e encerrando em 0,39 em abril de 2026. Esse padrão indica um aumento consistente na eficiência da geração de receitas a partir dos ativos disponíveis.
- Alavancagem Financeira
- O índice de alavancagem manteve-se em níveis elevados, oscilando predominantemente entre 1,71 e 1,91. Nota-se uma tendência de leve ascensão no longo prazo, sugerindo a manutenção ou ampliação da dependência de capital de terceiros para financiar as operações.
- Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE)
- O ROE exibiu comportamento correlacionado à margem de lucro líquido, com máxima de 9,88% em julho de 2022 e mínima de 7,07% em julho de 2023. O período final demonstra recuperação e estabilidade, com o indicador situando-se próximo a 9,7%.
Desagregado de ROE em cinco componentes
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2026-04-24), 10-Q (Data do relatório: 2026-01-23), 10-Q (Data do relatório: 2025-10-24), 10-Q (Data do relatório: 2025-07-25), 10-K (Data do relatório: 2025-04-25), 10-Q (Data do relatório: 2025-01-24), 10-Q (Data do relatório: 2024-10-25), 10-Q (Data do relatório: 2024-07-26), 10-K (Data do relatório: 2024-04-26), 10-Q (Data do relatório: 2024-01-26), 10-Q (Data do relatório: 2023-10-27), 10-Q (Data do relatório: 2023-07-28), 10-K (Data do relatório: 2023-04-28), 10-Q (Data do relatório: 2023-01-27), 10-Q (Data do relatório: 2022-10-28), 10-Q (Data do relatório: 2022-07-29), 10-K (Data do relatório: 2022-04-29), 10-Q (Data do relatório: 2022-01-28), 10-Q (Data do relatório: 2021-10-29), 10-Q (Data do relatório: 2021-07-30).
A análise dos indicadores de rentabilidade demonstra a ocorrência de um ciclo de expansão inicial seguido por um período de estabilização. A margem EBIT e o retorno sobre o patrimônio líquido apresentaram comportamentos correlacionados, com picos de desempenho registrados em meados de 2022.
- Margem EBIT
- O indicador evoluiu de 15,85% para 20,24% em julho de 2022, ocorrendo posteriormente uma retração e estabilização em níveis situados entre 17% e 19%.
- Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE)
- O ROE variou entre 7,07% e 9,88%, apresentando uma tendência de recuperação a partir de 2023 e consolidando-se próximo a 9,7% nos períodos mais recentes.
No que tange à eficiência operacional, observa-se uma melhora gradual e consistente na utilização dos ativos para a geração de receita.
- Giro de Ativos
- O índice apresentou um crescimento linear e discreto, partindo de 0,34 e atingindo 0,39 ao final do período analisado, indicando um aumento na eficiência na gestão de ativos.
A estrutura de capital e a solvência mantiveram-se estáveis, com leves oscilações nos níveis de endividamento e custos financeiros.
- Alavancagem Financeira
- O índice de alavancagem flutuou entre 1,71 e 1,91, evidenciando uma tendência de leve elevação no endividamento relativo ao patrimônio líquido.
- Encargos com Juros
- O rácio de encargos com juros demonstrou alta estabilidade, mantendo-se predominantemente na faixa entre 0,87 e 0,91.
Quanto à carga tributária, os dados indicam uma redução significativa seguida por uma recuperação parcial e estabilização.
- Índice de Carga Tributária
- Houve um declínio acentuado de 0,94 para o nível mínimo de 0,66 em julho de 2023, com posterior retorno e estabilização em torno de 0,79 a 0,84.
Desagregado de ROA em dois componentes
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2026-04-24), 10-Q (Data do relatório: 2026-01-23), 10-Q (Data do relatório: 2025-10-24), 10-Q (Data do relatório: 2025-07-25), 10-K (Data do relatório: 2025-04-25), 10-Q (Data do relatório: 2025-01-24), 10-Q (Data do relatório: 2024-10-25), 10-Q (Data do relatório: 2024-07-26), 10-K (Data do relatório: 2024-04-26), 10-Q (Data do relatório: 2024-01-26), 10-Q (Data do relatório: 2023-10-27), 10-Q (Data do relatório: 2023-07-28), 10-K (Data do relatório: 2023-04-28), 10-Q (Data do relatório: 2023-01-27), 10-Q (Data do relatório: 2022-10-28), 10-Q (Data do relatório: 2022-07-29), 10-K (Data do relatório: 2022-04-29), 10-Q (Data do relatório: 2022-01-28), 10-Q (Data do relatório: 2021-10-29), 10-Q (Data do relatório: 2021-07-30).
Análise do Desempenho Financeiro Trimestral
- Margem de Lucro Líquido
- O indicador apresentou flutuações significativas, com uma tendência de crescimento inicial que atingiu o pico de 16,75% em julho de 2022. Após esse ponto, observou-se um declínio gradual, alcançando a mínima de 11,36% em janeiro de 2024. Nos trimestres subsequentes, a margem demonstrou recuperação e estabilização, encerrando o período em 13,2%.
- Giro de Ativos
- Verificou-se uma trajetória de crescimento lento, porém constante, na eficiência da utilização dos ativos. O índice partiu de 0,34 em julho de 2021 e manteve estabilidade relativa até 2023, iniciando então uma ascensão gradual que culminou em 0,39 em abril de 2026.
- Retorno sobre os Ativos (ROA)
- A rentabilidade dos ativos acompanhou a volatilidade da margem de lucro líquido, registrando sua máxima de 5,79% em julho de 2022. Houve uma retração subsequente, com o ponto mais baixo de 3,99% atingido em julho de 2023. A partir desse período, o indicador retomou a tendência de alta, estabilizando-se na faixa de 5,0% a 5,16% nos trimestres finais.
Desagregado do ROA em quatro componentes
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2026-04-24), 10-Q (Data do relatório: 2026-01-23), 10-Q (Data do relatório: 2025-10-24), 10-Q (Data do relatório: 2025-07-25), 10-K (Data do relatório: 2025-04-25), 10-Q (Data do relatório: 2025-01-24), 10-Q (Data do relatório: 2024-10-25), 10-Q (Data do relatório: 2024-07-26), 10-K (Data do relatório: 2024-04-26), 10-Q (Data do relatório: 2024-01-26), 10-Q (Data do relatório: 2023-10-27), 10-Q (Data do relatório: 2023-07-28), 10-K (Data do relatório: 2023-04-28), 10-Q (Data do relatório: 2023-01-27), 10-Q (Data do relatório: 2022-10-28), 10-Q (Data do relatório: 2022-07-29), 10-K (Data do relatório: 2022-04-29), 10-Q (Data do relatório: 2022-01-28), 10-Q (Data do relatório: 2021-10-29), 10-Q (Data do relatório: 2021-07-30).
O desempenho operacional demonstra a ocorrência de oscilações na rentabilidade ao longo do período analisado. A margem EBIT apresentou um crescimento inicial, atingindo o ápice de 20,24% em julho de 2022, para posteriormente estabilizar-se em patamares entre 17% e 19%. Paralelamente, o retorno sobre os ativos (ROA) exibiu comportamento similar, com pico em julho de 2022 e posterior recuperação após a mínima registrada em julho de 2023.
- Carga tributária
- Houve uma tendência de declínio no índice de carga tributária, atingindo o valor mínimo de 0,66 em julho de 2023, seguida por uma recuperação e estabilização em níveis próximos a 0,80 nos trimestres finais.
- Encargos com juros
- O rácio de encargos com juros manteve-se com baixa volatilidade, oscilando estreitamente entre 0,82 e 0,91, o que indica a manutenção de uma estrutura de custos financeiros constante.
- Eficiência de ativos
- O índice de giro de ativos apresentou uma trajetória de crescimento gradual e linear, evoluindo de 0,34 para 0,39, sugerindo um aumento progressivo na eficiência da utilização dos ativos para a geração de receita.
A análise conjunta dos indicadores revela que, apesar das flutuações pontuais na margem de lucro e na carga tributária, há uma tendência de melhora na gestão da base de ativos e uma estabilidade rigorosa no serviço da dívida.
Desagregação do índice de margem de lucro líquido
Com base em relatórios: 10-K (Data do relatório: 2026-04-24), 10-Q (Data do relatório: 2026-01-23), 10-Q (Data do relatório: 2025-10-24), 10-Q (Data do relatório: 2025-07-25), 10-K (Data do relatório: 2025-04-25), 10-Q (Data do relatório: 2025-01-24), 10-Q (Data do relatório: 2024-10-25), 10-Q (Data do relatório: 2024-07-26), 10-K (Data do relatório: 2024-04-26), 10-Q (Data do relatório: 2024-01-26), 10-Q (Data do relatório: 2023-10-27), 10-Q (Data do relatório: 2023-07-28), 10-K (Data do relatório: 2023-04-28), 10-Q (Data do relatório: 2023-01-27), 10-Q (Data do relatório: 2022-10-28), 10-Q (Data do relatório: 2022-07-29), 10-K (Data do relatório: 2022-04-29), 10-Q (Data do relatório: 2022-01-28), 10-Q (Data do relatório: 2021-10-29), 10-Q (Data do relatório: 2021-07-30).
A análise dos indicadores financeiros revela um período de expansão inicial da rentabilidade operacional, seguido por uma fase de estabilização e oscilações moderadas nas margens líquidas e na carga tributária.
- Índice de carga tributária
- Observa-se uma tendência de queda gradual a partir de julho de 2021, com o índice recuando de 0,94 para o ponto mínimo de 0,66 em julho de 2023. Após esse período, houve uma recuperação e estabilização dos valores, mantendo-se predominantemente na faixa entre 0,79 e 0,84 nos trimestres subsequentes.
- Rácio de encargos com juros
- Este indicador apresenta a menor volatilidade entre as métricas analisadas. Os valores permanecem constantes, oscilando estreitamente entre 0,82 e 0,91, o que indica uma estabilidade na gestão dos custos financeiros ao longo de todo o intervalo temporal.
- Índice de margem EBIT
- Houve um crescimento consistente na margem operacional desde julho de 2021 (15,85%), atingindo o pico de 20,24% em julho de 2022. Posteriormente, o índice entrou em um patamar de estabilidade, com variações discretas situando-se majoritariamente entre 17% e 19%.
- Índice de margem de lucro líquido
- A margem líquida acompanhou a tendência de ascensão inicial, alcançando seu ápice de 16,75% em julho de 2022. No entanto, apresentou maior volatilidade que a margem EBIT, registrando declínios significativos até julho de 2023 (11,47%) e mantendo-se posteriormente em flutuações entre 11,36% e 14%.
A correlação entre as margens EBIT e de lucro líquido sugere que as variações na rentabilidade final foram influenciadas por fatores além da eficiência operacional, coincidindo com os períodos de alteração no índice de carga tributária.